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O reinado da barbárie

 

A0 PÉ DA GOIABEIRA lopes

Valho-me do aval do jurista Afrânio Silva Jardim, da Universidade Federal do Rio de Janeiro , para traçar um triste quadro do que se pode chamar, com toda a ironia cabível, de “politícas publicas” do governo do Capitão reformado:

* Para “curar” filho gay, porrada

* Para deputado gay, ameaça de morte

* Para vereadora negra e lésbica  execução

* Para mulher que “merece”, estupro

* Para a patrulhada, fuzilamento  sem delongas

* Para doente mental, choque elétrico

*Para divergência política, tortura

* Para meninos  azul

* Para meninas, rosa

* Para Paulo Freire, perseguição

* Para ganhar eleição, kit gay e mamadeira erótica

* Para Trump, continência

* Para Lula, que apodreça na prisão

* Para Dilma, que sonhe com Ustra e tenha câncer.

O leitor está convidado a acrescentar itens que ajudem a definir o quadro de atraso em que o País se vê mergulhado. Por exemplo: Para os Estados Unidos, tudo; Para o trabalhador brasileiro, a semi-escravidão..

E por ai segue e segue….

 

(As diatribes do Barão e sua equipe são publicadas às terça e sextas, quer chova, quer faça sol)

 

PERFIL DO BARÃO

Todos mostram seu perfil, também vou mostrar o meu. Chamo-me Marcos Aparício Lins Machado de Guimarães Rosa, e, logo se percebe, não sou propriamente uma pessoa, mas uma homenagem: cada um desses nomes tem um significado para mim, mas não vou tirar de ninguém – se não o prazer, ao menos o exercício de identificá-los.

Atendo também por Barão de Pau d´Alho (e isto tem a ver com o cheiro de minha terra – aí uma pista para pesquisadores ociosos). Sou um jornalista modesto, se é que isto existe, pois escolhi esse título honorífico de menor impacto, quando bem me poderia autoproclamar Marquês da Cocada Preta, Conde de Macuco ou Duque Sei-Lá-do-Quê.  A propósito, os títulos de nobreza (tiremos daí os reis e príncipes, gente de outra classe) são, em ordem decrescente de importância, duque, marquês, conde, visconde e barão, caso não me engana e a história – e ao dizer isto já denuncio este como um espaço dedicado à informação…

Apesar do velho adágio “nobreza obriga”, não sou muito de frequentar as ditas rodas sociais, muitas vezes parecidas com rodas da malandragem: vivo um tanto isolado do lufa-lufa da cidade, envolvido com meus livros, um tabuleiro de xadrez e uns discos de jazz e MPB. Quando acometido da fadiga do tédio, ou se quero sofrer um pouco, ligo a tevê, assisto a um noticiário, registro um monte de agressões à língua portuguesa, me canso e retorno à  rotina. Novela, não vejo nunca, pois meu masoquismo ainda não chegou a tais extremos. Nada de telefone nem zap-zap, não sei bem o que é rede social, para  mim rede é aquela coisa que os pobres do Nordeste usam em substituição à cama, e que os ricos têm nas casas de praia.

Procuramos fazer aqui, semanalmente, uma coluna, erguida com  as coisas que nos derem na telha, deixando a eventuais leitores espaço para os devidos xingamentos, pois vivemos, formalmente, em regime democrático. Diga-se ainda que, por se tratar de um espaço politico-ecológico, escolhi para musa da coluna aquela moça chegada a encontros religiosos em altos de goiabeiras – e de cujo nome, graças a Deus, já esqueci.

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Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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