hanna thame fisioterapia animal
livros do thame

Archive for janeiro 19th, 2019

Artes & Artistas

Juraci Masiero Pozzobon

Amomm de Deus

ammon 3

Amomm Hebrom de Deus, conhecido artisticamente como Amomm de Deus. Nascido em São Paulo mais precisamente em Osasco em 1978, ainda com 8 anos de idade começou a pintar e com 11 fez sua primeira exposição individual no Museu Dimitri Sensuad de Lavaud, em Osasco e aí em diante várias delas e participações em salões de artes e bienais. Sempre foi orientado pelo pai que a obra de um artista valoriza na parede do colecionador, por isso Amomm sempre vendia para o seu incentivo.

 

ammon 4Seria muito fácil dizer que Amomm de Deus tem tinta em vez de sangue nas veias. A influência é inegável por ser filho de um mega artista contemporâneo, Waldomiro de Deus e também da artista Lourdes de Deus. Porém a mistura de talentos em um só lar é caracterizada pela autenticidade e identidade única de cada um deles. As obras de Amomm são comprometidas com a vida sertaneja que se vê no campo na roça, nos carrosséis e parques que assim permitem uma poesia cheia de fantasias.

A lua muito presente em seus trabalhos manifestando os inconscientes, uma indagação constante a desafiar seja de noite ou de dia e faz lembrar independente de suas intenções claras… Embora Amomm seja naif, insere nas telas corpos esculturais clássicos que nos faz admirar e interagir numa bela releitura, com seus atributos particulares nos personagens surrealistas com harmonia em degrade no horizonte.

ammon 1

Amomm casado com Kelen tem 4 filhos, mora em um aconchegante ranchinho na beira da serra do Japi em Cajamar, São Paulo. Ele é apaixonado pela vida, onde percebe que as coisas mais simples e verdadeiras encontra a felicidade. A  música é sua inspiração para suas obras.

ammon 2

Amomm diz: “Quanto mais a vida fica corrida, individualista e cinzenta nas grandes metrópoles, a arte continuara sendo um momento de alegria, de  poesia e de felicidade através de minhas pinceladas sertanejas.”

 

                            Juraci Masiero Pozzobon é ativista cultural

O Amor, o Medo e a Raiva

 

Eulina Lavigne

eulina lavigneSe perguntar à maioria das pessoas qual o oposto do amor, a primeira resposta que ouvimos, assim no impulso, é que é o ódio.

E se pararmos para pensar um pouco podemos observar que o oposto do amor é o medo. O medo de. O medo de se envolver, o medo de se machucar, o medo de dizer o que sente de fato, o medo do abandono, o medo de amar a si próprio. No fundo temos medo de nos amar como somos e muitas vezes projetamos no outro aquilo que gostaríamos de ser, ou de ter, ou de fazer e, por medo, não somos, não temos e não fazemos.

E quando o outro pode ser quem é, fazer e ter, entramos no desamor e sentimos raiva. Do outro? Não. De nós mesmos. Bert Hellinger, criador da Constelação Familiar, se utiliza de uma frase muito interessante que diz: “Que mal lhe fiz para estar tão furioso com você?”. No fundo tenho raiva de mim porque aceitei muitas coisas que não devia ter aceitado. Porque deixei de exigir, tomar ou pedir o que eu poderia ter exigido, tomado ou pedido. Esse tipo de raiva paralisa, pode deixar o sujeito enfraquecido e preso por muitos anos.

amorQuando desenvolvo o amor por mim, e incluo o medo e a raiva como partes de mim, considerando-os importantes para a minha caminhada, me fortaleço e me sinto mais segura para amar o próximo. Por que o medo, quando reconhecido em momentos que me cabe, me protege. Por exemplo, Ângela Cavallo foi capaz de levantar e segurar um veículo por quase 5 minutos para salvar o seu filho que ficou preso sob um Chevrolet 1964. O medo de perdê-lo foi tão grande que a fortaleceu a tal ponto que fosse capaz de fazer o que fez. O amor que tinha pelo filho, superou qualquer obstáculo.

O medo me convida a ficar mais alerta e focado para que algo de pior não aconteça. E isso me faz bem!

Read the rest of this entry »

Foto José Nazal

Saída dos barcos pesqueiros na Barra do Pontal, em Ilhéus. Coragem desassombrada desses homens que enfrentam o colosso oceânico.

Saída dos barcos pesqueiros na Barra do Pontal, em Ilhéus. Coragem desassombrada desses homens que enfrentam o colosso oceânico.

Meu gato bebe leite. Afinal, isso faz bem ou mal?

 

 Hannah Thame

 htQuando se fala em alimentação de filhotes de gato, uma dúvida muito frequente é quanto à ingestão de leite e se isso pode ou não fazer mal ao bichano. Muitos proprietários acabam adquirindo os filhotes bem cedo, às vezes, antes do desmame e por isso não sabem com proceder com relação à alimentação.

Todos nós sabemos que o gato bebe leite da sua mãe quando filhote, como acontece com todos os mamíferos, contudo, o que não é de conhecimento de muitos, é que grande parte dos gatos adquire intolerância à lactose (proteína presente no leite) após o seu desmame, fazendo com que o leite se torne um inimigo em potencial ao seu bem-estar.

A intolerância à lactose ocorre, pois a produção da enzima necessária para sua digestão tende a diminuir quando o animal atinge a fase adulta, o que leva a um acúmulo dessa substância no organismo e consequente mal-estar. Alguns sintomas que podem ser observados após o consumo são vômito e diarreia. Alguns animais, no entanto, podem ser exceções, fazendo parte de uma minoria que não adquire essa intolerância. Vale lembrar que, mesmo que você forneça leite ao seu filhote e ele não passe mal, não faz muito sentido continuar com essa prática, sabendo que é um alimento desnecessário ao organismo de felinos que já desmamaram.
ernest mesaMas então o que fazer com os gatinhos que perdem a sua mãe, por exemplo? Grande parte dos proprietários logo pensa em fornecer leite de vaca. A vaca é um animal herbívoro, enquanto os gatos são carnívoros, o que faz com que os nutrientes do leite da vaca sejam diferentes das necessidades de nutrientes dos gatinhos. Sendo assim, muitas indústrias Pet já disponibilizam vários tipos de leites especiais que podem ser utilizados nesse caso, sendo desenvolvidos especialmente para atender às necessidades dos bichanos.

É importante não esquecer de consultar o seu médico veterinário de confiança e perguntar qual leite ele considera melhor para atender as necessidades do seu animal. Dessa forma, tanto o proprietário, quanto o animal, saem ganhando, tendo em vista a garantia de um bom desenvolvimento do filhote e dos momentos de prazer que você poderá desfrutar ao lado dele!

 (*) A Dra. Hannah Thame é Médica Veterinária e Mestre em Ciência Animal com ênfase em Sanidade Animal pela Universidade Estadual de Santa Cruz

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

Busca por data
janeiro 2019
D S T Q Q S S
« dez   fev »
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
2728293031