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Archive for dezembro 22nd, 2018

Então é Natal

Eulina Lavigne

eulina lavigneQuando Moisés nasceu e foi deixado por sua mãe em um cesto nas águas do rio Nilo para que por ele fosse salvo da ira do rei Egípcio Faraó, já tinha o seu destino traçado por Deus de levar a justiça, e leis disciplinares a um povo primitivo, violento e indisciplinado. E precisou atribuir-lhes origem divina para se fazer respeitar, e usar a autoridade de um Deus, que para a época, precisava ser um Deus terrível, que castigava. A linguagem do “dente por dente e olho por olho” era a linguagem possível dada ao grau de ignorância dos homens daquela época.

natalQuando Jesus Cristo veio a Terra, trouxe a missão de integrar e desenvolver a lei de Deus e trazer o seu verdadeiro sentido. Trouxe como missão maior a disciplina do Amor já que a evolução dos homens já permitia esse nível de compreensão. Disciplina traz o som de si ser pleno, como bem disse o empreendedor Oswaldo de Oliveira.

Uma das frases de Jesus que nos convida a uma profunda reflexão é “O céu e a terra não passarão antes que tudo seja cumprido até um único jota”.  O que será que está por traz dessa metáfora? No meu entendimento é que a lei é para todos e todos precisamos cumprir. E a maior lei é o amor. Quando o amor estiver acima de todas as coisas, quando todos estiverem plenos de amor, quando ele estiver movendo as relações entre os homens e todos puderem viver com dignidade, estaremos libertos. Caso contrário, todos permaneceremos à espera de que tudo se cumpra. E isso é um atraso para a humanidade.

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Como cuidar do seu pet no verão

Dra. Hannah Thame

htÉ certo que os pets merecem nossa atenção em todas as estações do ano, porém, no verão, devido à alta temperatura a qual os animais são submetidos, nossa atenção com eles deve ser redobrada. Alguns cuidados são essenciais para garantir a sanidade dos nossos bichinhos, então prestem atenção nas dicas a seguir.

Ao sair para passear com seu animal, não se esqueça de levar uma garrafa de água para ajudar na sua hidratação durante o percurso, pois, devido ao calor e ao esforço físico sob temperaturas elevadas, há grandes chances de o animal desidratar, por isso, esteja sempre atento quando seu animal começar a ficar com a língua de fora de forma insistente. Mesmo dentro de casa é necessário sempre fornecer água fresca e de preferência gelada, alguns animais adoram quando são colocadas pedrinhas de gelo no seu bebedouro.

Nada de levar seu pet para passear nas horas mais quentes do dia, pois isso pode ocasionar queimaduras graves nos coxins, aquelas “almofadinhas” embaixo das patas. Por isso, antes de sair, é sempre bom verificar a temperatura do asfalto ou areia para se certificar de que nada de ruim irá acontecer com seu amigo.

cheJamais deixe seu cão ou gato preso dentro de um carro, mesmo com as janelas abertas, pois a temperatura pode subir rapidamente, levando o animal a um quadro de insolação, que pode evoluir para a morte. Atenção especial deve ser dada aos animais braquicefálicos, ou seja, aqueles que apresentam focinho curto, como os pugs, bulldogs e gatos persas, que devido a essa característica apresentam certa dificuldade respiratória.

Apesar de não parecer, animais também precisam de protetor solar, principalmente aqueles de pelagem clara, tendo em vista a alta incidência de câncer de pele. Nesses casos, é necessário conversar com um Médico Veterinário para que esse profissional possa indicar o tipo de protetor necessário para proteger seu pet dos raios solares.

Por fim, deve-se ter controle de pulgas e carrapatos, tendo em vista que a incidência desses parasitas aumenta nessa época do ano. Portanto, fique sempre atento para evitar a contaminação do seu animal, evitando danos posteriores.

(*) A Dra. Hannah Thame é Médica Veterinária e Mestre em Ciência Animal com ênfase em Sanidade Animal pela Universidade Estadual de Santa Cruz

Foto José Nazal

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O nosso ´pequeno Delta`,  em Ilhéus, formado pelos rios Santana, Cachoeira e Itacanoeira, com o esplendor dos manguezais

O nosso ´pequeno Delta`, em Ilhéus, formado pelos rios Santana, Cachoeira e Itacanoeira, com o esplendor dos manguezais

A família “liquida”

Debora Spagnol

 

Debora SpagnolA internet e as mídias sociais trouxeram a possibilidade de ampliação do conhecimento e das informações sobre todos os assuntos possíveis, propiciando a oportunidade de novas reflexões sobre o mundo e o comportamento. Dentro desse caldeirão de novos conceitos, estilos de vida e de relacionamento, as pessoas são livres para escolher como exercer seu afeto e sua sexualidade e o fazem das mais variadas formas, objetivando sempre a felicidade. (1)

Vivenciamos a “modernidade líquida” tão propalada pelo filósofo e ensaísta polonês Zygmunt Bauman, que afirma serem as identidades muito semelhantes a uma crosta vulcânica que endurece, derrete novamente e muda permanentemente de forma. O termo cunhado pelo pensador reflete a volatilidade de uma sociedade em que muitos fatores levam as pessoas a desenvolver uma identidade e personalidade flexível e versátil com a qual possa mais facilmente se adaptar às rápidas e permanentes mudanças e reviravoltas da vida moderna. É a diferença entre o sólido (rocha) e o líquido. Enquanto a rocha, independentemente do tempo e agentes externos é mantida da mesma maneira, o líquido é alterado e adaptado de acordo com os agentes de pressão.

A sociedade líquida definida por Bauman é aquela permeada por relações fluídas, frágeis, descompromissadas. É a era denominada pós-modernidade. Não se trata mais de uma sociedade em que os indivíduos sabem o seu destino desde o nascimento: agora todos estão imersos em um espaço social onde – teoricamente – escolhem seu próprio futuro, definem o seu caminho e são responsáveis pelos seus fracassos. Ninguém é, e sim está. (2)

Os meios de comunicação em massa propiciam os relacionamentos virtuais: através de mensagens, vídeos e fotos, relações começam e terminam, sem que muitas vezes haja qualquer contato físico entre os envolvidos. Um simples “clique” faz com que as pessoas entrem ou saiam da vida das outras, poupando-as de frustrações indesejadas – e também, muitas vezes, da profundidade necessária ao saudável estabelecimento dos vínculos.

Esses tempos “líquidos”, embora possam gerar em algumas pessoas certa inquietude e angústia, não deveriam ser vistos como deterministas de um futuro, mas sim como uma transição entre o que era e o que pode vir a ser. As intensas transformações vivenciadas pelos indivíduos e pela sociedade, conjugados com as constantes exigências de cumprimento de obrigações, disciplina, previsibilidade de comportamentos (nas relações sociais), contrapondo-se à espontaneidade, fluidez e imprevisibilidade (nas relações amorosas), terminam por gerar dilemas de difícil – quando não impossível – solução. (3)

Todas essas modificações na forma de se ver e tratar o amor e os relacionamentos inevitavelmente resultam em modificações nas formas de formação e constituição das famílias.

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Sócias gaúchas lançam linha de espumantes premium Amitié

esp (1)

A amizade entre a sommelier Andreia Gentilini Milan e a enóloga Juciane Casagrande Doro foi a inspiração para a linha de espumantes Premium Amitié. As sócias gaúchas buscaram toda a sua expertise no mercado vitivinícola nacional e internacional para desenvolver um produto único, com uma identidade que remete ao sentimento de amizade e à celebração que o próprio espírito do espumante expressa. “Escolhemos esse nome [Amitié, amizade, em francês] pela nossa relação de anos no mundo do vinho, propiciando esse projeto único”, destaca Andreia, ex-presidente e atual diretora da Associação Brasileira de Sommeliers, seção Rio Grande do Sul.

esp (2) Desenvolvido na Serra Gaúcha, a linha foi planejada para consumidores que buscam um produto versátil, fresco e frutado, ou seja, a melhor expressão do espumante brasileiro. “É uma bebida para celebrar os bons momentos e encontros. São produtos joviais”, observa Andreia, que trabalha há 12 anos como gestora e consultora de empresas e instituições do setor vitivinícola.

Os espumantes podem ser encontrados nas versões Amitié (Moscatel, Brut e Rosé), além da versão Amitié Cuvée – Brut e Brut Rosé. O Amitié Cuvée Brut e o Brut Rosé são elaborados com uma assemblage das clássicas uvas Chardonnay e Pinot Noir. “Buscamos desenvolver produtos dentro do perfil que o exigente consumidor brasileiro busca nas duas principais categorias de preço de mercado, com a melhor relação custo/benefício”, explica Juciane Casagrande, que tem uma trajetória de 20 anos no mundo do vinho. A categoria Amitié será comercializada na faixa dos R$ 35,00 e a Amitié Cuvée ao preço médio de R$ 55,00.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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