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Archive for dezembro 8th, 2018

Artes & Artistas

A natureza viva de Tânia Pardo

A CASA DO PARQUE (2)(1)

 

Juraci Masiero Pozzobon

 

Tânia Pardo nasceu em Arco Iris, São Paulo. A artista é bacharel em letras pela Universidade de Marília, hoje com uma carreira traçada no Brasil e no exterior.

Tânia conta que no início da carreira artista, criava especialmente como hobby para a família, era assim mesmo que gostaria para a vida…

Até que um dia despertou num estalar de dedo e foi fazer um curso, na época em Bauru/SP (onde residia) visitando exposições observava as técnicas e admirava a forma rebuscada, despojado, assim Tânia buscou a técnica certa quando foi numa exposição da artista Ludmila Machado e realizou seu sonho criando algo dela, ela mesma descobriu seu potencial.

A casa Tania(1)

Mudou-se para Cuiabá/MT por quatro anos. Lá também trabalhou com artesanato, mas que não era muito sua praia, porém queria fazer algo e transmitir o que sabia para as crianças. Com seu talento aflorado foi para Sinop lá permanecendo por 10 anos. Estudou, pesquisou e trabalhou, quando marca residência até hoje em Rondonópolis/MT (tudo novo, tudo desconhecido) sentiu-se presa, ela resolveu colocar a mão na massa…

A partir dali então, tudo mudou tudo livre, tudo fluiu, com nova identidade na arte com estilo próprio e se viu solta na natureza e na flora, sua fonte de inspiração onde estava presa e não sabia, disse: ali brotou meus dedos.

A casa Tania2

Tânia usa as mãos, como instrumento de pintura e com o auxilio de pincel borracha para dar a luz arrebatando a tinta, assim consegue atingir efeitos visuais incríveis em seus trabalhos.

Com as mãos esparrama as tintas acrílicas, criando efeitos naturais, resalta que: “É fantástica a sensação. Tenho que ser perspicaz é rápida, pois executo com essa tinta que seca muito rápido”.

Como todo artista tem seus sonhos o dela era também era pintar uma performance…em tempo hábil, sem saber o certo, simplesmente interagindo com o personagem ou musical.

Sua primeira performance foi na exposição da riqueza mato grossense com seus três biomas, o cerrado, a Floresta Amazônica e o Pantanal.

Com essa técnica Tânia expôs em diversas cidades do mundo, como Roma, Paris, Dubai e Londres, uma premiação com medalha de bronze. Diz ela que: “O mais importante dessa experiência é o intercâmbio cultural, com a oportunidade de levar as belezas do Mato Grosso, para pessoas de outros países”. Destaca ainda que seu trabalho tem um forte apelo para a preservação ambiental. As nuances dos Ipês que trás a poesia interior do artista.

Foi com os Ipês amarelo e rosa que Tânia expôs na Amostra Internacional de Arte em Rotterdam, Holanda.

Tânia Pardo, uma artista com um caminho vazio em sua frente e de repente se depara com uma floresta cheia de percalços e emoções com tudo brotando do nada, com suas tintas coloridas, suas pontas de dedo e um único pincel de borracha para a subtração de efeitos.

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juraci maziero Juraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ.

Doutora em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

Desafios do Chocolate

Alcides Kruschewsky

alcidesGrandes desafios podem ser vencidos pela união de talentos e esforços. Com cada um fazendo a sua parte, chega-se aos objetivos. No nosso caso, poderíamos falar só dos problemas e dificuldades do nosso dia a dia. Isso é necessário, mas é também o mais fácil. Estamos estimulados com as perspectivas do turismo rural e com os passos largos do chocolate de origem do sul da Bahia. Esses serão pilares do turismo em Ilhéus, sem dúvida. Hoje já dão grande contribuição para o grau de satisfação dos nossos visitantes.

Quem viu essas propostas embrionárias, pouco acreditava que pudesse acontecer. E já é uma realidade. A “Floresta de Chocolate” parecia apenas um conto de fadas para quem assistia à difusão da ideia na fase de “gestação”. Hoje a sensação de apenas um sonho vai se afastando, ao passo que 70 marcas de chocolate de origem carimbam a nossa identidade, número que continua crescendo.

O Festival do Chocolate é um bom parâmetro dessa evolução em número e qualidade. Produtores oferecem ao mercado uma diversidade de derivados de cacau, cada vez maior e mais inusitada. Por isso, convido-os a imaginar essa mesma iniciativa semeada apenas entre os incrédulos e opacos, que se ocupam mais com as teses dos porquês do não daria certo, realçando sempre o que falta, os óbices e as deficiências.

chocolate do sul da bahiaCertamente Ilhéus e a região não teriam essa quantidade de produtores de chocolate, não teria os prêmios e destaque internacional para o cacau fino e chocolate de origem, nem os empregos e renda que em parte já foram resgatados. Com certeza ainda teríamos somente o Chocolate Caseiro Ilhéus, e isto graças a um visionário que não dava “bolas” para as “vozesinhas” que jogam tudo pra baixo. Se essas vozes prevalecessem não teríamos Mendoá, Sagarana, Yrerê, Haras Ilha Bela, Maltez, Policarpo, Tavares, Badaró, Capela Velha e a nova fábrica ICB, de chocolates finos, aqui no Iguape, alem de estrada e rotas do cacau e do chocolate em implantação, entre outros.

O mundo dos desafios não é para os fracos, para os pessimistas, para os que reclamam muito e trabalham pouco. Nem é para os que se ocupam apenas de se queixar e reclamar. O mundo dos grandes desafios é para aqueles que creem na capacidade de superação, no esforço comum e na criatividade. O mundo dos desafios exige mais foco no “o que cada um pode fazer” para somar, para juntar forças, conhecimento e espírito de nação, patriotismo. Os desafios e os sonhos caminham juntos. Só os que sonham realizam e vencem as dificuldades.

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Sem meias Verdades

Eulina Lavigne

 

eulina lavigneQuando desejar saber se a verdade é meia ou é inteira, se alguém é dono ou inquilino da verdade, observe. Observe, principalmente se o discurso de quem prega está alinhado à sua ação. Porque muitas ditas verdades, são ditas aos ouvidos de quem quer ouvir exatamente o que está ouvindo. Muitas vezes a verdade está vestida de mentira e nos tornamos reféns da manipulação. Então, recomendo examinar direitinho.

Na caminhada de construção do nosso Ser, o ego, esta figura forte, prepotente, orgulhosa, cria um mundo mental fantasioso, injusto, falso, mora nele e ainda por cima se vitimiza. Ao longo da nossa jornada de vida é muito importante observar este nosso ego que a todo momento atrapalha, nos faz felinos e aciona aqueles velhos medos e, principalmente, o medo de ser destruído. Ou seja, da morte!

meias verdadesNos meus estudos sobre a psicologia esotérica, e chamo à atenção que a palavra esotérica tem um significado diferente da exotérica, li um aforismo do livro Luz no Caminho que diz assim: “Antes que a voz possa falar na presença do Mestre deve ter perdido o poder de ferir”.

Isto quer dizer o que mesmo? O que você achar que é. Reflita e tire as suas conclusões e vamos aproveitar o final do ano para fazer uma avaliação do que estamos pregando e de como estamos agindo. Este ano de eleição então, foi uma maravilha para vermos o quão as pessoas estão alinhadas aos seus discursos. Sem querer julgar ninguém e compreender que cada qual tem o seu grau de evolução e isto faz parte do caminho de todos nós. Inclusive do meu.

Voltando a nossa verdade, a meia verdade nos faz agir no mundo pela metade também. Em desequilíbrio, pois um pezinho está na frente e o outro está atrás. E junto com a meia verdade vem a desconfiança pois, se falta a outra metade da verdade ninguém junta os pés e reza a reza do pastor e diz amém. Confesso que hoje estou meio que jocosa. Rs

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Memórias de um Dinossauro

dtTV Cabrália, inicio dos anos 90.  Santa Catarina enfrentava uma enchente apocalíptica e o Vale do Itajaí foi arrasado pela fúria das águas. A Rede Manchete, da qual a Cabrália era afiliada, fez uma campanha para arrecadar alimentos, remédios, roupas e cobertores para os flagelados.

A Cabrália entrou na campanha e em poucos dias arrecadou toneladas de donativos, que seriam enviados a Santa Catarina.

Uma noite, por volta das 20 horas, entro no estúdio abarrotado de solidariedade, onde mal havia espaço para as câmeras e a mesa do apresentador. De repente, me deu o estalo.

Naquele mesmo período, moradores da Bananeira e do Gogó da Ema, bairros carentes de Itabuna,  estavam sofrendo com as cheias do Rio Cachoeira. Nada que se comparasse à tragédia de Santa Catarina, mas centenas de famílias perderam seus parcos pertences e muitas estavam desabrigadas.

O raciocínio foi óbvio. Se a gente pedisse donativo pras vítimas das enchentes em Itabuna, é provável que o retorno seria quase nenhum. Já para os catarinenses, em função da comoção nacional que se criou, mal havia espaço para estocar tantas doações.

Não tive dúvidas. Com a cumplicidade do então bispo diocesano Dom Paulo Lopés de Faria, hoje habitando merecidamente o reino dos céus, uma parte dos donativos foi entregue para uma igreja e dali seguiu para as famílias da Bananeira e do Gogó da Ema.

A outra parte, é bom que se diga, foi entregue aos catarinenses, que sem saber e por linhas tortas, haviam proporcionado um gesto de solidariedade aos itabunenses, irmãos de pátria e de infortúnio.

 

Foto: José Nazal

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Da série ´como era minha cidade´: Transformações que aconteceram nas últimas cinco décadas, mudando completamente a beleza natural. Como será nas próximas? Quem viver verá!

Da série ´como era minha cidade´: Transformações que aconteceram nas últimas cinco décadas, mudando completamente a beleza natural. Como será nas próximas? Quem viver verá!

Itapetinga e Itamaraju disputam final do Intermunicipal, com transmissão ao vivo na TVE

A final da maior competição de futebol amador do país começa  neste domingo (09). Itamaraju e Itapetinga disputam o título do Campeonato Intermunicipal 2018, com transmissão ao vivo pela TVE Bahia, a partir das 15h. O jogo de ida acontece em Itapetinga e terá transmissão simultânea pelo Facebook oficial da emissora (/tvebahia), pelo canal do youtube (IntermunicipalNaTve) e pelo Portal www.tve.ba.gov.br/tveonline.

As duas equipes venceram nos pênaltis os confrontos das semifinais. Ambas possuem dois títulos na competição e lutam pelo tri campeonato. O time de Itamaraju, após perder no tempo regulamentar para Santo Amaro, garantiu nas penalidades a classificação para a final. A situação foi a mesma para o time de Itapetinga, que também perdeu para Euclides da Cunha, mas, na disputa por pênaltis, venceu na casa adversária e se garantiu para a final. Por ter feito a melhor campanha, a seleção de Itamaraju terá o apoio da torcida e fará o jogo de volta em casa, no dia 16 de dezembro, também com transmissão da TVE.

A partida será apresentada por Valter Lima, com comentários de Elton Serra. Para interagir pelas redes sociais basta utilizar a hashtag #IntermunicipalNaTVE ou enviar suas fotos e vídeos para o número de Whatsapp (071) 9 9626 0307. Os vídeos serão exibidos ao longo da programação.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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