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Archive for dezembro 1st, 2018

Reforma de Rui corta cargos comissionados e reduz despesas no Estado

O governador Rui Costa encaminha, nesta sexta-feira (30), à Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) Projeto de Lei propondo uma nova reforma administrativa do Estado, com o objetivo de torná-lo mais enxuto e eficiente na prestação de serviços à sociedade. Além de dar respostas rápidas e eficazes às demandas sociais, a reforma pretende enxugar, ainda mais, a máquina administrativa, por meio de corte de despesas com cargos comissionados e reestruturação de empresas e autarquias do Estado. A reforma visa fortalecer a capacidade executiva do Estado baiano em um contexto de grave crise econômica do País. A previsão é de que mais de mil cargos comissionados sejam extintos.

O Governo enfatiza a importância de manter o equilíbrio fiscal e garantir o total cumprimento de suas obrigações financeiras, sobretudo em um momento de grave crise econômica que atinge todo o país. “O nosso grande desafio, neste momento, é prestar serviços com elevado grau de eficiência para toda a sociedade”, afirmou o governador Rui Costa, destacando a necessidade de buscar alternativas para manter a estrutura do Estado funcionando adequadamente neste período de crise.

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Contrato de namoro: quando e como formalizar

Debora Spagnol

 

Debora SpagnolO que justifica um relacionamento entre duas ou mais pessoas? O afeto?  A segurança? O medo do futuro? O dinheiro?

Todos sabemos que o dinheiro foi criado para ser moeda de troca, um instrumento para facilitar as transações comerciais. Todavia, ele está cada vez mais presente nos relacionamentos afetivos, uma vez que tendemos a pagar não apenas por bens materiais e serviços: pagamos ou tentamos comprar também os aspectos subjetivos de uma relação, como a afeição, o tempo, a culpa, o desejo. E pagamos com dinheiro ou com a retirada dele.

Assim, os relacionamentos se tornam cada vez mais contratualistas:  quanto antes se falar e se definir o uso do dinheiro no início do relacionamento, menos se falará ao final dele, alguns creem.

namoroEntre os vários formatos possíveis de relacionamento, o casamento ainda se mantém como o mais tradicional e que mais segurança patrimonial oferece aos cônjuges. Mas o namoro e a união estável se mostram os formatos de relacionamento mais adotados atualmente entre os casais hétero ou homossexuais, sendo tênue a linha que define um tipo de outro.

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Memórias de um Dinossauro

dt

O ano era 1985. O São Paulo, treinado por Clinho, decidia o Campeonato Paulista com a Portuguesa, no estádio do Morumbi.
Sãopaulino até a medula, fazia reportagem de campo para a Radio Difusora Oeste, emissora modesta, mas briosa, de Osasco.

O São Paulo tinha um timaço, com Falcão, Silas, Muller, Careca, Sidney e Cia, mas a Lusa endurecia o jogo. E eu não sabia se reportava os lances ou se torcia. O São Paulo fez 1×0 no primeiro tempo com Careca e levava um sufoco até a metade do segundo tempo, quando Sidney fez 2×0.

A comemoração dos jogadores aconteceu ao lado do gramado, justamente onde eu estava. Foi quando minhas dúvidas acabaram.
Larguei o microfone no chão e fui comemorar com os jogadores. Quando o narrador pediu a descrição do lance, silêncio total.

De cara, cortaram a linha e passei o resto do jogo apenas assistindo, até invadir o gramado para comemorar, desta vez o título.
Como eram tempos românticos, levei apenas uma suspensão de três dias.

E, pior dos castigos, não me escalaram mais para os jogos do São Paulo.

Displasia Coxofemoral em cães

 Hannah Thame

htA displasia coxofemoral é uma das doenças ósseas mais comuns em cães, caracterizada pela má formação da articulação coxofemoral, ou seja, a inserção do membro traseiro na cintura pélvica e ocorre, na maioria das vezes, de forma hereditária. Por se tratar de uma alteração genética, pode ocorrer em todos os tipos de raça e porte de cães, no entanto, tem sido descrito que raças grandes, como Dogue Alemão, Labrador, Rotweiller e Golden são mais propensas a sofrer com esse problema.

Quando ocorre de forma hereditária, os primeiros sintomas aparecem principalmente por volta dos 4 aos 7 meses de vida, quando o animal afetado começa a mancar e sentir dor quando anda, principalmente nos pisos mais escorregadios. Devido à dificuldade para andar, o cão pode não mexer o membro e o músculo pode acabar atrofiando.  Conforme a doença progride, as articulações do quadril do cachorro começam a degenerar, causando aumento da dor e problemas de mobilidade, que podem ser evitados se a doença for diagnosticada e tratada precocemente.

colina HT 2Além da questão genética, fatores externos, como nutrição, ambiente e determinadas posições em que o animal permanece por muito tempo também podem acelerar o desencadeamento da displasia coxofemoral. Como por exemplo, os pisos escorregadios podem provocar queda dos animais, levando a um trauma, luxações e lesões, portanto, devem ser evitados. Além disso, o sobrepeso também pode influenciar no desenvolvimento da doença, por isso, deve-se procurar oferecer sempre uma dieta balanceada ao seu pet.

Com relação aos sintomas que podem ser observados, incluem: dificuldade do cão em caminhar, estalos audíveis na articulação, andar visivelmente manco nas patas traseiras e sinais de dor ao realizar movimentos comuns. Com o passar do tempo, os sintomas apresentam cada vez mais frequência e intensidade, e o cão passa a evitar diversas atividades rotineiras como subir em escadas, levantar-se, correr e pular, podendo começar a se mover sem mexer as patas traseiras (arrastando-se) e desenvolver desproporcionalmente a musculatura de sua parte dianteira em função disso. Em casos mais graves, o animal pode desenvolver até mesmo paralisia.

colinna HT 1  As opções de tratamento para cães displásicos dependem da idade do cão, tamanho, progressão e do tipo de displasia (se é congênita ou adquirida). A depender da gravidade da doença, pode-se optar por tratamento cirúrgico ou medicamentoso. Além disso, terapias alternativas para minimizar os sintomas e controlar a evolução da displasia, como acupuntura e fisioterapia, têm demonstrado surtir efeitos benéficos, podendo muitas vezes evitar que o animal seja submetido ao procedimento cirúrgico e garantindo uma melhora na qualidade de vida do mesmo.

 (*) A Dra. Hannah Thame é Médica Veterinária e Mestre em Ciência Animal com ênfase em Sanidade Animal pela Universidade Estadual de Santa Cruz

Como fortalecemos a mentira

Eulina Lavigne

eulina lavigneFiquei refletindo como nós, pais, educadores, contribuímos para que a corrupção se instale em um sistema. Como fortalecemos a mentira, a enganação sem nos darmos conta disso. E quero fazer essa reflexão no sentido de alterarmos práticas tidas como normais e muitas vezes educativas quando passamos a atuar dentro de um padrão de normalidade que o antropólogo, psicólogo e reitor da Universidade da Paz, Roberto Crema caracterizou como a patologia da normose. Ou seja, um comportamento que a maioria da população pratica e que são patogênicos, com uma dimensão destrutiva para si e para os outros.

Todas as vezes que uma criança age fora dos padrões aceitáveis em seu meio social ela é punida por isso, ao invés de ser orientada a fazer diferente. E isso traz consequências terríveis para a nossa sociedade que por acreditar ser a punição um ato normal e assim praticado pela maioria não trará maiores transtornos. Por exemplo, vamos falar da mentira. Como ela se instala e torna-se um movimento normal?

mentiraDigamos que uma criança, sem querer, quebrou um objeto de valor em sua casa e o pai ou a mãe quando chegam questionam para aqueles que residem na casa quem foi o autor do fato. E todos permanecem calados. Questionados com mais intensidade uma criança resolve confessar que foi ela e leva um tapa ou é proibida de brincar com os seus amigos. Resultado, nesse momento cria-se a crença, para a criança, que dizer a verdade é algo ruim. Que mentir é melhor, pois assim fazendo, vai evitar receber um tapa ou até mesmo fazer o que gosta que é brincar com os amigos.

 

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Foto: José Nazal

Rio Almada no vale costeiro em sua 'chegança' no Oceano Atlântico, na cidade de Ilhéus, chamado nos primórdios da Colônia de Rio do Itahype.

Rio Almada no vale costeiro em sua ‘chegança’ no Oceano Atlântico, na cidade de Ilhéus, chamado nos primórdios da Colônia de Rio do Itahype.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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