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Archive for novembro 24th, 2018

Artes & Artistas

 

Marcelo Schimaneski, exemplo de superação

marcelo (4)

 

Juraci Masiero Pozzobon

 

Marcelo Schimaneski natural de Ponta Grossa, Paraná. Nasceu e cresceu e não sabia que já era um artista, o mesmo trabalhava numa empresa de ônibus para seu sustento um funcionário normal. Enquanto isso fazia desenho artístico no Senac com isso lhe deu experiência a um trabalho como serigrafista em Curitiba. Desempregado novamente volta a Ponta Grossa e fez algumas viagens de assistência para maquinas de cerrarias em outros estados, junto com um vizinho, nesse tempo fez amizade e teve conhecimentos de vida. Ao retornar numa viagem teve a contratação da empresa. Feliz com o trabalho e com o salário quando de repente aos 22 anos teve uma mudança brusca em sua vida, quando de repente Marcelo sofre um acidente, é internado no hospital sem saber da gravidade e foi informado sobre uma lesão grave na cervical. Marcelo manteve-se calmo e fez um tratamento e recuperou alguns movimentos. Hoje é impossibilitado de locomover-se com as pernas, mas com as mãos Deus lhe deu a habilidade do desenho e da pintura.

marcelo (1)

Com estimulo de pessoas próximas começou a fazer uso de tinta acrílica sobre tela.

Encontramos trabalhos lindos, sem constrangimentos de vários artistas sem instrução acadêmicos na área artística. Marcelo tem um trabalho espontâneo, de sua própria convivência ou mesmo de lugares por onde passa, retratando a vida com liberdade deixando a vida cabocla e interiorana natural criando com autenticidade e destreza.

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Para o espectador, Marcelo apresenta um colorido que evidencia a interação de leitura, mesmo sem nenhuma palavra.

As vilas, comunidades com as casas feitas de madeiras como era de costume nos sítios uns ajudando o outro, o andar das corroças-bois, as araucárias arvore nativa do seu estado.

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Cada dia uma conquista expôs em muitos lugares individuais e coletivas, com um talento impar conquistou seleções em Bienais.

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Marcelo sabe que nada foi por a caso suas vitorias, exigiu muito desempenho e determinação.

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juraci mazieroJuraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ.

Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

Memórias de um Dinossauro

dt

Sul da Bahia, 2010.  Utilizar o motel como pousada, principalmente quando é apenas pra passar a noite, não chega a ser novidade. É mais prático e quase sempre mais barato. Foi o que fizemos após um evento em Teolândia.

Mas pousada e motel funcionando no mesmo lugar, isso este rodado blogueiro nunca tinha visto. Pois em Wenceslau Guimarães, cidadezinha sul-baiana às margens da BR 101, existe um estabelecimento desse tipo.

motel hotelE não se trata do motel de um lado e a pousada do outro lado, separados por um muro.

É motel e pousada lado a lado.

De um lado do corredor, o ambiente familiar.

Do outro, bem do outro, é putaria mesmo, a menos que alguém vá ao motel para assistir desenho do picapau (ops!) ou aqueles programas religiosos que inundam as madrugadas da tevê.

A situação produz cenas inusitadas.

Um sujeito que lá se hospedou com a família, sem saber das peculariadades da casa, dirigiu-se à recepcionista, todo preocupado:

-Acho que tinha uma mulher passando mal no quarto ao lado, ela gemia a noite toda…

Quem passou mal foi a recepcionista.

De tanto rir.

A morte: uma grande aventura

 

Eulina Lavigne

eulina lavigneEste é o título do livro compilado por dois estudantes, dos Escritos de Alice Bailey e o mestre Tibetano, Djwhal Khul, que nos convida a assim pensar sobre a morte.

Embora a morte, por enquanto, seja a única certeza que temos na vida, o livro nos instiga a pensar a morte como algo que não pode ser evitado, e que é o Portador de Mudanças. Sendo assim podemos tornar o processo da morte uma parte planejada da totalidade do propósito inteiro de nossa vida.

Segundo eles se assim pensarmos podemos ver a vida com um colorido diferente e com mais leveza.

Para mim esta reflexão faz bastante sentido, na medida em que sabendo da nossa imortalidade podemos projetar, programar a nossa vida e esta transição como se fossemos para uma aventura sem nada nas mãos e com a bagagem de experiências que a vida nos proporcionou. Neste momento vamos de mãos vazias e, se espera, com a consciência um pouco mais ampliada do que chegamos.

Ao longo da nossa vida, morremos um pouco a cada pensamento novo, a cada mudança de casa, ou de escola, ou de várias renúncias que fazemos em nossa trajetória.  Vamos, aos poucos, vivenciando renúncias para a chegada da renúncia maior.  A escolha de nos prepararmos para essa grande aventura é nossa.

mortePodemos sofrer por antecipação, quando deixamos de viver o presente na ansiedade de viver o futuro para correr o suficiente para não morrer logo. E terminamos morrendo, e muitas vezes, antes do tempo. Que complicação!

Isto me lembra uma história que li sobre duas lagartas amigas. Um dia, durante as férias, se despediram uma da outra e foram visitar a família. Até chegarem na casa dos seus familiares foi uma longa trajetória a ponto do processo de transformação em borboleta se iniciar. Uma das lagartas apressou o seu passo para chegar logo a casa da família para contar a novidade. O seu corpo estava se transformando, não sabia em que ainda, mais que aquilo deveria ser bastante interessante. Ela contava tudo isto para a família com muita alegria e desejosa que tudo terminasse logo para ver o resultado. Do resultado já sabemos. A lagarta transformou-se numa linda borboleta azul.

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Foto José Nazal

Barra do Rio Sargi, limite entre os  municípios de Ilhéus e Uruçuca. Uma das mais lindas praias do Nordeste Brasileiro.

Barra do Rio Sargi, limite entre os municípios de Ilhéus e Uruçuca. Uma das mais lindas praias do Nordeste Brasileiro.

Onomose em cães

Hannah Thame.

htA cinomose é uma doença muito comum e, provavelmente, você já deve ter ouvido falar sobre ela, que é popularmente conhecida como a doença “que cai dos quartos”, pois, em alguns casos, o animal para de andar. Para entender um pouco mais sobre essa doença é preciso saber que ela é causada por um vírus, acomete principalmente os cães e não se trata de uma zoonose, ou seja, não é transmissível para os seres humanos.

A transmissão ocorre de animal para animal através do contato com secreções contaminadas do nariz e da boca e os principais sintomas clínicos observados são: ressecamento do nariz e dos coxins (“almofadas das patas”), secreção nasal e ocular, febre, letargia e até mesmo convulsão e paralisia de membros. Além destes, o animal pode apresentar também sintomas respiratórios e digestivos, como vômito e diarreia.

O diagnóstico da cinomose pode ser feito através da anamnese e sinais clínicos e também com base em alterações observadas no exame de sangue, além da sorologia, que permite identificar de forma mais segura se o animal é ou não positivo para a doença, através da detecção de anticorpos presentes no organismo.

Animais diagnosticados com essa doença, muitas vezes eram sacrificados, pois se dizia não haver tratamento específico. Porém, atualmente, muitos Veterinários optam pelo tratamento sintomático e até mesmo usam medicamentos específicos contra o vírus, que ainda estão em fase de pesquisa. O grande problema dessa enfermidade é que ela pode deixar sequelas, como a paralisia de membros, ou seja, o animal pode ficar paraplégico ou até mesmo tetraplégico. Graças ao avanço da Medicina Veterinária, terapias alternativas, como Fisioterapia e Acupuntura têm sido utilizadas na tentativa de reverter essas sequelas, o que, muitas vezes, tem sido possível!

Fique sempre atento aos sinais que seu animal apresenta e nunca deixe de vacinar, pois é a forma mais eficaz de se prevenir essa e outras enfermidades.

(*) A Dra. Hannah Thame é Médica Veterinária e Mestre em Ciência Animal com ênfase em Sanidade Animal pela Universidade Estadual de Santa Cruz

 

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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