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Archive for outubro 6th, 2018

“O Brasil nasceu aqui e vai renascer aqui na Bahia”, diz Haddad ao lado de Rui, em Feira

IMG-20181006-WA0150“Escolhemos Feira de Santana, que está em meu coração, pra agradecer todo o carinho recebido por onde andei. Foram 144 cidades em sete semanas. E hoje eu tenho o orgulho e a alegria de ter Fernando Haddad ao meu lado, nesta festa da democracia, de quem ama a Bahia e o Nordeste.“ Foram palavras do governador Rui Costa, candidato petista à reeleição, ao encerrar a última caminhada da campanha, para ele e para o candidato petista à Presidência da República, liderando mais de 15 mil pessoas. E é Haddad quem resume a opção de escolher as ruas da Princesinha do Sertão para a última atividade como candidato: “O Brasil nasceu aqui e vai renascer aqui, na Bahia”.

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Apaixonado confesso pela Bahia, Haddad ressalta que “todas as regiões são importantes, mas o nordestino conheceu, pela primeira vez, o que é ser respeitado. Só foram respeitados nos nossos governos. Hoje, já estão sendo desrespeitados de novo, inclusive nas redes sociais”. E completou: “O Nordeste sentiu na pele o que foram os anos de ouro do governo Lula, e o que foram os anos de chumbo dos governos anteriores. Essa é uma comparação que ninguém mais do que o baiano sabe fazer”.

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A escolha de Rui por Feira é justificada também na alegria pelas realizações dos últimos quatro anos, assim como as propostas para o próximo quadriênio. “Aqui trabalhamos muito, e foi onde estive mais vezes como governador. Feira de Santana merece muito mais, e vamos fazer”. Foram importantes investimentos na saúde, como a Maternidade no Hospital Estadual da Criança (entregue em dezembro/2017), a nova emergência do Hospital Clériston Andrade (entregue em julho) e a nova policlínica regional (entregue em maio). Também obras estruturantes, como o viaduto que interliga a Avenida Nóide Cerqueira à BR-324 em direção a Salvador, entregue há um ano.

Para o próximo quadriênio, Feira de Santana tem o compromisso de Rui em diversos setores no Programa de Governo Participativo (PGP 2018). Investimentos como o novo Clériston Andrade 2, na modernização do transporte, vai promover um estudo de implantação do Trem Rápido Misto Salvador – Feira de Santana e elaborar o Plano de Mobilidade da Macrorregião de Salvador e requalificar o Aeroporto de Feira de Santana, entre outras propostas. Amanhã, o governador Rui Costa votará às 10 horas, no Colégio Estadual Duque de Caxias, no bairro da Liberdade.

Artes & Artistas

Ana Iguana… é goianense

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Juraci Masiero Pozzobon

         Ana Iguana se lembra desde pequena amava desenhar, onde ela fosse tinha uma prancheta com lápis na mão disse.

O seu despertar para a arte foi aos cinco anos, Ana lembra como se fosse hoje. A família toda sentada no banco da igreja, conta com dois irmãos a mãe e o pão. Como disse leva junto o material e assim começou desenhar seu pai de perfil sentado no banco. Quando o culto acabou a mamãe ficou impressionada com o trabalho da filha Ana, sem prestar atenção no culto. Sua mãe começou a mostrar o desenho por ela feito. Sempre teve o incentivo da mãe desde leitura e começou a comprar o material (revistas, livros de desenho e livros de arte).

jm 2  Ana nunca se encaixou muito bem na escola, não tinha amigos até o 6ª série, tinha alguns problemas com a escola e sempre pedia transferência para outra. Quando tinha trabalhos ou provas, ficava desenhado nos cadernos e os deixavam todos coloridos, não gostava de tarefa em casa, mas gostava de seminários de história, ética e ciências. Tinha muitas atividades, como música, ballet, ginástica rítmica, tudo o que se refere a arte ela é apaixonada.

Escreve muito, assim pôe seus sentimentos para fora. Ai foi para o ensino médio e teve que deixar todas as atividades paralelas, pois estuda  em dois períodos. Não ia lá muito bem nos estudos, ai foi que a mãe percebeu que não era esse caminho e decidiu procurar um curso de artes, no Basileu França, um curso técnico profissionalizante em arte visuais, desenho e pintura, foi ali que se encaixou, Ana quis ser Artista Plástica. Passou alguns meses em Albuquerque com a família e trabalhou como voluntária com atividade em arte terapia despertou a estudar sobre inclusão. Ana tem um pontinho de escritora, escreveu um livro i8nfantil que está para publicar.

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Ana voltou a Goiânia e terminou os estudos e voltou também no curso no Basileu França e se formou em 2017. Ela aprendeu e usa varias técnicas: desenho, gravura, aquarela, lápis de cor, modelagem com argila, painéis de cerâmicas, poesia, mercado artístico, pintura a óleo e outras…

Ana PE apaixonada pelo reptil Iguana, em 2015 começou chamar se Ana Iguana, casou muito bem com os temas que aborda nos seus quadros, ligando o homem – natureza, o homem faz parte também desse ambiente terra. Suas obras falam dos seres vivos, da vida, ela é espontânea indo do fantástico e ao lúdico, transmitindo a importância dessa conexão, respeitando mutuamente. Com varias técnicas se policia, que o hibridismo é natural entre plantas e animais que trabalha desde o inicio de sua carreira.

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Ana Iguana fez inúmeras exposições apesar da pouca idade. Por enquanto trabalha só aqui no Brasil.

Por ser ainda muito jovem Ana Iguana, tem talento para voar longe.

juraci maziero Juraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ. Doutoranda em

Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

Esporotricose: entenda como essa doença pode afetar seu gato

Hannah Thame

hannah thameA esporotricose é uma doença causada por um fungo chamado Sporothrix sp. e é considerada uma zoonose, ou seja, pode ser transmitida dos animais para os homens. Esse fungo encontra-se na natureza e pessoas que trabalham com a terra são mais predispostas a contrair a doença, assim como os Médicos Veterinários, devido ao contato direto com os animais.

A transmissão ocorre quando o fungo penetra na pele através de uma inoculação, a qual, no caso dos animais, pode acontecer por meio de arranhaduras ou mordeduras, tendo em vista que o fungo fica localizado, principalmente, sob as unhas e região de boca e nariz.

Os sinais clínicos mais comuns nos gatos são as lesões que aparecem na pele do animal, que normalmente, costumam ser graves, acometendo a região da cabeça, focinho e extremidades das patas. Além disso, outras regiões podem ser afetadas, como mucosas, articulações e sistema nervoso central. Alguns animais ainda chegam a apresentar um comprometimento sistêmico, apresentando-se com anorexia, febre e fraqueza.

gatos 2O diagnóstico da doença deve ser feito por um Médico Veterinário, que se baseia no histórico do animal, levando em consideração se houve brigas e/ou se o animal tem acesso à ruas e no exame de citologia, cultura fúngica e biópsias das lesões. Lembrando que quando antes você levar seu animal para o atendimento, maiores serão as chances de cura.

Apesar de difícil, o tratamento adequado pode levar o animal a um quadro de cura clínica total, sendo muito importante o papel do proprietário nessa etapa, seguindo corretamente as orientações passadas pelo médico. Consiste na utilização de antifúngicos durante um período prolongado e, em casos de infecções secundárias, também podem ser prescritos antibióticos.

Como forma de prevenção, algumas medidas podem ser tomadas, como evitar o contato com lesões de gatos infectados, utilizando luvas e lavando as mãos após a manipulação do animal.

 

 (*) A Dra. Hannah Thame é Médica Veterinária e Mestre em Ciência Animal com ênfase em Sanidade Animal pela Universidade Estadual de Santa Cruz

“Que mal lhe fiz para estar tão furioso com você?”

Eulina Lavigne

 

eulina lavigneObviamente que esta frase não é minha e por esta razão se encontra entre aspas. A primeira vez que a ouvi, em minha formação em Constelação Familiar, confesso que tomei um susto. Fiquei um tempo meio que estonteada até a ficha cair.

Como assim, furiosa comigo?

Esta frase, no fundo, é uma provocação do Bert para que percebamos que muitas vezes a raiva que transferimos para o outro, no fundo, é uma raiva de nós mesmos. Será que despertei a sua raiva quando você leu isto?

Então, deixe-me explicar melhor. Muitas vezes, eu disse, na maioria das vezes, a raiva que sentimos do outro é na verdade a raiva que sentimos de nós por deixarmos de ter algum tipo de ação para evitar que aquilo que me fez mal acontecesse.

furiaSerá que repeti, ampliei ou compliquei? Será que ao ler você negou isto ou ficou com raiva de mim? Ou teve um insight, tipo eureca!

Acho melhor eu exemplificar logo antes que você rasgue este artigo de raiva.

Quando sinto raiva de uma pessoa por ela ter passado na minha frente em uma fila de supermercado, na verdade, tenho raiva de mim mesma por não ter tomado uma atitude para impedi-la de passar.

Trazendo para a nossa atualidade, estamos presenciando um sentimento de raiva por este ou por aquele partido, na figura dos seus representantes, que na verdade quer expressar a raiva que tenho da minha, da sua, da nossa falta de ação, participação, permissividade e letargia sobre a “coisa pública”.

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“Fake News”: a mentira como protagonista

Débora Spagnol

 

Debora SpagnolNotícias falsas, chamadas “fake news”, se espalham pelas redes sociais de forma mais rápida, fácil e ampla do que as notícias reais. A conclusão é de uma pesquisa publicada na revista Science e organizada pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology), nos EUA, em que foram analisadas 126 mil notícias que circularam no Twitter no período de 2006 a 2017. Analisadas por seis organizações independentes que checaram uma a uma a veracidade dos fatos constatou-se que as notícias falsas têm 70% mais chances de serem repassadas do que as verdadeiras. (1) E as falsas notícias políticas se espalham três vezes mais do que os outros assuntos.

Mas qual o fascínio que as “fake news” exercem sobre as pessoas ? Estudiosos dizem que as notícias falsas são desenhadas para atingir o coração dos sentimentos fortes: medo, rejeição, surpresa ou amor. Assim, os criadores sabem que notícias falsas que tocam diretamente no sentimento da sociedade serão mais compartilhadas do que as verdadeiras, mas desprovidas do apelo sentimental. Para ilustrar, basta ressaltar a enxurrada de “fake news” espalhadas pelas redes sociais no nosso país, atualmente polarizado politicamente em razão do julgamento do ex-Presidente Lula. Nem mesmo as grandes redes de comunicação são imunes à propagação de falsas notícias. (2)

fake news 1Embora criadas com o objetivo específico de espalhar dúvidas, “enganar, a fim de obter ganhos financeiros ou políticos” (3) as notícias falsas não são novidade. Segundo consta, as informações falsas se originaram ainda na antiguidade, sendo que o mais famoso propagador delas foi o faraó egípcio Ramsés II, que governou o Egito durante 66 anos (de 1279 a 1213 a.C). Embora tenha construído monumentos a ressaltar sua perícia nas armas, visando assim ressaltar seus dotes como guerreiro e estrategista, modernas descobertas arqueológicas comprovaram que ele era um soldado limitado e os monumentos haviam sido erguidos a outros guerreiros, tendo o faraó se apropriado dos mesmos, como se fosse ele o representado. Um autêntico propagador, portanto, de “fake news”. (4)

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Memórias de um Dinossauro

dt

TV Cabrália, meados da década de 90 do século passado. Programa Cabrália Esportiva, Barbosa Filho na apresentação e eu atacando de comentarista.

Naquele quarta-feira à noite, o Itabuna jogaria contra a Jacuipense pelo Campeonato Baiano. O Itabuna dependendo de uma vitória para se classificar, a Jacuipense caindo pelas tabelas.

Em vez de apenas comentar, cai na besteira de fazer graça:

-O Itabuna ganha fácil. Pega uma galinha morta…

O que eu não sabia, e nem tinha como saber, era que a delegação da Jacuipense estava concentrada no Itabuna Palace Hotel. E ainda por cima assistindo ao programa.

Antes da bola rolar, entrevistado pela Rádio Difusora, um dos jogadores da Jacuipense  avisa:

-Vamos mostrar pra esse comentarista da televisão quem é galinha morta.

Final de jogo, Jacuipense 3×1 Itabuna.

A galinha estava viva. E eu, feito peixe (ou pato?) morri pela boca.

 

Foto: José Nazal

Vila de Sambaituba, às margens do Rio Almada, em Ilhéus, atual sede do Distrito de Sambaituba, criado pela lei que atualizou os limites distritais e suas sedes.

Vila de Sambaituba, às margens do Rio Almada, em Ilhéus, atual sede do Distrito de Sambaituba, criado pela lei que atualizou os limites distritais e suas sedes.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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