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Archive for setembro 1st, 2018

Artes & Artistas

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Juraci Masiero Pozzobon

Clóvis Péscio, arte ao ar livre

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Na cidade de Santo Antônio da Posse, SP, nasceu Clóvis Péscio. Com formação em artes a mais de 50 anos, estudou na faculdade de Belas Artes de SP, tem orgulho de seus mestres foi adepto de participações de salões e amostras. Faz publicações numa revista como “Dicas do mestre”.

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Clóvis Péscio presenteia para o apreciador, suas pinturas com uma leitura ruralista, montanhas, rios onde famílias simples vivem uma vida requintada de pureza. Ele marca com esmero os temas que por ele faz questão de pintá-los ao ar livre como dizem  os franceses “Plein air” assim faziam os impressionistas. Clóvis doa a sua jornada visual que se caracteriza a valorização das paisagens interioranas. Imagens essas com carros de bois, charretes com cavalos que atravessam pontes e rios, velhinhos com sua simplicidade na ativa contando as horas para tragar seus charutos de palha.

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Clóvis Péscio demonstra em seu trabalho nítido e essencial um visual com luzes do dia, do sol, sombras visíveis das nuvens, do verde claro, escuro das plantas, de caminhar do caboclo e do fundo das casas, as águas dos rios parecem fazer balançar correnteza e a frescor das sombras parecem refrescar a alma. É o simples que dá o refinamento da vida no interior.

Cada obra de Clóvis é uma demanda, um novo recomeço, tudo por onde passa é registrado com paixão, um olhar biônico para o real e harmonia com o mundo da imaginação.

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juraci mazieroJuraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá, Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ. Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

 

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A idade que chega para todos…

Hannah Thame

htVocês certamente já ouviram falar em Alzheimer, problema que acomete grande parte da população idosa no mundo. Mas já ouviram falar sobre a disfunção cognitiva em cães? Pois é, é uma doença semelhante ao Alzheimer, que pode acometer animais idosos. Vamos entender um pouco sobre essa enfermidade e quais as alterações que ela pode causar na vida do seu companheiro, caso ele venha a desenvolvê-la.

A cognição pode ser definida como a capacidade de percepção, consciência, memória e tomada de decisão frente aos estímulos do meio ambiente, sendo que a capacidade cognitiva pode ser modificada ao longo da vida. A síndrome da disfunção cognitiva canina  é causada por uma perda do funcionamento ou da estrutura dos neurônios, o que pode causar mudança de comportamento repentina, como dificuldades de percepção e de exercer funções rotineiras simples.

A causa da síndrome da disfunção cognitiva em cães ainda é de origem desconhecida, porém, acredita-se que mudanças ocorram no cérebro conforme o animal vai envelhecendo. Alguns animais desenvolvem quadros mais graves, se tornando totalmente dependentes dos seus proprietários para exercerem suas atividades, enquanto outros podem apresentar a doença de forma mais branda, com sintomatologias leves.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAOs sinais clínicos mais comuns em cães que apresentam a síndrome são: alteração no padrão do sono, desorientação, olhar vago, dificuldade em reconhecer pessoas conhecidas, urinar e defecar em locais inapropriados, falta de apetite e agressividade. É importante que os proprietários estejam atentos às alterações de comportamentos dos seus animais, pois dessa forma, um diagnóstico precoce da doença pode ajudar na sua recuperação.

Infelizmente, não existe cura para a síndrome da disfunção cognitiva, no entanto, o uso de algumas medicações pode auxiliar no alívio dos sinais clínicos que os animais apresentam. É preciso procurar ajuda de um profissional capacitado para fornecer todas as informações necessárias sobre o tratamento. Vale ressaltar que o proprietário deve ter paciência para lidar com um animal que apresenta a síndrome, tendo em vista que ele precisa de cuidados especiais nessa condição.

 

(*) A Dra. Hannah Thame é Médica Veterinária e Mestre em Ciência Animal com ênfase em Sanidade Animal pela Universidade Estadual de Santa Cruz

Fazer escolhas e abrir mão

Eulina Lavigne

 

eulina lavigneQuando você era criança ouviu alguém lhe pedir para ficar quieto senão o bicho papão iria lhe comer? Ou lhe dizer que se fizesse isso ou aquilo a bruxa malvada lhe levaria para a casa dela e lhe prenderia na gaiola tal qual fez com o Joãozinho e Maria? E o lobo mau?

E você fez o quê? Desafiou a bruxa, o lobo mau e o bicho papão? Ou se apegou ao medo?

Pois é, a grande maioria de nós desde cedo aprende a cercear os desejos e ações e ficar imobilizado e acomodado em função do medo. Diante de uma ameaça de vida ou morte você vai fazer o quê? Obedecer! E o pior é que é uma ameaça de morte que não existe!

Quando cerceamos as nossas ideias e desejos somos levados a controlar os nossos impulsos e as nossas ações, e quando isto é feito por meio de uma ameaça tudo fica pior, pois, uma hora “a vaca vai para o brejo e torce o rabo”.

escolhasSe os nossos desejos e ideias são tolhidas de forma autoritária em algum momento entraremos em um embate e, buscaremos o controle ou com uma passividade dissimulada, ou com agressividade, ou com pirraças, seja de que forma for vamos buscar.

Embate de lá e embate de cá implica que alguém terá que ceder se desejam uma solução. E penso que essa concessão se torna mais saudável por meio do diálogo. Por meio da escuta, da reflexão e da percepção de que muitas vezes aquilo que acreditamos ser o certo nem sempre é. Da clareza de que os padrões sobre os quais fomos educados já não cabem mais no momento atual.

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Memórias de um Dinossauro

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Bar das Putas

Ano de 1981. O Diário de Osasco finalmente trocava as velhas impressoras e linotipos e passava a ser impresso em off-set. Era como pular da Idade da Pedra para o futuro, sem escalas.

O Diário também  deixava de ser temporariamente diário para se tornar semanal, embora continuasse ostentando o título Diário.

Para o Vrejhi Sanazar, dono do jornal, era um salto de qualidade e a oportunidade de atrair anunciantes. Fazer dinheiro, enfim.

Para mim e para o Giovanni Palma, que tocávamos a redação, era o passaporte para a modernidade, poder ousar nos textos, nas fotos, no formato da primeira página.

bar putasMais do que isso: como o jornal seria diagramado e impresso no prédio do Estadão (O Estado de São Paulo) na marginal Pinheiros, era a chance de viver o clima de grande imprensa, cruzar com o pessoal que fazia aquele que na época era o mais influente jornal brasileiro, até ser ultrapassado pela Folha de São Paulo.

Era também uma oportunidade para manter contato com grandes jornalistas, não apenas do Estadão, mas também de outros veículos, já que após o fechamento das edições (naquele tempo os jornais fechavam de madrugada e não eram essa coisa pasteurizada e insossa de hoje, decadentes superados pela agilidades da internet), o pessoal se dirigia a um ´pé sujo´ na avenida da Consolação, centro velho da capital paulista, onde um churrasquinho ou uma batata frita honestos eram oferecidos a preço justo. Obviamente acompanhados de uma cervejinha, uma batidinha, uma cachacinha.

Ou tudo junto!

O local era chamado de Bar das Putas, porque além dos companheiros jornalistas, as companheiras operárias do amor também batiam ponto lá, fechando a noite de trabalho duro (ops!). Uma convivência harmoniosa, num local que marcou época numa São Paulo ainda sem crack e sem tanta violência.

Foi no Bar das Putas, enquanto entornava uma dose tamanho família de batida de limão e comemorava com o Palma mais uma bela edição do nosso “Diário semanal”, que ouvi a seguinte frase de uma das distintas freqüentadoras:

-O cara quando quer uma puta só pra ele, tem que pagar bem. Se não pagar, vai ter que dividir com os outros e se contentar com as sobras.

Num país onde, diz a lenda, cafetão se apaixona, puta goza, traficante cheira e político honesto é mais raro do que trevo de cinco folhas, a moçoila perpetrou um comentário de antologia.

Foto: José Nazal

Ilhéus: Rio Itacanoeira (ou Fundão) chegando para encontrar os rios Cachoeira e  Santana, para juntos chegarem ao Atlântico.

Ilhéus: Rio Itacanoeira (ou Fundão) chegando para encontrar os rios Cachoeira e Santana, para juntos chegarem ao Atlântico.

Cirurgia Ortognática: estética e saúde

PRE E POS OPERATORIOCorrigir imperfeições faciais relacionadas aos posicionamentos inadequados dos maxilares, este é um dos principais objetivos da cirurgia Ortognática. Em Itabuna, o procedimento já é realizado na Santa Casa de Misericórdia, no Hospital Manoel Novaes que é regulado para o serviço de Cirurgia e Traumatologia Buco-maxilo-facial.

A equipe é formada pelos cirurgiões dentistas Rafael Zetehaku Araujo (CRO-BA 14.198), Ana Carolina Lemos Pimentel (CRO-BA 12.116), especialistas em traumas de face, ossos do crânio e em cirurgia ortognática e pelo dentista João Vitor Lemos Pinheiro (CRO-BA 17073).

O Cirurgião Dentista RafaelDe acordo com o cirurgião dentista , Rafael Zetehaku Araújo (foto), o procedimento além de proporcionar mais qualidade de vida aos pacientes, traz melhorias estéticas. “A Cirurgia Ortognática é um procedimento para correção da má assimetria da posição dentária e dos maxilares. A correção visa reparar e possibilitar uma correta mastigação, fonação e respiração, além da proporcionar uma adequada harmonia facial com reparação da estética facial e do sorriso”, disse Rafael.

Ainda de acordo o cirurgião, essa alteração de assimetria normalmente começa durante a fase de crescimento e se estabiliza na idade adulta, podendo comprometer além da respiração, articulação, mastigação e fala, a harmonia e a beleza do rosto. “ Durante o procedimento, os dentes são reposicionados com ortodontia, e a cirurgia ortognática reposiciona os maxilares desalinhados. Isto não somente melhora a aparência facial, mas também assegura correta mordida dentária e estabilidade funcional. Esta correção possibilita ao paciente uma mastigação correta, fonação e respiração, além da proporcionar uma adequada harmonia facial com reparação da estética facial e do sorriso”, disse Rafael.

Para a cirurgiã dentista, Ana Carolina Lemos Pimentel um dos diferenciais do Serviço de Cirurgia e Traumatologia Buco-maxilo-facial do Hospital Manoel Novaes é a atuação em procedimentos eletivos, com Ambulatório de Cirurgia Buco-maxilo-facial e planejamento cirúrgico terapêutico. “Habitualmente só se lembra do Cirurgião Buco-maxilo para os casos de trauma e cirurgias reparadoras. Nosso serviço é muito mais amplo, atuando também para prevenção e correção de disfunções que impactam principalmente na qualidade de vida do paciente. Com a Cirurgia Ortognática o espaço da Via Aérea respiratória desse paciente é aumentado, estirando a musculatura da região, reduzindo os episódios de obstrução e consequentemente das Síndromes da Apinéia obstrutiva do Sono (SAOS)”, concluiu Dra. Ana.

O Lula que o Golpe não quer que o Brasil veja…

Mochileiros apresentam ações de Rui na capital e interior

Rui CoraçãoUm, dois, três mochileiros e o candidato à reeleição pelo PT, Rui Costa, numa mesma tela, através de uma vídeo-conferência. A rotina do celular dos telespectadores parou na tela da TV durante o segundo programa eleitoral veiculado nesta sexta-feira, 31, às 20h30.

Com o aparelho na palma das mãos, o atual governador bateu papo com os mochileiros Maurício Ramos, Carol Alves e Felipe Mago que vão ajudar a mostrar o que ele fez pela Bahia durante os quatro anos de gestão. Para aproximar ainda mais o eleitor, do candidato, o programa apostou na interatividade. Entrou na onda da “hashtag” e lançou #ruicorreria propiciando juntar em um único espaço usuários interessados em fazer parte e compartilhar o conteúdo.

O programa ainda apresentou os candidatos da chapa de Rui, “Mais Trabalho por Toda a Bahia”, João Leão (PP), como vice-governador, Jaques Wagner (PT) e Ângelo Coronel (PSD) a senador. Reforçou a origem dele que veio do bairro da Liberdade, periferia de Salvador. “Estou realizando um sonho de minha mãe e de meu pai. E aonde eles estiverem olhando lá de cima, eles devem estar sentindo um enorme orgulho, da família, do filho que nasceu na Liberdade”, emocionou-se o candidato.

No vídeo com 4’13’’ de duração, Rui, que busca permanecer governador por mais quatro anos até 2022, foi enfático e afirmou: “Política é lugar de cuidar de gente”.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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