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Games para toda a família

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O mercado de Games está começando no Brasil, já no exterior onde a indústria de jogos eletrônico é mais aquecida, e ainda tem muito a crescer e se desenvolver. Com mais de 66,3 milhões de games, correspondência superior a R$ 5 bilhões em 2017, o Brasil é o principal mercado de jogos eletrônicos da América Latina, conforme levantamento Newzoo. O mercado mostra um setor crescente e o faz ainda mais precisamente, levando em conta dados relacionados ao mercado físico, digital e móvel. Observamos o público para uma amostra representativa da população de 13 a 64 anos, que considera “jogador” qualquer pessoa que tenha usado videogame nos últimos 12 meses.

familia 1FREQUÊNCIA DO JOGO E SUAS PLATAFORMAS – Vamos agora para a população: 57% dos brasileiros entre 13 e 64 já jogaram pelo menos uma vez em videogames nos últimos 12 meses, estamos falando de 66,3 milhões de pessoas que 59% dos casos são homens. A faixa etária principal concentra-se entre 25 e 34 anos, seguido por aquela entre 35 e 44. Curiosamente, a diferença entre homens e mulheres aumenta com a idade, permanecendo a grande maioria masculina. 45% dos entrevistados dizem que jogam todas as semanas, mas há também 43% que nunca jogam.

No que diz respeito aos sistema mais difundidos, os dados se cruzam, em alguns casos, temos mais sistemas de jogos para uma pessoa, de modo que 48% possuem um console, 46% um PC e 52% um dispositivo móvel. Obviamente, no mundo dos consoles, o PlayStation 4 é rei, mas há uma porcentagem muito alta de usuários ainda ligados ao Xbox One. A grande japonesa Nintendo, encerrou suas lojas em São Paulo há mais de 5 anos, mas  atualmente está se preparando para novas possibilidades de retorno e resgate, com vendas oficiais no Brasil, a empresa anuncia a criação da Loja online, em busca do tempo perdido, a Nintendo Switch ( https://store.nintendo.com.br), no site será possível adquirir códigos para ter acesso aos jogos, com pagamento em reais e cartões de crédito nacional.

familia 4De todos os proprietários de um console, apenas 36% jogam online, enquanto não temos os mesmo dados no mundo PC. Obviamente, tablets e celulares são os mais utilizados em geral, especialmente nas faixas etárias mais baixas, mas após os 55 anos os jogadores brasileiros preferem o PC, talvez porque as reflexões sejam a preferência de jogos estratégicos.

DESENVOLVER JOGOS – Questões Jurídicas e a Capacitação de Recursos – Para se fazer um game, tem que ter uma equipe, pequena ou grande, todos os técnicos envolvidos possuem direitos autorais sobre suas contribuições no desenvolvimento do jogo. O Contrato é indispensável para se desenvolver um videogame, precisa ser muito bem-feito para evitar problemas no futuro, desde o planejamento á execução. Tudo deve estar em acordo escrito, mesmo quando se trabalhe com amigos.

Necessidades econômicas de criação e execução, existem varias formas de Captação de Recursos para o desenvolvimento de games independentes ou não, todas as fontes de recursos exige cuidados jurídicos próprios, e normas a serem respeitadas. Deve-se entender e ponderar com a equipe de desenvolvimento, as vantagens e desvantagens de cada fonte, quais os custos  (financeiros e não financeiros) envolvidos. A forma mais fácil e inovadora de captação de recurso, que se apresenta na atualidade e nas condições econômica do nosso mercado, é o Financiamento Coletivo online ( ou Crowdfunding) popularmente conhecido como “Vaquinha Online, Eletrônica ou Virtual”, é o meio pelo qual se pode arrecadar fundos para alavancar um projeto de jogos eletrônicos e/ou outros projetos… e torná-lo realidade!

FONTE DE INFORMAÇÃO SOBRE VIDEOGAMES – Mas como nos informamos sobre videogames? Youtuber, Podcast, e redes sociais são as principais formas de acesso a notícias, resenhas, rumores e opiniões sobre videogames, seguir sites especializados, lojas de aplicativos e imprensa em geral. Deve-se dizer que a porcentagem de mídias sociais provavelmente também inclui notícias dos sites de informação transmitidos através das páginas ou usuários, de modo que os dados nos chegam com alguns sentidos.

familia 3INTERESSE NOS VIDEOGAMES. Com o crescimento das novas tecnologias, os videogames se reinventam constantemente, existindo sempre algo a ser feito e descoberto. Avanços, interesses e aumento de possibilidades internacionais, perante um mercado milionário e sempre crescente dos jogos eletrônicos, fazem que os pais, tenham um novo olhar, como grande oportunidade profissional para os seus filhos aficionados em videogames, além de os auxiliar na construção da personalidade e no desenvolvimento do raciocínio lógico –

MOTIVOS PELOS QUAIS OS PAIS TEM JOGADO COM SEUS FILHOS. Uma percentagem significativa é a dos país que brincam com os filhos, são 67% e o fazem pelos motivos mais dispares. O mais comum é que é uma atividade divertida ou para passa tempo com eles. Mas de um terço dos país dizem que são os próprios filhos que querem jogar com os pais. De certa forma, um fato reconfortante e que lentamente corrói os pensamentos ultrapassado, que as crianças se isolavam através de videogames ou que os pais não são conscientes e intoleráveis. É claro que quanto mais continuarmos, os jogadores mais velhos se tornarem pais e mães com mais conhecimento sobre o assunto do que as gerações anteriores.

 

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Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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