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Archive for julho 7th, 2018

A invenção do Chocolate da Mata Atlântica

Gerson Marques

 gerson marquesFazer chocolates é uma atividade muito nova para nos do Sul da Bahia, o antigo modelo exportador de matéria prima, com base monocultural, ficou congelado por mais de um século, travando alternativas e oferecendo um certo conforto, que mais tarde se mostraria insustentável.

Neste sentido, existe um fator positivo com a crise da vassoura, como ensina os orientais, as crises são o fim e início ao mesmo tempo, depende de seu ponto de vista, ou como se comporta perante a adversidade.

A busca por alternativas que viabilizasse saídas para um quadro de insustentabilidade econômica da atividade agrícola do cacau, foi sem dúvidas o fator motivador e indutor para o surgimento da chocolataria no Sul da Bahia.

chocolate do sul da bahiaMas, como se faz chocolates? Está era a pergunta a ser respondida anos noventa, no mundo até então, prevalecia a escola Suíça, com forte tradição no chocolate ao leite, traduzido para o Brasil, em chocolates com baixo teor de cacau, baixa qualidade e muitos aditivos suspeitos, fidelizando consumidores de doces, com o nome chocolate entrando como fantasia.

A falta de tradição e conhecimento sobre a produção de chocolates, era uma dificuldade que parecia intransponível apontando para um mar de desafios pela frente.

Também nos anos noventa, surge na Califórnia-EUA, um movimento de inovação do chocolate, comandado por chefs de culinária que resolveram reinventar o chocolate com base na seleção de amêndoas de alta qualidade e diminuição ou eliminação do leite na fórmula de seus inventos, este movimento ficou logo conhecido como “been tô bar”, foram fundamentais no desenvolvimento de uma linha de máquinas e equipamentos, de pequeno porte que viabilizaria o surgimento da micro e pequena fábrica de chocolate, coisa impensável pouco tempo antes.

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Juninho Espoliano, “Fugindo dos cobradores”

Educação Digital: o necessário olhar dos pais para o comportamento virtual dos filhos

Débora Spagnol

 

debora 2Os abandonos afetivos e materiais são assuntos recorrentes quando de se trata da omissão dos pais nas relações familiares. Mas há uma nova e também preocupante forma de abandono e que, não obstante tenha características próprias, pode resultar em intensos prejuízos emocionais e sociais aos filhos menores: o “abandono digital”.

Em termos simples, a expressão traduz a negligência manifesta por omissão dos pais que, descuidando da segurança dos filhos no ambiente digital, não atuam no sentido de evitar os efeitos nocivos das redes sociais diante das inúmeras situações de risco e vulnerabilidade a que os mesmos estão expostos. (1)

É inegável a constante e cada vez maior influência da tecnologia no seio da sociedade, da escola e, principalmente, das famílias. Desde bebês, as crianças são expostas ao uso cada vez maior de aparelhos conectados à internet: das babás eletrônicas aos smartphones, há uma infinidade de opções de dispositivos que prometem não somente garantir a segurança dos pequenos, mas principalmente sua interação com o mundo.

Nesse cenário, a educação digital se mostra uma pauta necessária no dia a dia das famílias. Dada a natural vulnerabilidade das crianças  e jovens, que reflete diretamente na ausência de autonomia legal para responder por determinadas situações, compete aos pais orientá-los para o uso consciente e responsável das mídias.

O conceito de “educação digital”, porém, vai além das habilidades e conhecimentos práticos acerca do uso da tecnologia: saber ligar o smartphone, baixar vídeos, mandar e receber mensagens interfere muito pouco na qualificação do usuário se ele, ao invés de compartilhar notícias relevantes e de fonte confiável, profere ofensas e dissemina mentiras. Read the rest of this entry »

Foto: José Nazal

A beleza de Ilhéus em todo o seu esplendor. Obra prima da natureza  no sul da Bahia

A beleza de Ilhéus em todo o seu esplendor. Obra prima da natureza no sul da Bahia

Somos Perfeitamente Imperfeitos

Eulina Lavigne

 

eulina lavigneTodos os dias quando acordo medito, faço a minha saudação ao sol, peço que ele renove a minha luz e me proteja.

Ouvi desde criança que o Sol é o nosso astro Rei. É fonte de energia, de vitamina D, que facilita a absorção de cálcio em nosso organismo. E ontem ouvi que ele reflete a vastidão da nossa luz! Essa luz única que cada um de nós emana.E, muitas vezes percebo que temos dificuldades para aceitar e acolher a nossa luz e desejamos brilhar na luz do outro.

Tomar a nossa luz é também enxergar a nossa sombra. Em alguns momentos queremos calçar o sapato 36 do outro embora o nosso seja 35 e caminhamos cheios de resmungue e de queixas. Só pode, com o sapato apertado!

maçaTem gente que esquece que sapato para brilhar precisa ser polido. E assim somos nós. Precisamos polir os maus pensamentos, as ações que já não nos cabe mais, os maus sentimentos e parar de achar que temos a razão e conhecemos a verdade.

Sapato bom é aquele que se ajusta aos nossos pés. Bom para fazer longas caminhadas, enfrentar estradas de barro, que supera barreiras e no final do caminho encontra a cera certa para brilhar.

Cada um de nós tem uma jornada sagrada, uma forma singular de se conectar com o seu divino.E por vezes nos desconectamos desse aspecto tão íntimo, tão sagrado e pessoal como se ao olhar no espelho não reconhecêssemos mais a essência da nossa alma.

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vily

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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