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Archive for maio 5th, 2018

A maioridade do Shopping Jequitibá

 

Manoel Chaves Neto

netoO que significa 18 anos de idade?

Significa a Maioridade. Maioridade é a idade mínima estabelecida por lei que determina quando um indivíduo passa a ser responsável por seus atos, tendo também obrigações e direitos civis completos. A maioria dos países ocidentais adotam a idade cronológica de 18 anos como limite entre a menoridade e maioridade.

PARA NÓS DO SHOPPING JEQUITIBÁ, significa maturidade, responsabilidade e respeito, além de nos assegurar da certeza que estamos no caminho certo, para fazer do Shopping Jequitibá, uma referência, em um shopping regional dominante do Sul da Bahia.

Ao longo deste início de trajetória, houveram acertos e erros, sobreponhamos os acertos, nos quais hoje temos contemplado rico acervo de conhecimento e experiência, consolidando todo nosso trabalho na gestão de condomínio e Shopping Center, elaborado no presente para mantermos atualizados no futuro.

É flagrante, fica nítido, após 18 anos, que para o alcance e superação das expectativas e objetivos estratégicos que o Shopping Center traz para uma região, nos obriga, o quanto antes, à entrega de um Empreendimento completo, correspondendo aos anseios e demandas regionais. É provável que possíveis expectativas não foram correspondidas a contento até então, entretanto estamos todos unidos, trabalhando duro e focados, para atendê-los com brevidade nesta perspectiva.

Por fim, o maior significado de todos é o que aprendi e continuo a aprender com meu pai, Helenilson Chaves, de que vale a pena sonhar e realizar os sonhos, acreditar no potencial de Itabuna, Ilhéus e em todo sul da Bahia, acreditar nas pessoas, formar equipe, empreender a longo prazo, se arriscar e gerar empregos. PARABÉNS pela iniciativa isolada de iniciar a construção em 1998 e inaugurar o Shopping Jequitibá em 5 de maio de 2000. Que venham mais 18, 36, 72 anos de progresso da nossa região.

FELIZ ANIVERSÁRIO SHOPPING JEQUITIBÁ.

Manoel Chaves Neto é diretor do Shopping Jequitibá

Juninho Espoliano em “A pior coisa é casa dos outros”

“Bullying”: um jogo de poder em que todos perdem

Debora Spagnol

 

debora 2A educação faz parte da vida de todos os que vivem em sociedade. Mas é na família que os filhos encontram o primeiro e mais importante ambiente de socialização: no seu seio são transmitidas as primeiras concepções de mundo, os valores morais, as crenças e filosofias de vida, sendo a base da construção psíquica da criança. A escola, depois, será responsável pelo aprendizado intelectual, o desenvolvimento e a construção da identidade que se dão pela vivência entre os diferentes. Crianças e adolescentes saudáveis e sociáveis – pode-se dizer – são fruto de uma boa base familiar e escolar.

A família brasileira sofreu diversas transformações desde o final do século XIX até os dias atuais: da família tradicional burguesa – onde predominava o patriarcado e a submissão feminina – para a família contemporânea, na qual não há um modelo único e correto de núcleo familiar.  Diversas configurações convivem entre si (famílias homoafetivas, monoparentais, reconstituídas) enquanto os papeis e funções vividos pelos sujeitos dentro das relações familiares geram diferenças nas representações. Com número cada vez maior de mulheres no mercado de trabalho, sua renda já é considerada essencial para a sobrevivência digna da família (1). E a cada ano cresce o número de famílias sustentadas exclusivamente por mulheres.

Embora tenha aumentado o tempo que a mãe fique fora de casa em busca de sustento, o pai ainda não consegue suprir esse tempo junto aos filhos, que necessariamente são deixados aos cuidados de creches ou terceiras pessoas (muitas vezes da família, como tias e avós), o que termina por interferir na dinâmica familiar. Enfraqueceu-se a forma autoritária de educação (hoje se entende que uma boa educação deve se basear no amor com limites), que passa a ser exercida conjuntamente pelos pais e nem sempre da forma mais benéfica aos filhos – geralmente oscilando entre o autoritarismo e a permissividade.

Por conta desses novos paradigmas e da dificuldade de sua aplicação, muitas vezes a educação familiar nem sempre se realiza de forma completa, cabendo então à escola assumir perante crianças e adolescentes atribuições inerentes ao núcleo familiar. Ocorre que nem sempre os professores estão preparados para isso – falta estrutura,  preparo e, principalmente, incentivo por parte do Estado para que se forneça uma educação integral. Assim, muitas vezes conflitos não resolvidos em casa pela criança ou adolescente terminam por serem transferidos à escola, em proporções muito maiores e mais violentas. (2)

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Praia Busca Vida, Camaçari. O dia começa com um arco-íris (foto Gisa Silveira)

Praia Busca Vida, Camaçari. O dia começa com um arco-íris (foto Gisa Silveira)

O SUS vem SUSpirando!

Eulina Lavigne

 

eulina lavigneEm 2005, deixei de pagar o meu Plano de Saúde e confesso que até hoje não me arrependo do que fiz. Hoje de acordo com a minha idade, se estivesse pagando um Plano de Saúde gastaria mais de R$2.000,00 por mês e sem garantia de bom atendimento. Então façamos a conta, quase R$30.000,00 por ano. Meu Plano de Saúde hoje é o SUS.

Alguns amigos, os mais desesperados (rs), me chamam de louca e me pedem para rezar todos os dias para não precisar dos serviços do SUS. Graças a Deus, sempre tive uma boa saúde e gasto anualmente menos de R$2.000,00 para fazer todos os meus exames preventivos.  Utilizei os serviços do SUS uma única vez quando quebrei o pé e fui realizar uma radiografia. Após o exame o servidor me pediu que retornasse para pegar o laudo médico após 15 dias. 15 dias? Já estaria com o meu pé torto. Solicitei a radiografia de imediato, sem o laudo, e eu mesma tratei de resolver o meu problema com a Mãe Terra, aplicando os meus conhecimentos sobre argiloterapia. E quem não tem o conhecimento? Como fica se simplesmente aceita?

Confesso que sempre agradeci a Deus por não precisar recorrer aos serviços do SUS e venho, recentemente, repensando sobre isso desde quando uma amiga descobriu que estava com um câncer e fez todo o seu tratamento com excelência pelo SUS.  Creio que isso foi possível não só por ser uma pessoa formadora de opinião e principalmente por ser uma pessoa conhecedora dos seus direitos e deveres.

Ela me conta que acredita que as pessoas preferem pagar um Plano de Saúde a dizer que são atendidas pelo SUS, além de terem a crença de que o sistema não funciona. Segundo ela funciona. Enquanto ela fazia radioterapia, todos tinham o mesmo atendimento, independente se o plano era privado ou SUS. A máquina é a mesma, os técnicos são os mesmos, os médicos são os mesmos… E o atendimento por ordem de chegada.

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lord

Carta aberta ao presidente Lula

“A liberdade o aguarda, assim como o esquecimento aguarda seus algozes”

lula

Por Josias Gomes*

“Vendo o sol a brilhar no céu celeste

No impacto da seca cruciante
Já não posso apelar pros governantes que não lembram do Nordeste
Michel Temer roubando feito a peste
Aumentando o petróleo e a energia
Cortou o tempo da aposentadoria, toda minha esperança se consome
Se eu parar de cantar morro de fome que a cantiga é meu pão de cada dia
Quando Lula era nosso presidente 
Ganhei casa, Samu, bolsa família, comprei carro, troquei minha mobília, comprei tudo que quis pra minha gente
Nordestino ganhou vida decente e almoçava em qualquer churrascaria 
Hoje se eu não fizer a cantoria lá em casa onde eu moro ninguém come.
Se eu deixar de cantar morro de fome que a cantiga é meu pão de cada dia”.

(Sabedoria popular expressa nos versos de repentistas nordestinos)
Caro presidente Lula
josias gomesA vontade de te escrever esta carta aberta surgiu por uma série de motivos.

O primeiro foi a desfaçatez do déspota de plantão, que foi à TV comparar-se com José Joaquim da Silva Xavier, o Tiradentes. Além de desrespeito ao nosso primeiro mártir da Independência, isto é um desrespeito a você, que todo mundo sabe e considera o nosso Tiradentes do século XXI.

Outro motivo foi a decisão desta juíza, de primeira instância, de Curitiba, proibindo a visita de Adolfo Perez Esquivel, prêmio Nobel da Paz, e de Leonardo Boff, um dos mais importantes teólogos do Cristianismo de todos os tempos.

Outro motivo foi a agressão a você e aos participantes da sua caravana pela cidadania por pessoas que pregam o ódio e a intolerância política.

Tenho a certeza de que a grande maioria do povo brasileiro está solidário com você nesta cela de Curitiba.

Personagens históricos que dispensam apresentação, Anita e Giuseppe Garibaldi, a “heroína e o herói de dois mundos”, foram combatentes libertários, e testemunhas vivas até hoje da liberdade das paixões e da paixão pela liberdade.

No Nordeste, outros dois revolucionários – expoentes da luta pela liberdade – foram o baiano Carlos Marighella e o pernambucano Joaquim da Silva Rabelo – Frei Joaquim do Amor Divino Rabelo Caneca -, mais conhecido como Frei Caneca, um dos mentores da Revolução Pernambucana.

Não tenho a menor dúvida de que se estivessem vivos todos eles também estariam tentando visitá-lo, assim como Perez Esquivel e Leonardo Boff.

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Ilheense completa 100 anos com saúde, lucidez e bom humor

vovó 1

Mauricio Maron

O ano de 1918 foi repleto de acontecimentos que influenciaram de maneira decisiva os brasileiros e o mundo. Foi o ano em que a Primeira Guerra Mundial chegou ao fim. Para o Brasil, o momento da chegada da “gripe espanhola” ao País, depois de ter provocado inúmeras vítimas pelo mundo afora.

Em Olivença, interior de Ilhéus, nascia Donatília Miranda de Góes. Filha de escrava e de um sergipano que fugia da seca do Nordeste em busca de novas oportunidades de vida. Aos 12 anos, mesmo contra a própria vontade, já era levada para a mata de um pequeno pedaço de terra em Banco Central, à época um dos distritos mais prósperos de Ilhéus, para ajudar ao pai que comprara um pedaço de chão para recomeçar a vida.

MEMÓRIA

Lúcida, hoje aos 100 anos, é ela mesma quem conta esta saga. “Queimava mata, plantava arroz, mandioca, aipim. Não gostava daquilo, não. Mas meu pai dizia ´não vou botar trabalhador não. Vamos trabalhar, ´vombora´”, lembra até hoje. A saúde e a boa memória de dona Donatília impressionam. Ela não só lembra de datas importantes vivenciadas ao longo de um século de vida mas, também, corrige com uma segurança de dar inveja quem comete um erro na informação transmitida.

Nos últimos dias, cercada de familiares, Donatília comemora seu centenário, ocorrido no último dia dois. Será uma semana inteira de comemorações e reúne em Ilhéus a maior parte dos seus descendentes: seis filhos, 25 netos, 43 bisnetos, 14 tataranetos. “Tá chegando mais gente”, faz questão de frisar.

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Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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