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Tiraram a faixa do “Vampirão”. Mas foi só na Passarela, pena…

Por Fernando Brito, no Tijolaço 

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Descobriu-se a primeira finalidade da intervenção federal do Rio de Janeiro.

O “Vampirão”, principal destaque do último carro alegórico da escola Paraíso do Tuiuti – vice-campeã e grande novidade deste Carnaval – , desfilou esta madrugada sem a faixa que servia de legenda à sua identidade.

Como nos maus tempos da ditadura, vieram “ordens superiores”e a larga faixa ficou reduzida a uma fina gravata verde-amarela, que também estava na fantasia original.

Uma bobagem, porque o “Vampirão” e Michel Temer já eram gêmeos por suas mórbidas semelhanças.

Mas dá para imaginar a cena antes impensável:

-Tirem a faixa ou vão ver só”

-A gente tira, chefe, mas a gravata pode ficar?

Claro que a faixa é uma irrelevância. Mas a misteriosa ordem para tirá-la não é.

Revela que começa a existir aquela sombra de medo que, ao se projetar sobre as pessoas comuns, aumenta o tamanho das almas minúsculas do autoritarismo.

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Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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