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Archive for outubro 9th, 2017

Rui reúne 35 prefeitos na assinatura do contrato para duplicação da `Ilhéus-Itabuna`

Foto Pedro Moraes_GOVBA (2) (2)

Não foi só a população que lotou o evento de assinatura do contrato para a duplicação da BR-415, em Itabuna, na manhã desta segunda-feira (9). Até 11h, 35 prefeitos e outras 60 lideranças políticas haviam registrado presença no ato com o governador Rui Costa. Foram 19 vice-prefeitos, 21 ex-prefeitos, oito deputados estaduais, oito deputados federais, dois ex-deputados, os senadores Otto Alencar e Lídice da Mata, além de cerca de 250 vereadores dos municípios que serão beneficiados pela obra na rodovia, responsável pela ligação entre Ilhéus e Itabuna.

Em seu discurso, o governador parabenizou o grupo pela unidade em prol do desenvolvimento do sul do estado. “Hoje, eu estou vendo aqui [lado a lado no palanque] gente que disputou eleição um contra o outro. Isso merece o reconhecimento da população. Eu me orgulho de vocês, que se uniram em favor de Itabuna, de Ilhéus e de toda a região”, afirmou o governador.

Duplicação da Rodovia Ilhéus-Itabuna vai beneficiar mais de 500 mil baianos

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São cerca de 18 quilômetros que separam Ilhéus e Itabuna, no Sul do estado, que serão duplicados, por onde passam mais de 10 mil veículos diariamente. Mais conforto e mais segurança para os mais de 511 mil baianos, que circulam pela BR-415 e também pelos municípios de Una, Canavieiras, Buerarema, Itacaré e Uruçuca. Motivo de comemoração para os moradores da região que foram até o ?centro da cidade de Itabuna para acompanhar a assinatura do contrato da duplicação da rodovia, assinado pelo governador Rui Costa na manhã desta segunda-feira (9).

duplicação 2“É um sonho que a região realiza, que é planejado há alguns anos e hoje a gente tem a oportunidade de assinar o contrato, e a empresa tem agora um prazo para entregar o projeto e iniciar a obra. É garantia não só de uma estrada, mas integração urbana entre as duas cidades, de forma qualificada, com ciclovias, que possam simbolizar toda a beleza aqui da região sul da Bahia na duplicação da estrada Ilhéus-Itabuna”, afirmou o governador Rui Costa .

Importante rota para a economia da região, integrada ao porto de Malhado, em Ilhéus, a rodovia é por onde a produção do sul é levada para exportação, além de estar na rota do turismo baiano, na Costa do Cacau. Serão investidos cerca de R$ 105 milhões para a execução do projeto já autorizado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), que vai duplicar a rodovia pela margem direita do Rio Cachoeira.

duplicaçãoi 3O governador destacou a série de investimentos realizados na região Sul da Bahia pelo Governo do Estado. “Essa obra se soma à realização de sonhos de décadas, como o Hospital Regional da Costa do Cacau que vamos inaugurar agora em novembro, temos a nova ponte Ilhéus-Pontal que entregaremos no primeiro semestre do ano que vem, a Barragem do Rio Colônia, que vai regularizar a vazão do rio e garantir o abastecimento de água da região, portanto, nós temos muito orgulho e satisfação de realizar estas e outras obras com os municípios”, afirmou.

O prefeito de Ilhéus, Mario Alexandre, considera que a duplicação da BR-415 vai levar muitos benefícios para a região. “Nós estamos extremamente felizes de fazer com que a região se desenvolva. A duplicação dessa estrada é um sonho antigo que vai trazer geração de emprego e renda, acessibilidade, fortalecimento do turismo, coisas importantes que vão chegar com esse momento histórico.”

Para o prefeito de Itabuna, Fernando Gomes, a concretização deste desejo antigo dos moradores da região demonstra o compromisso do governador Rui Costa com a gestão estadual. “Só agora nós temos um gestor na Bahia que tomou essa posição de tocar a obra que vai beneficiar tanto às duas cidades”. (Fotos: Pedro Moraes/GOVBA)

 

Che 50 anos, o Mito não morreu

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(Pesquisa e texto de Zédejesusbarreto)

Meio século depois de assassinado no interior da Bolívia, em 9 de outubro de 1967, os ideais revolucionários do guerrilheiro Ernesto Che Guevara continuam pulsantes, sobretudo nessa Latino-América ainda tão desigual, polarizada e injusta.

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Como foi a execução

Quase um ano depois de ter se embrenhado com alguns companheiros de sonhos nas matas bolivianas plantando sementes do que imaginava ser o começo de uma grande revolução no continente sul-americano, isolado, doente, traído por alguns camponeses e cercado por tropas do exército do ditador René Barrientos, o guerrilheiro Che Guevara foi emboscado, ferido e aprisionado na região da Quebrada del Churro, próxima ao vilarejo de La Higuera. Atingido por um tiro na perna foi aprisionado junto com o companheiro Simon ‘Willy’, ambos levados para uma escolinha de chão e paredes de barro, no vilarejo, onde passou a noite no chão com pés e mãos amarradas, esperando o destino.

Não era mais a figura daquele homem bonito, altivo e encantador que conhecemos pela extraordinária fotografia de Alberto Korda, em posters e camisetas mundo afora. Não. Aquele Guevara era um homem envelhecido para os seus quase 40 anos de idade, magérrimo, faminto, desidratado e padecido pelos constantes ataques de asma.

No dia seguinte de sua prisão, por volta do meio dia, chegou a ordem do governo central da Bolívia para se ‘proceder à eliminação do señor Guevara’. Execução sumária. O autor dos tiros de fuzil semiautomático foi o sargento Mário Terán, orientado pelo seu coronel Zenteno Anaya para que preservasse o rosto. Era preciso criar a versão de que ele teria sido morto em combate.

Ainda na tarde de 9 de outubro o corpo de Che, amarrado às ferragens de pouso de um helicóptero, foi levado à cidade próxima de Vallegrande, onde restou colocado sobre uma lavanderia nos fundos do hospital local Nuestro Señor de Malta. As fotos que conhecemos do corpo de Che estendido foram feitas lá, a notícia se espalhando e atraindo muita gente para vê-lo.

Contam, então, que a partir daí os milicos da ditadura boliviana mandaram decepar as mãos do guerrilheiro, colocadas num vaso de vidro com formol e enviadas à perícia em Buenos Aires. No dia 11, o cadáver foi atirado numa vala próxima das cabeceiras de uma pista de pouso local e os restos mortais de Guevara só foram localizados 30 anos depois; daí, por um acordo entre governos, foram transferidos para Santa Clara, em Cuba, os ossos sepultado então com honras de chefe de Estado com a presença do companheiro e comandante Fidel Castro. O comandante Fidel fez um pronunciamento pela TV ao povo cubano no dia 15 de outubro de 1967, anunciando a morte de Che. Comoção.  Um herói, mito e exemplo em Cuba, ainda hoje e sempre.

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O homem que morreu para viver para sempre

Há  exatos 50 anos, num dia 9 de outubro,  Che Guevara era assassinado em La Higuera, na Bolivia, depois de ser caçado por soldados bolivianos com a ajuda de agentes dos EUA.

 Morto, o herói da Revolução Cubana se tornou  um mito, símbolo de gerações de rebeldes em todas as partes do mundo.

 Personagem marcante do século XX, com todas as suas contradições, Che está longe de ser um herói datado.

 Seu espírito libertário e sua fé na causa que acreditava, fosse ela justa ou não, permanecem vivos, necessários num mundo em que a tecnologia, em vez de funcionar como ponte, criou um imenso abismo de desigualdade social. E em que milhões de pessoas ainda morrem de fome, enquanto se gastam bilhões em armas cada vez  mais mortíferas e em guerras cada vez  mais sem sentido.

 Hasta siempre, Comandante.

 

Veja como vai ser a duplicação da rodovia Ilhéus-Itabuna

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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