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Archive for outubro 7th, 2017

Rui assina ordem de serviço para duplicação da rodovia Ilhéus – Itabuna

rui cO governador Rui Costa assina na próxima segunda-feira (9), às 9h, ordem de serviço para o início das obras de duplicação da BR- 415, que liga os municípios de Ilhéus e Itabuna (Rodovia Jorge Amado), no sul do estado. O ato será realizado em Itabuna, na área do antigo Posto Cachoeira, localizada no final da Avenida Juracy Magalhães, na saída para Ilhéus.

A rodovia é um corredor de exportação, que integra ao porto de Malhado, em Ilhéus, e turismo, na Costa do Cacau. Diariamente, circulam nos dois sentidos da rodovia, 10.270 veículos. A obra vai beneficiar 511 mil habitantes, incluindo a população dos municípios de Una, Canavieiras, Buerarema, Itacaré e Uruçuca.

Pelas suas redes sociais, Rui convidou população dos municípios para participar do “grande ato”, demonstrando “o seu amor, o seu carinho pela região do cacau, por Ilhéus, por Itabuna, pela Bahia”. Ele garantiu que a duplicação “vai ser feita, seja com recursos do governo federal ou do Estado, porque a região precisa gerar emprego, gerar renda e melhorar a vida do povo”.

O governador disse ainda “que a região do cacau vai demonstrar a sua força, a sua autoestima, e dizer bem alto que a Bahia e a região do cacau não ficam de joelhos . Essa duplicação será feita, com ou sem apoio do governo federal porque a Bahia de Jorge Amado, de Castro Alves, de Rui Barbosa, a Bahia de muitos e muitos que escreveram o nome na história como grandes homens, homens que construíram nosso estado, continuará a escrever novas páginas”.

Um novo tempo para o Sul da Bahia

Josias Gomes

josias 2Durante décadas, o Sul da Bahia, tendo Ilhéus e Itabuna como as duas maiores cidades, foi uma espécie de locomotiva do Estado, com a lavoura do cacau gerando receitas suficientes para impulsionar o desenvolvimento de outras regiões, chegando a representar 60% do PIB baiano.

Sucessivas crises, que culminaram no final da década de 80 e início dos anos 90 com a chegada e expansão da vassoura de bruxa, que em seu período mais crítico dizimou cerca de 80% da lavoura, fizeram com que a região mergulhasse numa profunda crise, com a explosão do desemprego e queda acentuada em todos os índices socioeconômicos.  Itabuna e Ilhéus, as duas maiores cidades,

Durante quase duas décadas, justamente no momento em que a região mais precisou de apoio para se reerguer, governantes insensíveis e sem compromisso com o Sul da Bahia, se mostraram omissos, agravando ainda mais a situação e afetando milhões de pessoas. Práticas equivocadas de renovação da lavoura, por exemplo, levaram produtores a um endividamento brutal, tornando-os incapazes de investir na retomada da produção.

Hoje, ainda que o processo da completa recuperação regional ainda demande tempo e esforço, podemos afirmar que o Sul da Bahia caminha para um novo de duradouro ciclo de desenvolvimento. E isso se deve, em grande parte, ao apoio efetivo do Governo do Estado, iniciado na gestão de Jaques Wagner e que vem se consolidando com o governador Rui Costa.

O início das obras de duplicação da rodovia Ilhéus-Itabuna, sonho de décadas que se torna realidade, é um exemplo da presença marcante do Governo do Estado. Mas não é o único. Outras obras importantes como o Hospital Regional da Costa do Cacau, as duas primeiras em fase de conclusão a terceira em ritmo acelerado, terão impactos positivos em toda a região. A viabilização da construção do Porto Sul e da Ferrovia Oeste Leste, já garantida através de parcerias com empresários chineses, permitirão a atração de grandes empreendimentos e geração de milhares de empregos.

O Governo do Estado também tem investido na cadeia produtiva do cacau, com o cultivo de amêndoas de qualidade e a produção de chocolates, e fortalecido a agricultura familiar e os pequenos produtores, que hoje representam 80% da produção rural na região.

São obras e ações que garantirão a retomada do desenvolvimento, tendo como resultado principal a melhoria da qualidade de vida da população e tornando o Sul da Bahia novamente protagonista do Estado.

É necessário destacar o papel do governador Rui Costa nesse novo momento da região e, mais do que isso, reconhecer a necessidade de que esse modelo de gestão democrática e com foco no desenvolvimento de todas as regiões do Estado e não  apenas da Capital, deve ser mantido.

 

Josias Gomes é secretário de Relações Institucionais da Bahia e deputado federal/PT 

 

 

A atuação das mídias sociais no fortalecimento da comunicação empresarial moderna

Gabriela Monteiro

gabriela bandeiraDetermina-se que as mídias sociais são plataformas tecnológicas na Internet que podem ser utilizadas na difusão de conteúdos por pessoas ou empresas, de modo a gerar interação social e compartilhamento de informações nos mais variados formatos, como por exemplo: textos, imagens, áudios e vídeos.

Neste sentido, é possível observar que cada vez mais as mídias sociais estão sendo exploradas pelas organizações na construção de relações estáveis com seus respectivos públicos, além de fortalecer sua imagem institucional. Em contextualização ao perspectivo argumento, dentre todas essas mídias, as mais influentes diante dos formatos midiáticos, classificam-se as redes sociais.

As redes são as formas de comunicação que mais crescem e propagam-se globalmente, gerando transformações de comportamentos e relacionamentos. Com base em alegações desenvolvidas por parte dos pesquisadores, muitos dos usuários que buscam fazer parte desses ambientes têm por objetivo estar compartilhando conteúdos, produzindo informações e até mesmo gerando interações sem dimensões geográficas. Diante de todas essas possibilidades, isso é o que caracteriza justamente o grande potencial que as redes fornecem para comunicação organizacional.

Levando-se em consideração dos aspectos levantados a tecnologia e a comunicação nas redes sociais, quando empregadas corretamente nas organizações, tendem a criar relevantes possibilidades de diferenciá-las em meio ao contexto mercadológico, desenvolvendo assim oportunidades de grandes estratégias, bem como, novas formas de interação e facilidade na troca de opiniões e conteúdos com seus consumidores.

 

Gabriela Monteiro é graduada em Comunicação Social pela Unime Itabuna

O drama da Argentina não tem fim

Assédio moral: o ambiente de trabalho como causa de doença do trabalhador

Debora Spagnol

debora 2Sobre o necessário respeito que deve permear as relações trabalhistas, é oportuno destacar o que segue:

“(…) A empregada, ao celebrar o contrato de trabalho, coloca à disposição desta intrincada estrutura empresarial não apenas a sua força de trabalho, mas também a sua pessoa humana, com todos os seus valores de natureza moral, intelectual, cultural, familiar e religiosa. O trabalho é um prolongamento da vida privada, da residência, da casa, da personalidade de cada pessoa, por isso que o tratamento dispensado à trabalhadora tem de ser o reflexo do mínimo que se espera de uma relação intersubjetiva respeitosa. A trabalhadora não se despoja de nenhuma máscara, nem se veste de nenhuma fantasia, ou mesmo se investe de nenhum papel, quando ingressa na empresa – continua sendo o que é, com suas qualidades e defeitos, acertos e equívocos. No ambiente de trabalho, a pessoa humana não representa nenhum papel – é o que é, por isso que indispensável o respeito mútuo. Ninguém tem o direito de desrespeitar quem quer que seja. A intolerância é a porta da violência, do desrespeito e da mediocridade. Palavras desrespeitosas, insultuosas; xingamentos; ofensas; injúrias, apelidos, não cabem no Dicionário da Pessoa Humana, cujo tratamento digno é, simultaneamente, um direito e um dever (…)” (1)

De acordo com a Organização Internacional do Trabalho, 42% dos brasileiros já sofreram assédio moral no trabalho, que se caracteriza como o conjunto de várias ações executadas pelo empregador ou seu seus prepostos contra o empregado, compreendendo violência psicológica, constrangimento, humilhação e perseguição. (2)

Dessas condutas, restam feridas a integridade física ou psíquica e a dignidade do empregado, deixando-o exposto à perda do emprego e à degradação do ambiente de trabalho.

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Desafios e vantagens da RM Sul da Bahia

 

Luciano Veiga

luciano veiga (2)A Região Sul da Bahia, no eixo Ilhéus-Itabuna, vive momentos de desafios e decisão, com os seus 417 e 105 anos respectivamente, de emancipação política, as duas cidades polos, vem se desenvolvendo e se completando. As duas torcidas, as dos papas jacas e a dos papas caranguejos, estarão dispostos a torcer por uma seleção regional, capaz de lhes dá vantagens competitivas, levando a primeira divisão no PIB baiano, posição outrora pertencente a essa região.

A Região Metropolitana Sul da Bahia em debate, busca está pronta para encarar os seus desafios. O complexo intermodal, que ora vira realidade, pelos seus instrumentos logísticos, somados a duplicação das BR 101 e 415 (trecho, Itabuna-Ilhéus), com a revitalização dos aeroportos regionais de Comandatuba-Una, Itabuna, Canavieiras, Itacaré e o tão sonhado aeroporto internacional, que amplia um escopo aéreo, dando-lhe escala necessária, otimizando, dinamizando economias nas suas mais variadas vertentes em especial o turismo.

Como, não pensar em uma Região Metropolitana, com crescente investimentos em equipamentos de caráter regional, acima mencionados, somados a UFSB, Hospital Regional do Cacau, além de investimentos provocadas pela iniciativa privada, nos segmentos da Saúde, Educação e Logística, este último pela vinda de indústria atenta a localização desta provável RM.

É fato que uma Região Metropolitana não é uma passagem rápida para o sucesso, em alguns casos, se deu exatamente o contrário, surgiu problemas, deixando os municípios que as compõem, muito mais distantes uns dos outros, isso, porque, as lideranças políticas e administrativas dos conjuntos dos municípios partícipes da RM, não compartilham a gestão.

As vantagens da RM Sul da Bahia, se dá pelos elementos de integração entre os municípios metropolitano, tais como: planejamento urbano integrado, mobilidade urbana de convergência intermunicipal, gestão integrada de resíduos sólidos, saneamento básico, captação e distribuição de água, fornecimento de energia dentre outros. As tarifas de transportes e telefonia intermunicipal, passam a ter novo regulamento, consequentemente diminuição de valores e tarifas, políticas de financiamento por parte do Governo Federal e Estadual as RMs, com destaque para habitação, infraestrutura e segurança.

Com tantos elementos de convergência, só precisamos convergir os homens, para que a estrada duplicada vire de fato uma mão dupla em prol do desenvolvimento sustentável e que a nossa Região consiga a metropolização, esteada nos investimentos presentes e futuros, mas especialmente solidificada pela sua cultura.

 

Luciano Veiga é Secretário Executivo AMURC/CDS-LS e Administrador  Especialista Planejamento de Cidade

Muito discurso e pouca leitura

João Palma

joão palmaNão há o que contestar quando tratamos da importância da leitura no processo de aprendizado e na formação de uma sociedade do conhecimento por meio da informação, condição básica para qualquer Nação tornar-se desenvolvida.

Parece óbvio o texto acima, mas vale repetir o alerta: cresce de maneira assombrosa o número de pessoas, jovens em sua maioria, que não tem qualquer constrangimento ao anunciar que não gostam de ler e, pior, não leem.

Não é possível imaginar candidato a emprego ou aluno disputando vaga na universidade, tendo que preencher formulário ou responder questionário sem conseguir compreender o que nele vai escrito. E estas são realidades de um país que imagina ter acordado o gigante adormecido. Com discursos eloquentes, mas práticas ridículas é que não o acordaremos mesmo.

Ninguém deu a mínima para a observação cruel mas verdadeira de Angel Gurriá sobre o fato de “o Brasil não ser um bom exemplo em educação”. Gurriá era o secretário geral da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico, a OCDE, organismo que realiza um respeitado teste de avaliação de alunos, o PISA, em ciências, matemática e leitura. O Brasil sempre ocupa as últimas posições.

A Unesco, outro organismo das Nações Unidas, define como analfabeto funcional o individuo que sabe ler e escrever o próprio nome, assim como lê e escreve frases simples e efetua cálculos básicos, mas é incapaz de interpretar o que lê e de usar a leitura e a escrita em atividades do dia a dia.

Os índices, infelizmente, tendem a piorar anunciando um desastre social de consequências trágicas. Nenhuma Nação se fez grande e desenvolvida sem ter produzido (e continuar produzindo) leitores em larga escala. O Brasil precisa trilhar esse mesmo caminho caso queira alcançar algum estágio satisfatório de desenvolvimento, sem ser aquele arremedo de país rico de povo pobre.

Enquanto as autoridades se contentam em divulgar índices medíocres de desempenho na educação, vamos acreditando que está tudo bem com nossas crianças desde que recebam merenda e estejam em escolas com os muros bem altos. O conhecimento… ora o conhecimento! Educação, infelizmente, não frequenta a lista de preocupações do eleitor na hora de decidir o voto e, curiosamente, educação e saúde são os dois itens mais mencionados pelos candidatos a cargos eletivos. Pode reparar.

A leitura precede o aprender.

 

*João Palma é o idealizador da mobilização nacional pela leitura diadelertododia

 

 

 

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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