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Ilhéus lança Projeto de Apadrinhamento Afetivo

Soane Galvão, secretária de Desenvolvimento Social (1)A Vara de Infância e Juventude de Ilhéus lança no próximo dia 28 de setembro o Projeto de Apadrinhamento Afetivo – Afeto que Transforma Vidas, voltado a crianças e adolescentes institucionalizados. A ação é realizada conjuntamente com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, a Promotoria da Infância e Juventude e as Faculdades de Ilhéus e Madre Thais. A solenidade acontecerá às 19 horas no auditório desta última instituição.

A juíza Sandra Magali Mendonça explica que o projeto visa à estruturação de uma rede de apoio socioeducativo, capaz de proporcionar a convivência social e comunitária à crianças e adolescentes que vivem em instituições de acolhimento, em decorrência de direitos violados. As ações são desenvolvidas com crianças e adolescentes, de idades entre 8 e 17 anos, acolhidos nas Instituições de Ilhéus, com remotas possibilidades de retorno à família de origem ou adoção.

A magistrada explicou que existem três modalidades de apadrinhamento. No Afetivo, torna-se necessário que a pessoa tenha disponibilidade de tempo para estabelecer, através de atenção individualizada, uma relação que se torne referência positiva geradora de experiências gratificantes e saudáveis para o seu afilhado. Serão construídos laços de amizade, e padrinho e afilhado poderão passar finais de semana, feriados e férias juntos, até viajar.

 

No Apadrinhamento provedor, o padrinho pode ser pessoa natural ou jurídica, e dará suporte material ou financeiro à instituição, criança ou adolescente, com a doação de materiais escolares, vestuário, brinquedos, com o patrocínio de cursos profissionalizantes, reforço escolar, prática esportiva, idiomas ou arcando com os custos de alguma demanda especifica da instituição, da criança ou do adolescente. Já o Apadrinhamento prestador de serviços, o padrinho, por meio de ações de responsabilidade social, se cadastra para atender à instituição, às crianças e os adolescentes, prestando o serviço, conforme sua especialidade de trabalho ou habilidade.

“Nossa estimativa é que pelo menos 30 crianças e adolescentes sejam contempladas pelo projeto no município”, afirmou a juíza Sandra Magali. Podem ser padrinhos e madrinhas pessoas sem demandas judiciais e que pretendem desenvolver ações em benefício de crianças ou adolescentes acolhidos. Os interessados passarão por um processo de habilitação e serão capacitados a exercerem o papel de padrinhos. Nos dias 02 e 03 de outubro, serão realizadas oficinas de capacitação destinadas a profissionais do sistema de garantia de direitos de crianças e adolescentes para atuarem no Programa, sob responsabilidade do Grupo de Apoio à Convivência Familiar e Comunitária – Aconchego.

 

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Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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