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Archive for maio 6th, 2017

Dominguinhos e Renato Teixeira, Amizade Sincera

Semana Jurídica da FTC Itabuna debate “Direito e Contemporaneidade”

jornada 1

Termina na manhã de hoje (6) a XII Semana Jurídica da FTC Itabuna, promovida pelos alunos do curso de Direito 2017.2, da Faculdade de Tecnologia e Ciências. A jornada, que reuniu cerca de 320 pessoas, entre profissionais e estudantes, teve como tema “Direito e Contemporaneidade”, com palestras e minicursos sobre temas relevantes, numa área em constante processo de transformação e que exige uma visão ampla da profissão e da sociedade como um todo.

jornada 2

Entre os palestrantes da Semana Jurídica da FTC, destacam-se Laura Kauark, Rolemberg Macedo, Paulo Sérgio Bonfim e Thiago Almeida. O alto nível das palestras foi bastante elogiado pelos participantes.

A Semana Jurídica tem apoio do Grupo de Ensino Damásio Educacional.

O complexo de Gabriela

Gerson Marques

 gerson marquesNa bela música de Dorival Caymmi, feita para trilha sonora da novela Gabriela, de Jorge Amado, chamada Modinha para Gabriela, tem um trecho que diz assim “Eu nasci assim, eu cresci assim, Eu sou mesmo assim, Vou ser sempre assim Gabriela, sempre Gabriela…”

O Sul da Bahia talvez seja uma das regiões do Brasil, em que mais podemos sentir claramente viva uma identidade cultural própria e um certo sentimento de unidade social distinto, manifestado a partir de uma noção de pertencimento histórico a um local que detém uma dinâmica geográfica muito bem delineada.

O elemento social humano, morador e ator do Sul da Bahia, muitas vezes identificados como Grapiúna, assume, por assim dizer, uma identidade unitária diferenciada dos demais baianos, formando uma unidade geográfica e sociocultural reconhecida como Região Cacaueira, detentora de valores culturais, de história secular, de infraestrutura física e significativa oferta de serviços e equipamentos públicos.

Apesar deste sentimento de pertencimento regional e a clara noção de identificação cultural, temos ainda de forma latente a ausência explícita de um projeto de desenvolvimento regional que reflita e se sustente nas muitas variáveis econômicas e sociais que temos, sejam as naturais, sejam as criadas pelo homem.

gabriela cravoEm um simples exercício de reflexão, sobre esta realidade, podemos observar a existência de uma significativa oferta de equipamentos e infraestrutura, contrapondo-se a ausência quase completa de articulações produtivas entre os muitos atores institucionais existente, sejam estatais ou privados.

Sobressai portanto, uma realidade formada por ilhas, individualismo e desarticulações, incapaz de romper com o estigma de uma cultura refratária a construção associativista, e capaz de delinear um projeto comum, indutor de mudanças regionais e promotor de um desenvolvimento social e econômico sustentável.

O custo disso é a persistência da pobreza, do desperdício dos poucos recursos existente e da consolidação de um sentimento de impotência e descrédito, por parte da população, refletindo em uma baixa estima e desabonadores dados sociais.

Seria a ausência de um modelo de desenvolvimento regional uma ação política deliberada, por parte da elite política baiana com seu olhar fixo no umbigo soteropolitano?

Como entender o tanto e o tão pouco ao mesmo tempo?

Ou ao contrário, a inércia explícita dos atores regionais,  seria vistas a partir do olhar governamental e político, como uma incapacidade de articulação inerente aos sul baianos, apesar da riqueza de opções?

O Sul da Bahia, como ademais todo Nordeste, experimentou na última década mudanças significativas nos índices relativos às condições sociais dos seus habitantes, melhorou a renda média, o acesso a escola, reduziu a mortandade infantil e ampliou-se a expectativa de vida, entre outros.

Isso porém não é fruto de ações locais, reflete tão e somente as macro políticas do governo central, possivelmente até, não seria surpresa, que se, observadas com lupa, encontraremos uma baixa eficiência destas ações, uma vez colocadas em contraposição com outros territórios do Nordeste.

Como romper a inercia e construir um consenso?

Desculpem o excesso de dúvidas, melhor dizendo, o excesso de questionamentos, mas o fato é, apesar da evidente riqueza de ofertas, não conseguimos por exemplo responder adequadamente os desafios apresentados pela crise da cacauicultura, já são vinte e sete anos de decadência, ineficiência e ausência de um olhar estratégico, pior, sem mesmo se quer conseguir pautar um debate construtivo e inovador sobre a crise.

Tento aqui, chamar atenção para este tema, sem ainda considerar meus próprios pontos de vista, ainda que os tenha, confesso que não os tenho de forma conclusiva, se colocando mais no campo das dúvidas e questionamentos do que dos diagnósticos.

Vejo porém a necessidade urgente deste debate, até porque ele está aí nos desafiando e nos pedindo respostas, cabe aos que se propõem a coragem de enfrenta-lo, e reunir as condições para construção urgente de uma articulação e implantação de um plano de desenvolvimento regional pautado na inovação e na criatividade, capaz de fato de responder as necessidades da população e transformar essa realidade, sem abrir mão do que temos já conquistado.

A síndrome de Gabriela é fato, sem desmerecer Caymmi, não podemos portanto aceitar o fatalismo proposto em sua bela canção.

 

Gerson Marques  é Diretor Presidente da Chocosul – Associação dos Produtores de Chocolates do Sul da Bahia.

 

 

 

Infidelidade e danos morais

Debora Spagnol

debora 2O mesmo Nietzsche (1) que disse “existe inocência na mentira quando há sinal de boa fé numa causa” – entendendo assim a motivação da mentira como uma possível motivação de virtude – também afirmou “Fiquei magoado, não por me teres mentido, mas por não poder voltar a acreditar-te”. A mentira descoberta corrói até seus defensores.

Mas para além das circunstâncias que originaram as afirmativas do filósofo alemão, talvez o liame a unir os relacionamentos sociais e amorosos saudáveis deveria ser a lealdade. Por essência, quase todos os seres humanos anseiam encontrar alguém que lhes conheça o íntimo e em quem possam depositar suas confissões, dores, pecados e desejos, sem que os mesmos sejam depois convertidos em armas com a intenção de lhes ferir.

Talvez a lealdade e a fidelidade não mereçam ser confundidas com respeito e considerações mútuos, mas há defensores a pregar que, para que se forme verdadeiramente uma família, é necessária a fidelidade. Porém a realidade dos relacionamentos é outra: de acordo com pesquisas, apenas cerca de 30% dos traídos terminam a relação. Isso desmistifica a impossibilidade do perdão na relação amorosa, revelando que a maioria absoluta de homens e mulheres procura esquecer o que passou.

Para efeitos desse artigo, porém, não se abordará o caráter moral ou religioso, mas somente as implicações jurídicas da infidelidade.

Nosso direito pátrio, em sua origem, teve influência da grande carga moral/religiosa herdada do direito português e do patrimonialismo dos direitos napoleônico e alemão. (2) O Código Civil de 1916 destacava a monogamia, castidade, indissolubilidade e a finalidade de procriação no casamento.

O Código de 2002 trouxe pouca evolução no âmbito das relações familiares, mantendo estigmas como a “culpa” na separação. Foi apenas com a promulgação da Carta Constitucional de 1988 que o conceito “família” se abriu para abarcar outras formas de estruturação, tendo o princípio da dignidade da pessoa humana (art. 1º, inciso III, da CF) sido alçado a vetor interpretativo máximo. A partir daí, se passou a reconhecer outras formas de estruturação familiar como o concubinato, a monoparentalidade, a união estável e a homoafetividade.

No passado, o conceito de família se confundia com a disciplina jurídica do casamento, somente sendo reconhecidas e moralmente aceitas aquelas que se assemelhassem à “instituição” do casamento legítimo, formalizadas de acordo com as leis civis.

Nesse sentido, o Código Civil delimitou alguns “deveres conjugais” que deveriam ser seguidos por aqueles que optassem por constituir uma família. Atualmente, porém, a obediência a tais deveres é objeto de intensas discussões doutrinárias e jurisprudenciais. Para a maioria dos pensadores, já não se justifica o caráter obrigatório desses deveres, merecendo ser considerados meras faculdades. (3)

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Treblinka ao céu azul

Helenilson Chaves

 hcTreblinka, o terrível campo de concentração na gelada  Polônia em que milhares e milhares de judeus foram brutalmente assassinados pelo terror nazista durante a 2ª. Guerra Mundial, é um dos símbolos trágicos da história recente da humanidade.

Guardadas as devidas proporções e com o necessário respeito à memória dos que pereceram e de seus familiares que sobreviveram com as marcas da dor irreparável, temos no Sul da Bahia uma espécie de Treblinka ao céu azul, em que milhares de pessoas foram condenadas, senão à morte brutal, a um definhamento lento e progressivo, que se arrasta há quase três décadas.

Não é propriamente um campo de concentração, longe disso, mas criou-se uma espécie de gueto formado por mais de 100 cidades e com uma população superior a um milhão de pessoas, vítimas de uma  insensibilidade que supera todos os limites do tolerável.

Desde que a vassoura-de-bruxa chegou ao Sul da Bahia, de forma intencional ou por absoluta negligência dos órgãos de vigilância fitossanitária, a outrora pujante civilização cacaueira vem definhando, mergulhada numa crise que parece não ter fim.

Uma região que gerava 1 bilhão e 600 milhões de dólares viu esse valor minguar para 240 milhões de dólares em duas décadas e a produção de cacau, seu principal produto, cair em 80%. O impacto dessa catástrofe atingiu a todos, ricos e pobres, gerou desemprego em massa, fechamento de empresas e uma crise social que pode ser sentida nas pequenas, médias e grandes cidades.

Quando precisou agir, o governo agiu mal e errado. Um plano de recuperação da lavoura completamente equivocado, que fez a produção cair em vez de aumentar, e elevou as dívidas dos produtores à estratosfera. O remédio que era para salvar, levou a região à UTI, onde ela definha até hoje, porque em outro gesto de insensibilidade, o governo passou a cobrar por dívidas impagáveis, através dos bancos oficiais, pelas quais os produtores não eram responsáveis.

A falta de lideranças políticas com poder de reivindicação e capacidade de mobilização só fez agravar esse quadro. Governo após governo, a região continuou relegada ao abandono, apesar de em épocas passadas ter contribuído de forma substancial com a economia baiana e brasileiro.

Planos efetivos de renegociação das dívidas dos produtores em condições reais de quitação dos débitos (mesmo quando o caso é de perdão das dívidas) e da liberação de recursos para a retomada da produção de cacau, que a despeito da necessidade de diversificação continua e continuará sendo nosso principal produto, nunca saíram do campo da promessa.

Não é possível esperar mais. É preciso que as autoridades adotem medidas efetivas para a recuperação da lavoura cacaueira e a consequente retomada do desenvolvimento regional.

Caso isso não ocorra -e ocorra já- nossa região estará condenada ao extermínio econômico, com todas as consequências nefastas que isso representa para toda a sua gente.

De Osasco para ninguém

 Daniel Thame

radioRádio Iguatemi, Osasco (SP), 1980. A emissora operava em Ondas Tropicais, podia ser ouvida na Amazônia, nos rincões da América do Sul, mas em Osasco mesmo era captada em aparelhos de rádio especiais. Ou seja, era “falando para o mundo e cochichando para ninguém”.

Ainda assim, eu, Cláudio Cruz (um dos amigos que preservo até hoje, quase 30 anos depois de ter trocado São Paulo pela Bahia) e Chico Motta (que depois se elegeria vereador) fazíamos com galhardia um programa esportivo diário.

Acho que só o operador de áudio  da emissora  ou algum visitante eventual que estivesse no estúdio (ou então algum índio amazônico, um colalero boliviano, um peruano perdido lá pelos altos de Machu Pichu) ouvia aquele programa; mas era como se falássemos para Osasco inteira e para boa parte de Carapicuíba, Barueri, Jandira, Itapevi e outras cidades da Região Oeste da Grande São Paulo.

Para nós não bastava apresentar um programa esportivo na única emissora de rádio de Osasco. O pioneirismo nos convocava, atiçava.

Pois eu, Chico e Cláudio decidimos que seríamos os primeiros a transmitir ao vivo um jogo entre dois times de futebol profissional de Osasco.
“Profissional” é um pouco de exagero. Rochdale e Montenegro disputavam o equivalente à 5ª. Divisão do futebol de São Paulo e teriam certa dificuldade em vencer o Itabuna e o Colo Colo, times do Sul da Bahia cujos jogadores tem sérias dificuldades de relacionamento com uma dama chamada bola de futebol.

“Transmissão ao vivo” também é um pouco de exagero. O que a gente iria fazer era gravar o jogo, com narração, comentários e reportagens e depois correr pra rádio e colocar no ar. Um gravador pré-histórico foi colocado à beira do campo e fizemos o nosso trabalho, cobrindo aquela partida mulambenta como se fosse uma final de Copa do Mundo. Chico se esgoelava na narração, Cláudio caprichava nos comentários e eu fazia as reportagens de campo. Sintonia total e perfeita.

O “clássico” da Cidade-Trabalho (acho que esse era o slogan de Osasco) terminou 2×2 e estávamos prontos para entrar na História. Quando chegamos à rádio e ligamos o gravador, nada. Nem um chiado. Mudo como aquelas ligações que a gente faz para pedir o cancelamento de um cartão de crédito ou reclamar do serviço da empresa de telefonia..

Mexe no gravador, dá umas pancadas nele. Nada, de novo. Mudo estava e mudo ficou. A História parecia nos virar as costas. E nos virou mesmo!

Por uma dessas coisas inacreditáveis, nós que pensamos em tudo, no esquema de transmissão como se fosse ao vivo, no tempo que levaríamos para chegar à emissora e até na chamada anunciando a narração pioneira, nos esquecemos de que, quando não estão ligados a uma tomada (o que não era o caso, pois estávamos à beira do gramado), gravadores necessitam de pilhas para funcionar.

E ninguém se lembrou de colocar pilhas no desgraçado do gravador.

Não houve transmissão nenhuma e o pioneirismo deu lugar a uma imensa frustração, curada com copos e mais copos de rabo de galo (uma mistura bombástica de pinga com groselha, muito popular naquele tempo) no boteco da esquina, onde provavelmente nem o dono nos ouvia. A menos que fizéssemos o programa esportivo berrando lá do estúdio!
O índio amazônico, o cocalero boliviano e o viajante andino nem se deram ao trabalho de escrever pra protestar por serem privados daquele momento ímpar em suas monótonas existências.

Fizemos, enfim, “a primeira transmissão mais anônima da história do rádio osasquense”. Quiçá paulista, quiçá brasileira, quiçá mundial.
A gente perde a pilha, mas não perde a pose.

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Claudio Cruz partiu para um lugar chamado eternidade no dia 27 de abril.

Degeneração Macular Relacionada à Idade

Dr. Rafael Ferrari

Dr. Rafael Ferrari Hoje nós temos no Brasil cerca de 1,4 milhão de cegos e 4,2 milhões de pacientes com visão subnormal, totalizando 5,6milhões de pessoas com baixa severa da visão. A Degeneração Macular Relacionada a Idade (DMRI) é responsável por quase 10% das causas de baixa da visão.

A DMRI é uma doença que ocorre geralmente depois dos 60 anos de idade e afeta a área central da retina, que é a área mais nobre, chamada mácula, e devido a alguns fatores de risco entra em processo de degeneração.

A DMRI acarreta baixa visão central (mancha central) dificultando principalmente a visão de leitura, importante saber que é uma doença que não leva a cegueira, mas incapacita a pessoa de enxergar detalhes. Veja na figura como enxerga a pessoa com DMRI.

Apesar desta doença não ser tão conhecida pela população, aos poucos ela está se tornando, pois sua prevalência está aumentando substancialmente devido ao aumento da expectativa de vida e o aumento da população.

visão 1Diversos fatores podem estar associados ou serem creditados como favorecedores ao aparecimento da degeneração macular, alguns ainda não completamente comprovados pela ciência. Sem dúvida o principal fator é a idade acima de 60 anos, pele clara e olhos azuis ou verdes, exposição excessiva à radiação solar, o tabagismo está fortemente associado e dieta rica em gorduras são fatores que correspondem à maior incidência de degeneração macular relacionada à idade.

Existem duas formas de apresentação distintas da doença, em 90% dos pacientes acometidos é observada a forma denominada de DMRI seca ou não-exsudativa. Os 10% restantes apresentam a forma úmida ou também chamada de exsudativa (caracterizada pelo desenvolvimento de vasos sanguíneos anormais sob a retina (Membrana Neovascular Subretiniana). A forma seca geralmente é a que primeiramente aparece e sua manifestação inicial é o aparecimento de depósitos amarelados na área macular da retina, chamamos este depósito de drusas. As drusas são compostos de composição complexa, geralmente liberados pelo metabolismo das próprias celulas da retina.

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Rui anuncia parcerias em reunião com ministra da cultura de Angola

angola rui 1Para tratar de assuntos na área de cooperação cultural e educacional entre o estado da Bahia e Angola, o governador Rui Costa recebeu a ministra da Cultura do país africano, Carolina Cerqueira, nesta sexta-feira (5), na Governadoria, em Salvador. Projetos sociais em parceria com a Casa de Angola estiveram entre assuntos abordados. Também participam do encontro os secretários estaduais de Cultura, Jorge Portugal, e da Educação, Walter Pinheiro, além do embaixador de Angola no Brasil, Nelson Manuel Cosme.

“Nós queremos aumentar o entrosamento entre o povo da Bahia e brasileiro com Angola. Vamos fazer uma integração. Propomos uma semana da música de Angola aqui no nosso estado e uma semana da música baiana lá. Além disso, vamos oferecer vagas em turma de capacitação para formar jovens em restauração e conservação do patrimônio histórico, o que, com certeza, vai ajudar o povo de Angola a conservar o seu patrimônio histórico. Aproximados pela cultura, vamos fazer parcerias em diversas áreas”, afirmou o governador.

angola rui 2Rui anunciou ainda o desejo de promover a cooperação no campo cientifico. “Acreditamos que podemos trabalhar juntos em linhas de pesquisa que são referências de indicadores sociais que são comuns aos dois povos, como a anemia falciforme e a questão da pressão arterial alta. Temos muito a caminhar juntos”.

Para a ministra, a reunião marcou o inicio de uma etapa. “Nós saímos encorajados deste encontro com o governador, porque sentimos que há uma convergência grande de áreas comuns, que certamente vão melhorar as relações entre Angola e o Brasil, particularmente o estado da Bahia, onde nós encontramos muito de nossa ancestralidade da matriz cultural do povo angolano. Com essas parcerias e esses festivais musicais, nós vamos recolher um pouco da cultura um do outro”, destacou.

Em março deste ano, o embaixador de Angola no Brasil esteve no gabinete do vice-governador João Leão para renovar, por mais 25 anos, o termo de cessão de uso da Casa de Angola. Inaugurado em 1999, por iniciativa da Embaixada de Angola no Brasil e apoiada pelo Governo da Bahia, o espaço de acesso à cultura do país africano fica localizado no Solar do Gravatá, em imóvel sob responsabilidade do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Ipac), vinculado à Secretaria de Cultura do Estado (Secult).

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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