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Archive for setembro 21st, 2016

Ponte Ilhéus-Pontal deve ficar pronta em dois anos

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O governador Rui Costa visitou as obras da ponte sobre o rio Cachoeira, na BA-001, conhecida como Ponte Ilhéus-Pontal, no sul da Bahia, na tarde desta quarta-feira (21). “Nós vamos ter realizado o sonho do povo de Ilhéus de ter uma nova ponte, melhorando a vida das pessoas e o tráfego, além do turismo. Nós vamos gerar mais empregos e receber mais turistas”, afirmou Rui.

ponte-2Com um total de 533 metros, a ponte liga o centro de Ilhéus à zona sul da cidade e inclui um sistema viário de 2,74 quilômetros. O equipamento recebe investimentos de R$ 99,6 milhões e deve ficar pronto em dois anos.

Quando concluída, a ponte terá um tráfego diário de 8,5 mil veículos, beneficiando 511 mil moradores dos municípios de Ilhéus, Itabuna, Una, Canavieiras, Buerarema, Itacaré e Uruçuca. (fotos: Pedro Moraes/GOVBA)

 

Rui autoriza Embasa a assumir gestão do abastecimento de água em Itabuna

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Para ajudar na solução da maior crise de abastecimento de água da história de Itabuna, município do sul da Bahia com 230 mil habitantes, a gestão dos recursos hídricos locais está sendo transferida da Empresa Municipal de Saneamento Ambiental (Emasa) para a Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa). O protocolo de intenções para cooperação entre a Prefeitura e o Estado foi assinado pelo governador Rui Costa, pelo presidente da Embasa, Rogério Cedraz, e pelo prefeito Claudevani Leite nesta quarta-feira (21). Os secretários de Infraestrutura Hídrica e Saneamento, Cássio Peixoto, e de Infraestrutura, Marcus Cavalcanti, também participaram do ato.

Segundo Rui, este é um momento importantíssimo para a história e para o povo de Itabuna. Na ocasião, ele afirmou que o Governo do Estado está assumindo um grande desafio e explicou que o protocolo assinado nesta quarta (21) não é o último ato, nem a última etapa deste processo. “Esta assinatura é simbólica, mas ainda é preciso a aprovação do convênio na Câmara de Vereadores e também do Plano de Saneamento. Somente depois o contrato vai ser assinado. E, a partir de 120 dias da assinatura do contrato, nós vamos regularizar o abastecimento, por meio de fortes investimentos, para as pessoas perceberem no volume e na qualidade a diferença da água que Itabuna vai consumir”.

rui-agua-2O governador ressaltou que Itabuna está sofrendo um colapso, seja no volume, seja na qualidade da água distribuída. “Se nós formos falar de esgotamento, a situação é mais dramática ainda. Itabuna está atrás de muitas cidades de pequeno porte. Nós vamos ter que buscar soluções em curto, médio e longo prazos para colocar o município no mesmo patamar de abastecimento e saneamento de outras cidades da Bahia. E além dos investimentos, estamos assumindo R$ 26 milhões de dívidas da empresa. Isso mostra, na crise em que vivemos, a nossa determinação”.

Funcionários e Barragem do Rio Colônia 

Sobre os servidores da Emasa, Rui afirmou que “a vinda para a Embasa será voluntária para 150 funcionários, que poderão entrar para a companhia com os mesmos direitos e garantias dos demais trabalhadores da empresa do Estado. Eles deixarão de ser funcionários da Emasa e passarão a ser da Embasa. Os servidores que não forem aproveitados pela Embasa, continuarão trabalhando na Prefeitura, nas mesmas condições da empresa. Não haverá dificuldade de que sejam incorporados ao conjunto do município. Então, conseguimos uma solução que atende também aos funcionários da empresa”.

Outro investimento para garantir o abastecimento regular de água no município é a Barragem do Rio Colônia, que tem previsão de conclusão para o segundo semestre de 2017. “Somente na barragem são R$ 35 milhões, mas vão ser necessários investimentos para se realocar a estrada, a parte de eletrificação e alta tensão, além das desapropriações, somando cerca de R$ 120 milhões. Caso os recursos do governo federal não cheguem, o Estado vai continuar investindo para concluir esta obra”, acrescentou Rui.(fotos: Pedro Moraes/GOVBA)

Educador português José Pacheco visitará os três campi da UFSB

gajoNo período de 25 a 30 de setembro, a Universidade Federal do Sul da Bahia- UFSB receberá, nos campi e Complexos Integrados de Educação (CIE) de Itabuna, Porto Seguro e Teixeira de Freitas, a visita de José Pacheco – educador português, dinamizador da gestão democrática na educação e reconhecido em todo o mundo pelo seu trabalho na Escola da Ponte, em Portugal.

Especialista em leitura e Escrita, José Pacheco é mestre em Ciências da Educação pela Universidade do Porto. Idealizou e coordenou, desde 1976, até à sua aposentadoria, a Escola da Ponte, instituição que se notabilizou pelo projeto educativo baseado na autonomia dos estudantes. No Brasil, colabora com projetos que seguem os conceitos da Escola da Ponte. É autor de livros e de diversos artigos, definindo-se como “um louco com noções de prática”. Para ele, para transformar a educação, os brasileiros devem valorizar a leitura de seus pensadores, como o pedagogo Lauro de Oliveira Lima.

“O currículo escolar tem que ser construído junto com a comunidade. Aula é coisa dos séculos 18, 19. A escola no modelo atual produz desigualdade, encontramos milhões de analfabetos funcionais no Brasil, o que é uma vergonha, mas é o que esse modelo de educação produz”, argumenta Pacheco.

Pacheco realizou reuniões com o Reitor da UFSB, Naomar Monteiro de Almeida Filho, em Brasília e aceitou o convite para conhecer a UFSB. Durante a visita, o Professor Pacheco conversará sobre o projeto da UFSB com docentes, estudantes, técnico-administrativos, familiares de estudantes e membros da comunidade da região.

O Educador fará a aula inaugural nos três campi. No dia 26 de setembro, o professor visitará o campus e o CIE de Itabuna. Dia 27 e 28, fará a visita ao campus de Porto Seguro. E, para finalizar, no dia 29, a visita será ao campus de Teixeira de Freitas.

 

Agualusa: “impeachment foi o triunfo da estupidez”

agualusa(Opera Mundi)  As confusões da política brasileira têm deixado assustados não só os próprios brasileiros, mas também aqueles que estão acostumados a visitar o país. O escritor angolano José Eduardo Agualusa aporta por aqui ao menos uma vez por ano e acompanha tudo o que acontece por meio de seus amigos. Morou no Brasil por quatro anos, dois em Pernambuco e dois no Rio de Janeiro. Quando voltou para Portugal, onde reside atualmente, levou consigo carinho e preocupação com o país, como se fosse nativo.

Sentado em uma cadeira pouco confortável e sedento por água de coco, Agualusa mostrou-se perplexo com a situação atual do Brasil. A visita a São Paulo foi breve. Apenas cinco horas antes de pegar um voo para o sul, onde participou da terceira edição da Feira Literária Internacional de Maringá. Em maio, assinou um manifesto em Portugal contra o golpe no Brasil, assim como os escritores Valter Hugo Mãe, Pilar del Rio, Gonçalo M. Tavares, entre e outros.

Agualusa acha assustador como o Brasil, que avançou tanto nos governos Lula e Dilma Rousseff, abriu tamanho espaço para o conservadorismo. O discurso do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e o coro que o acompanha é o exemplo mais claro disso. “Bolsonaro não deve ler ficção, porque para ler ficção deve-se ter empatia”, exclamou o luso-angolano-brasileiro, dizendo já ter falado isso para uma amiga.

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Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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