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Archive for novembro 5th, 2014

Jaques Wagner: “o Brasil não se dividiu”

wagner copaO governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), cotado para assumir um ministério no governo da presidente Dilma Rousseff, negou haver um “divisionismo” no País.

“O Brasil não se dividiu. O País empolgou-se com dois projetos políticos apresentados. As nossas diferenças existem e devem ser assumidas para que possam ser superadas, mas na pluralidade a nossa unidade deve ser sempre protegida”, disse em artigo publicado no site da revista Carta Capital.

Ao defender as 12 anos do governo do PT, Wagner afirma que “as mudanças sociais foram muitas e consistentes: aumento da base da distribuição de renda e programas de ampliação de direitos fundamentais para milhões”. O governador, no entanto, reconheceu que é preciso melhorar as relações com o setor empresarial e “avançar mais na implantação das novas infraestruturas”.

“Mesmo com os novos desafios que se avizinham, estou plenamente seguro que alcançaremos largas conquistas para o Brasil. Sou, na essência, um otimista. Mais do que isso, confio na capacidade da presidenta Dilma Rousseff, uma guerreira de coração valente que já fez muito por este país e fará ainda mais”, complementou.

Leia a análise:

A democracia brasileira saiu fortalecida das urnas. Pela primeira vez desde a retomada das eleições diretas em 1989 tivemos um segundo turno superdisputado. É um alerta para quem ganha e uma esperança para quem perde. Ao vitorioso é negada a soberba e são obrigatórias a humildade e a generosidade. A quem perde, é negado o rancor e demandada a disposição do debate construtivo.

O Brasil não se dividiu. O País empolgou-se com dois projetos políticos apresentados. As nossas diferenças existem e devem ser assumidas para que possam ser superadas, mas na pluralidade a nossa unidade deve ser sempre protegida.

A democracia é nosso bem maior. E a democracia é o território do diálogo, do contraditório e do embate de ideias. Ela não resiste à intolerância e a qualquer tipo de fundamentalismo. E nosso país é uma democracia complexa, com múltiplas tonalidades. Tentar reduzi-la é empobrecer e simplificar o debate.

Os próximos quatro anos não podem ser vistos sem considerarmos o presente e seu passado recente. Há novos e grandes desafios pela frente. Na economia, enfrentamos a necessidade de retomar o crescimento e, ao mesmo tempo, manter sob rigoroso controle a inflação, sem perder de vista a ampliação da oferta de emprego e renda.

Agora é a hora de ampliar o diálogo com a sociedade, cada dia mais exigente e a clamar pelo combate à corrupção e por mudanças pelas quais não se pode mais esperar. É o momento de redefinir as relações com os movimentos sociais e empresariais.

Nesses últimos 12 anos as mudanças sociais foram muitas e consistentes: aumento da base da distribuição de renda e programas de ampliação de direitos fundamentais para milhões. Como dizia o presidente Lula, “nunca dantes nesse país” tivemos tanta criação de cursos técnicos, universidades, moradia popular, crédito para agricultura familiar, redução da mortalidade infantil, transferência de renda para os que mais necessitam.

A nova fase desses programas precisa avançar na sua qualidade, com aceleração da redução das desigualdades de renda, criação de novas condições para maior inclusão produtiva dos que saíram da linha de pobreza absoluta e a consolidação dos mecanismos de participação social na formulação e controle das políticas públicas.

A educação e, em particular, a educação profissionalizante com os cursos técnicos e universidades novas são desafios na combinação de políticas de inclusão de novos grupos sociais, com a absoluta necessidade de manter a qualidade da formação, o que implica obrigação de tratar a questão de forma sistêmica, com intervenções específicas no ensino profissional e no sistema escolar no seu conjunto.

Temos de avançar mais na implantação das novas infraestruturas: os portos, aeroportos, ferrovias, rodovias, pontes, projetos de mobilidade urbana, banda larga, além dos centros de distribuição logística, os centros comerciais, o fornecimento de energia e combustíveis e outros setores fundamentais para a vida produtiva das cidades e do campo.

Nas relações com o empresariado, novas pontes precisam ser construídas para recuperar o nível de investimento privado, tanto na indústria como na agricultura, avançar no aumento da produtividade industrial, mobilizar os recursos da intermediação comercial e logística e consolidar o crescimento dos serviços.

Temos de buscar soluções de longo prazo para os desafios da previdência dos servidores públicos e para as dificuldades das finanças dos organismos infranacionais, como os estados e municípios. Ambos os problemas não comportam apenas ações de curto prazo, exigindo soluções que demandarão recursos por muitos anos.

Esses casos expressam a importância das habilidades políticas. Tanto os aposentados quanto a questão federativa exigem pactos com a sociedade, os governos estaduais e municipais e o Congresso para encontrar os melhores caminhos. Esses pactos requerem, por seu turno, um novo ambiente que resultará da reforma política.

Agora há a necessidade do máximo de habilidade e capacidade de negociação no âmbito do Congresso, para definir os termos e abrangência das reformas sobre o processo político do País. Financiamento público de campanha, fim da reeleição e coincidência das eleições, entre outros temas não menos importantes.

Com as mudanças, serão redesenhados os mapas de composição do poder nacional, possibilitando articulações que permitam avançar na reforma tributária, redefinindo o pacto federativo na redistribuição das receitas dos vários níveis de governo.

A corrupção, outro ponto crucial, deve ser combatida, tanto no âmbito da sua repressão e punibilidade dos efetivamente envolvidos, como na sua prevenção, aumentando os mecanismos de transparência e controle, modificando as suas causas geradoras, especialmente o financiamento das atividades políticas.

Mesmo com os novos desafios que se avizinham, estou plenamente seguro que alcançaremos largas conquistas para o Brasil. Sou, na essência, um otimista. Mais do que isso, confio na capacidade da presidenta Dilma Rousseff, uma guerreira de coração valente que já fez muito por este país e fará ainda mais.

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Fiol recebe terceiro lote de trilhos

fiol tMais um lote de trilhos da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) chegou ao Porto do Malhado, em Ilhéus. Mais de 5 mil toneladas de trilhos serão distribuídas entre os canteiros de obras dos lotes 2, 3 e 4, localizados, respectivamente, nos municípios de Jequié, Tanhaçu e Brumado.

 

Com a chegada da terceira remessa, as obras da Fiol já receberam mais de 15 mil toneladas de trilhos. Nessa última leva, os lotes foram contemplados, cada um, com cerca de 1,6 tonelada.

 

O coordenador de infraestrutura e logística da Casa Civil da Bahia, Eracy Lafuente, salientou o avanço das obras da Ferrovia. “A terceira entrega dos trilhos e já o começo das instalações desses equipamentos demonstram a intensidade e a forma contínua que o trabalho nas obras da Fiol estão se desenvolvendo”, afirmou Eracy.

UNEB oferece 2.933 vagas para matrícula especial

A UNEB está com inscrições abertas, até o dia 14 de novembro, nas categorias especiais de matrícula (transferências interna e externa, portadores de diploma e rematrícula).A instituição vai preencher 2.933 vagas em cursos de graduação presenciais para o semestre 2015.1.

São 1.154 vagas exclusivas para rematrículas, 965 para transferência interna e rematrícula, 763 para transferência externa e 51 para portadores de diploma. No ato da inscrição, que deverá ser realizada nos Departamentos da capital e do interior do estado onde se pleiteia a vaga, os candidatos devem apresentar todos os documentos exigidos pelo edital da seleção.

Em caso de transferência interna, o discente deve solicitar inscrição no processo seletivo no departamento/campus em que estuda. O resultado deve ser divulgado no dia 20 de janeiro. Já as matrículas serão realizadas entre os dias 11 e 16 de março de 2015.Mais informações no site www.uneb.br.

TSE puxa o ´tapetão´ do PSDB

(da  Agência Brasil)- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou nesta terça-feira 4 pedido do PSDB para a criação de uma comissão a fim de auditar o resultado das eleições presidenciais. O tribunal, no entanto, autorizou o partido a ter acesso aos arquivos eletrônicos e demais documentos referentes à totalização dos votos. O plenário seguiu o voto do presidente do TSE, Dias Toffoli. Ele ressaltou que todos os procedimentos deferidos constam em resoluções da corte que tratam da transparência do processo eleitoral e estavam disponíveis antes da eleição.

Em seu voto, Toffoli disse que o partido não apresentou indícios de fraude e limitou-se a relatar a descrença de algumas pessoas no resultado da votação. Apesar de autorizar os procedimentos, o presidente garantiu a transparência das eleições e ressaltou que o desenvolvimento dos programas usados na apuração das urnas esteve a disposição, desde abril, de todos os partidos políticos, do Ministério Público Eleitoral (MPE) e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), desde o momento em que começaram a ser elaborados. Sobre a criação de uma comissão para auditar os resultados, o presidente rejeitou o pedido, formulado por um delegado do partido, pessoa sem legitimidade perante o TSE.

Apesar da unanimidade formada no plenário, o ministro Gilmar Mendes defendeu que a Justiça Eleitoral acabe com suspeitas de fraude no resultado nas eleições, mesmo que sejam descabidas e levantadas por meio das redes sociais. Segundo o ministro, o pedido do PSDB contribui para a pacificação do assunto.

No pedido de auditoria, protocolado na semana passada, o PSDB diz ter “absoluta confiança” de que o tribunal garantiu a segurança do pleito, mas pretende tranquilizar eleitores que levantaram, por meio das redes sociais, dúvidas em relação à lisura da apuração dos votos. O partido solicitou que o TSE crie uma comissão formada por integrantes dos partidos políticos para fiscalizar todo o processo eleitoral, desde a captação até a totalização dos votos.

 

Cetep Litoral Sul promove seminário e estimula solidariedade

cetep sulCom o tema “Tecnologias, métodos e práticas administrativas” o segundo Seminário do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego-Pronatec, reuniu os estudantes dos cursos de  Auxiliar Administrativo e Promotor de Vendas, no Centro Territorial de Educação Profissional- CETEP Litoral Sul II, em Itabuna, Sul da Bahia.

 

Durante o evento foram realizadas duas palestras, uma sobre o programa Cidade Digital ministrada pelo doutor em Ciências da Computação, Teodoro Pires Júnior, diretor de tecnologia da Prefeitura de Itabuna, e outra sobre Métodos e Práticas Administrativas com a Administradora de Empresa Lidyane Almeida Furst.  Uma oficina sobre Excel e HP apenas para os estudantes do curso com o instrutor  Everson  Silveira fez parte da programação.

 

cetep sul 2Cidadania e Solidariedade

 

Na tarde desta última segunda-feira(03) os estudantes do Pronatec passaram a tarde visitando os 74 idosos que vivem no abrigo São Francisco de Assis, no bairro Santo Antonio. Os jovens levaram na bagagem muita alegria e animação aqueles que um dia já teve a mesma idade. Foi uma aula prática de cidadania e solidariedade.

Jornalista alemão é o mais novo imortal da Alambique

alambique

O jornalista alemão Thomas Fischermann, correspondente para a América Latina da revista Die Zeit, é o mais novo imortal da Academia de Letras, Artes, Musica, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc., a gloriosa Alambique.

Thomas foi imortalcoolizado no ABC da Noite, no Beco do Fuxico,  pelo presidente vitalício, ditatorialício e imortalicio da Alambique, Daniel Thame, e pelo presidente de honra com méritos, Caboclo Alencar, que brindou o ágape com batidas de limão, gengibre, maracujá e uma cachacinha curtida em erva doce, todas eles iguakmente imortais.

O jornalista, que já atuou na India, EUA e Inglaterra e hoje está radicado no Rui de Janeiro,  esteve no Sul da Bahia para fazer uma matéria sobre ações combate ao trabalho infanto-juvenil nas áreas rurais, e visitou o Assentamento Terravista, do MST, em Arataca, exemplo de inserção social de crianças e adolescentes através da educação.

Sorry Alita, sorry Agral.

7×1 pra Alambique.

Deputado eleito defende vaquejada e rebate declaração de vereador

eduardo-sallesO ex-secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, eleito deputado estadual com quase 80 mil votos defendendo a bandeira da agropecuária e da pesca, contesta o vereador de Salvador, Marcell Moraes, também eleito deputado estadual, que num programa de rádio afirmou que quer acabar com as vaquejadas na Bahia, “doa a quem doer e goste quem gostar”.

 

De acordo com Salles, “querer acabar com as vaquejadas significa causar o desemprego de milhares de pessoas em todo o Estado, e prejudicar centenas de famílias que vivem dessa atividade esportiva e sociocultural”. Salles lamenta ainda que “ele chega à Assembléia Legislativa querendo desempregar o povo mais sofrido do interior”.

 

De acordo com Eduardo Salles, “como todo esporte, a vaquejada tem que evoluir em suas regras, deve ser melhor praticada e por isso deve ser regulamentada”. Para tanto, Salles afirma que seu primeiro ato assim que assumir o mandato de deputado estadual será apresentar um projeto de lei regulamentando a vaquejada como atividade esportiva e cultural, como já acontece nos estados de Alagoas, Roraima, Ceará e Piauí. Nesse mesmo objetivo, tramita em Brasília, na Câmara dos Deputados, o projeto de lei 3024/11, do deputado Paulo Magalhães.

 

Essa questão foi debatida pelo deputado eleito Eduardo Salles com dezenas de lideranças do setor, dentre elas o vice-presidente da Associação dos Criadores de Cavalos de Passeio e Esporte (ABCCPE) Leonardo Abreu; Valmir Velozo, presidente da Associação Baiana de Vaquejada (ABV) e o médico veterinário e histórico corredor de vaquejada, Gildo Cedraz. Todos concordam com a necessidade de regulamentação e ajustes das normas, e se prontificaram a nos próximos dois meses participar da elaboração do projeto de lei, e já ajustaram um calendário de reuniões.

 

Salles, que como secretário da Agricultura foi o primeiro a publicar um calendário oficial de vaquejadas e cavalgadas na Bahia (2014), e que desde os 15 anos participa de vaquejadas, lembrou que essa atividade reflete a vida do vaqueiro no seu dia a dia. O calendário foi feito com apoio da ABCCPE, ABV e Núcleo Baiano do Cavalo Quarto de Milha (NBCQM).

 

IMPACTO SOCIOECONÔMICO

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Medico gaúcho se recusa a participar de congresso e chamada Pernambuco de “terra de merda” por causa da votação de Dilma

terra de m...Uma publicação preconceituosa contra a reeleição da presidente Dilma Rousseff por meio das redes sociais acabou por levar ao cancelamento de uma palestra que seria realizada por um anestesista gaúcho no Congresso Brasileiro de Anestesiologia (CBA), que acontecerá ainda este mês no Recife. O responsável pela postagem é ex-presidente da Regional da Sociedade de Anestesiologistas do Rio Grande do Sul (biênio 2004-2005) e seu posicionamento gerou indignação na categoria.

Nas redes sociais, após a vitória de Dilma, o anestesista publicou: “Comunico que estou agradecendo o convite para palestrar em RECIFE no CBA deste ano, mas não vai dar. Não piso nesta terra de merda mais em toda a minha vida!”, escreveu. Dilma obteve 70% dos votos válidos no segundo turno das eleições presidenciais em Pernambuco.

De acordo com o portal G1, o médico anestesista foi denunciado ao Conselho Federal de Medicina, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PE), ao Ministério Público Federal (MPF), à Câmara Municipal do Recife, à Assembleia Legislativa de Pernambuco, Governo do Estado de Pernambuco e à ONG SaferNet Brasil. O seu perfil na rede social foi apagado.

Confira abaixo, a nota de repúdio publicada pelo Congresso Brasileiro de Anestesiologia (CBA):

NOTA DE REPÚDIO

Foi com extrema indignação que lemos sua postagem em rede social se referindo de forma desrespeitosa ao Estado de Pernambuco, ao declinar do convite para palestrar no 61° Congresso Brasileiro de Anestesiologia.

Reconhecemos seu direito de não querer participar do CBA, afinal essa é uma decisão de foro íntimo. Mas repudiamos a maneira preconceituosa como o senhor tratou a população do nosso Estado, que inclui toda a categoria médica pernambucana.

O conteúdo da sua declaração mostra um preconceito inaceitável e não condiz com a postura que se espera de um profissional. Além disso, o meio utilizado para a recusa de um convite já aceito a apenas 20 dias da realização do congresso, demonstra descompromisso com a atividade associativa.

Aproveitamos para reafirmar que o CBA é um evento científico, apartidário, democrático e que tem como objetivo, além de contribuir para o desenvolvimento profissional dos participantes, promover a união e o congraçamento entre todos os anestesiologistas. Temos convicção de que suas declarações contra Pernambuco, não refletem a opinião da maioria esmagadora dos anestesistas do nosso País.

Por fim, reafirmamos o espírito plural e fraterno com que estamos nos preparando para receber os colegas congressistas de todas as regiões do Brasil. Espírito esse que é uma marca registrada de todos os encontros de anestesistas e também do povo pernambucano.

Recife, 27 de outubro de 2014

 

 

 

 

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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