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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: 4/ago/2014 . 22:07

Não precisava jorrar tanta água assim…

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Aperfeiçoamento profissional capacita setor hoteleiro de Ilhéus

hotelO setor hoteleiro tem a necessidade de se adaptar às novas tendências do mercado, além de se aprimorar cada vez mais para que se estabeleça com maior propriedade e se desenvolva. Uma destas melhorias verificadas no setor é o aperfeiçoamento profissional, tratado pelos especialistas e profissionais da área como um dos melhores investimentos para atrair e reter mais turistas ao longo do ano.

Quanto maior o aperfeiçoamento do colaborador do hotel, melhor será para o conjunto dos resultados. De acordo com Cláudia Meneguete, gerente do hotel Praia do Sol, em Ilhéus, uma das principais cidades da Costa do Cacau, “o aperfeiçoamento não é só importante para o setor, mas o conhecimento é importante também para o colaborador e, com isso, há uma melhora no atendimento do cliente, tornando-se humanizado e diferenciado dentro do setor”, comenta Cláudia.

Para ela, a gestão de pessoas é uma tendência. É preciso, portanto, apostar nos colaboradores, oferecendo-lhes cursos e palestras para que seja desenvolvido um atendimento cada vez melhor aos clientes, contribuindo para cativá-los e fazendo com que retornem mais vezes.

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Ilhéus celebra Semana Jorge Amado

casa jorgeA Semana Jorge Amado de Cultura e Arte, que acontece no período de 5 a 9 deste mês, conta com uma série de atividades artísticas, que serão realizadas na Casa de Cultura, na Academia de Letras de Ilhéus e nas ruas centrais da cidade. A programação, que homenageia o aniversário de nascimento do escritor (10 de agosto), inclui palestras, curso e uma grande exposição, além de diversas manifestações populares, como dança, teatro, música, poesia e capoeira.

O secretário municipal de Cultura de Ilhéus, Paulo Atto, informa que a semana será aberta na terça-feira, dia 5, com uma grande exposição sobre a vida e a obra do escritor baiano. “Este trabalho, que ficará na Casa de Cultura até o mês de setembro, reúne 11 painéis que abordam diversos aspectos da trajetória de Jorge, como capas de seus livros, fotos de alguns cenários de suas obras e ilustrações de seus personagens”, explica.

A programação também contempla a oferta de um Curso de Papel Machê, ministrado pelo artesão ilheense Joferson Oliveira. Outro destaque feito pelo secretário de Cultura de Ilhéus é o conjunto de palestras que acontecerá na Academia de Letras do Município. Segundo ele, o ciclo contará com a participação da escritora e etnolinguista Yeda Pessoa, no dia 7, a partir das 19 horas; do professor da Uneb, Marielson Carvalho, dia 8, também a partir das 19 horas; e, por último, a escritora mexicana Laura Esquivel, autora de “Como Água Para Chocolate”, no dia 9, em horário ainda a ser definido.

Jorge Amando – Jorge Amado nasceu em 10 de agosto de 1912, na fazenda Auricídia, distrito de Ferradas, município de Itabuna, Sul da Bahia. Filho do cacauicultor João Amado de Faria e de dona Eulália Leal Amado, Jorge passou a infância e parte da adolescência em Ilhéus. A obra literária de Jorge conheceu inúmeras adaptações para o cinema, teatro e televisão, além de ter sido tema de escolas de samba em várias partes do Brasil. Seus livros foram traduzidos em 49 idiomas, existindo também exemplares em braile e em formato de áudio-livro. Considerado pelo público e pela crítica como um dos mais populares e importantes do país, o escritor baiano faleceu em Salvador, no dia 6 de agosto de 2001.

Dilma e Wagner discutem investimentos do Japão na Bahia

japon

Investimentos na Bahia e no Brasil e ampliação das relações culturais com o Japão foi tema do almoço, no Palácio do  Itamaraty, em Brasilia que reuniu a presidente Dilma Rousseff e o governador da Bahia, Jaques Wagner, com o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe.

Entre muitos outros grandes investimentos japoneses no estado, vale registrar o imponente projeto do Estaleiro Enseada do Paraguaçu, com aporte de R$ 2,6 bilhões, que tem o grupo Kawasaki, do Japão, associado à Odebrecht e à UTC.

Índios ocupam quatro fazendas no Sul da Bahia

Um grupo de cerca de 300 índios Tupinambás ocupou quatro propriedades rurais em Olivença, no extremo sul da Bahia. Por causa de um mandado de reintegração de posse em favor dos fazendeiros, eles já haviam deixado a área em março deste ano, de acordo com informações do cacique Sinval Tupinambá. A tribo decidiu voltar às fazendas após descobrirem que as reintegrações foram suspensas pela Justiça.

Equipes da Polícia Militar e da Força Nacional – cuja permanência na região foi prorrogada por 90 dias pelo Ministério da Justiça – estão no local e a Polícia Federal informou que apura o caso. Uma das propriedades, que margeia a BA-001, tem 20 quilômetros de extensão e já foi ocupada pelos indígenas no ano passado. Em outra, segundo a cacique Maria Jesuína, residiam 162 famílias tupinambás, mediante pagamento de aluguel ao dono das terras. (com informações do portal G1 Bahia).

Em sua página no Facebook, o deputado federal Geraldo Simões afirmou que “com o fim da garantia da Lei e da Ordem, a Força Nacional de Segurança tem se mostrado incapaz de garantir a paz na área de conflito, prejudicando milhares de pequenos produtores”. “É preciso que o Governo Federal tome providencias urgentes para por fim a esse conflito, antes que a situação se agrave ainda mais”, disse.

Rui Costa destaca desembarque dos trilhos da Ferrovia Oeste-Leste em Ilhéus

Rui Costa

O candidato a governador da Bahia pela Coligação Pra Bahia Mudar Mais, Rui Costa, comemorou a chegada do primeiro lote dos trilhos da Ferrovia Oeste Leste, desembarcadas no Porto do Malhado, em Ilhéus. “É o primeiro navio, de outros doze que atracarão em Ilhéus, trazendo os trilhos para os 1.100 quilômetros da ferrovia, que ligará a Região Sul ao Extremo Oeste, formando um corredor logístico que vai melhorar  o transporte da produção de minérios e grãos da Bahia”, afirmou.

Rui Costa disse ainda que disse que “a Fiol é um beneficio para toda a Bahia, não só para as cidades por onde os trilhos passarão.  A estrutura certamente vai alterar o padrão de transporte de cargas por essa região produtora”.

 

Chegam a Ilhéus os primeiros trilhos da Ferrovia Oeste Leste

trilhos 1  

Foi desembarcada neste final de semana no Porto de Ilheus, a primeira carga de trilhos que serão utilizados na construção da Ferrovia Oeste Leste (Fiol), exatamente no trecho que ligará o município a Caetité, no sertão baiano. O navio Muntgracht, originário de Gijon, na Espanha, atracou com as primeiras duas mil toneladas de trilhos, cuja operação deve prosseguir até meados de 2015.

trilhos 2Os trilhos da Fiol serão aplicados no trecho do lote 01 ao lote 04 da obra de construção da Ferrovia, que será utilizada para a exportação de minérios, conforme o projeto do Complexo Intermodal, integrante do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), administrado pelo  Governo Federal. A operação de desembarque prossegue até a tarde desta segunda-feira, 4. A carga está sendo entregue à Valec, empresa responsável pela construção da Ferrovia.

Para o prefeito Jabes Ribeiro, a chegada dos trilhos da ferrovia deve ser motivo de muito otimismo para o povo de Ilhéus e de toda a região. “Temos insistido que, apesar dos problemas financeiros pelos quais passam o município e a região, os projetos de infraestrutura que incluem a própria Fiol, o Porto Sul, o aeroporto internacional de Ilhéus e a ZPE (Zona de Processamento e Exportação), serão uma realidade e vão transformar a economia local. Nós acreditamos nessa perspectiva e no esforço empreendido pela presidente da República, Dilma Roussef, e pelo governador da Bahia, Jaques Wagner”, acrescentou.

A chegada dos trilhos cumpriu rigorosamente o cronograma estabelecido no edital de compra. “Isso garante a continuidade do ritmo normal da construção, que deve ser concluída em dezembro de 2015”, garante Eracy Lafuente, coordenador executivo da Casa Civil do Governo do Estado da Bahia.

trilhos 3No total, foram comprados 147 mil toneladas de trilhos para os trechos entre os municípios de Ilhéus até Barreiras, no extremo oeste baiano. Outras doze embarcações atracarão no Malhado, trazendo cargas com destino à Fiol, “dando funcionalidade ao porto que depois de obras retomou a profundidade original, permitindo a atracação de embarcações maiores.

A licitação para compras dos trilhos da Fiol foi dividida em cinco lotes, que compreendem 1.100 quilômetros de todo o traçado da ferrovia no estado. Com 1527 quilômetros de extensão, a ferrovia vai ligar Figueirópolis, no Tocantins, ao Porto Sul, em Ilhéus, Região Sul da Bahia.

A construção da Fiol, uma das maiores obras de infraestrutura e logística em andamento no país, apresenta evolução física avançada em território baiano. Atualmente, 10 mil pessoas trabalham na construção.

 

Itabuna se despede do pastor Hélio Lourenço

pastor hélio 1Morreu por volta das 21 horas deste domingo, em Itabuna, o pastor Hélio Lourenço. Há cerca de três anos os médicos detectaram um câncer de próstata e seu quadro de saúde se agravou nas últimas semanas.

Na segunda-feira, 28, o pastor teve uma crise, foi internado e passou por cirurgia no Hospital Calixto Midlej Filho. Na quinta-feira, ele passou por novo procedimento, dessa vez para conter uma hemorragia interna.

O velório acontece na quadra do Colégio Batista de Itabuna, no bairro Conceição, onde Hélio Loureço foi pastor por 35 anos. Ele deixa a viúva Cacilda Lourenço da Silva, e dois filhos. O pastor era querido por pessoas das mais diferentes religiões. O horário do sepultamento será divulgado nesta segunda-feira.

A HISTÓRIA DE UMA VIDA

O pastor Hélio lourenço da Silva nasceu em João Pessoa – PB no dia 12 de julho de 1942. Filo de missionários batistas, viveu a maior parte de sua infância nas cidades de Currais Novos, no Rio Grande do Norte e Cuité, no Estado da Paraíba, onde realizou os seus primeiros estudos e desenvolveu o gosto pela leitura e a escrita.

Em 1959, para realizar o curso secundário de Contabilidade, deixa a casa dos pais e retorna à sua cidade natal. Nesse período, meditando quanto ao prosseguimento dos seus estudos e à escolha da carreira profissional, três alternativas se insinuavam em seu horizonte: ser contador, advogado ou professor? Entretanto, no final do ano de 1961, recebe chamado irrecusável de Deus para dedicar a sua vida à pregação da Sua Palavra e, em 1962, ingressa no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, em Recife-PE, para realizar o Bacharelado em Teologia, visado à sua preparação para o exercício do pastorado.

Quando da conclusão do curso recebe convite para lecionar no Instituto Bíblico Batista do Nordeste, em Feira de Santana, Instituição dedicada à preparação de novos obreiros para a seara do Senhor. Tendo aceitado o desafio, juntamente com sua jovem esposa Cacilda Lourenço, chega a Bahia em janeiro de 1967. Nesse mesmo ano, recebe convite e assume também o pastorado da Igreja Batista Alvorada. Durante dez anos permaneceu em Feira de Santana, onde participou ativamente do trabalho cooperativo denominacional desenvolvido pelas Convenções Batista Brasileira e Baiana, sendo presidente da Ordem dos Pastores da Bahia e Editor do Jornal Batista Baiano. Nessa época, também concluiu o curso de Licenciatura de Filosofia na Universidade Católica de Pernambuco.

Em 1977 transferiu-se para Itabuna a convite da Igreja Batista Teosópolis – tratava-se de uma pequena Igreja com apenas 165 membros e visíveis carências. Sob sua liderança, a pequena Igreja se agiganta, transformando-se num marco na cidade. Profundamente preocupado com a evangelização, implanta metodologias diversas para ampliar o raio de atuação da Igreja e instrumentalizar seus membros para o serviço do Senhor. Espalha a palavra de Deus no seio dos lares Itabunenses através dos Grupos Familiares, dos Encontros de Casais e de Jovens com Cristo. Buscando que o cultivo da boa música estivesse presente em todas as Igrejas da Associação Batista Grapiunense e que Deus fosse louvado com qualidade, organiza a Escola de Música Sacra de Itabuna – EMUSITA.

Acreditando que a educação é um dos mais poderosos veículos de elevação e formação dos indivíduos, investe na educação religiosa e leiga, através do fortalecimento da Escola Bíblica Dominical, da criação do Colégio Batista de Itabuna e da consolidação do Instituto Teosópolis.
Como incansável semeador da palavra de Deus, espalhou a boa semente por muitos bairros de Itabuna, organizando pontos de pregação e congregações – muitas das quais hoje são Igrejas emancipadas – e liderando, por cerca de três anos, um programa evangelístico na televisão, o “Manancial de Vida”. Considerando que os campos estão prontos para a ceifa e que faltam obreiros, acolheu nas instalações da Igreja Teosópolis o Seminário Teológico Batista Grapiunense, o qual aceitou os encargos de Diretor Geral e de Professor Dedicado. Visando ao estreitamento dos laços de convívio e lazer da comunidade evangélica Teosopolitana e Grapiunense, fez construir no litoral norte de Ilhéus o Acampamento Batista Teosópolis – o TeoCamp.

 

O que faz o Imperialismo humanitário com o dilema de Gaza

Mehdi Agha Mohammad Zanjani*

 gaza xeoO que vemos hoje na faixa de Gaza é um dilema que até para os apoiadores de uma “intervenção militar humanitária” no mundo ocidental, mesmo utilizando qualquer instrumento e ferramenta não é solucionável.

Talvez o exemplo mais óbvio do imperialismo humanitário nos anos recentes, foi a intervenção militar ocidental na crise da Líbia. No que diz respeito sobre a natureza nesta crise, foram apresentados opiniões diferentes. Alguns analistas ocidentais fizeram todos os esforços para que interpretassem esta crise com o conceito de uma revolta para estabelecer a democracia, mas foram e são ainda os que crêem que o que aconteceu na Líbia foi o resultado de uma rivalidade tribal entre as partes orientais e ocidentais nesse país africano. Também, muitos analistas vêem com uma sofisticada análise, vários fatores nesta crise incluindo o papel das tribos, das redes sociais e dos rebeldes ou até como uma forma de governo de Gazafi e seus companheiros da tenda. A preservação da democracia e o direito humanitário foram citados como medidas autorizadas de uma guerra justa.

 

Seja o que for não há dúvida que a intervenção nunca foi destinada a salvar as pessoas do mau governo ou estabelecer a democracia, mas sim com o objetivo de dominar os recursos do petróleo do país Mediterrâneo. Além disso, o aproveitamento final das revoltas populares somente é possível quando elas são comprometidas com as suas bases.

O que aconteceu na Líbia, alguns analistas chamam de “imperialismo humanitário”; outros também o chamam de “realismo liberal”. O que seja o nome desse fenômeno tem pelo menos três características óbvias:

1) Prossegue por motivos expansionistas;

2)É uma invenção do campo imperialista, ou melhor, por “países de centro”;

3)Os principais motivos foram definidos pelas questões humanitárias e a violação dos direitos humanos.

Samantha Power, Representante dos EUA para as Nações Unidas e Susan Rice, Conselheira de Segurança Nacional da Casa Branca, que dizem ser oposta a visão parcialmente realista de John Kerry, ambas são calorosamente defensoras da teoria da intervenção humanitária por Washington, apelando para o conceito de guerra justa, alegando que as nações poderiam individualmente ou em conjunto, recorrer à força quando moralmente justificada. Mas nunca passou pela imaginação destas duas defensoras falarem de teoria de intervenção humanitária na catástrofe humana na faixa de Gaza.

Dilema da faixa de Gaza

O que está acontecendo em Gaza, para os seguidores da teoria do imperialismo humanitário é um dilema. Um termo nas relações internacionais com um significado e aplicação específica. Um dos mais famosos tipos de dilema nas relações internacionais é “o dilema da segurança”  o termo adota uma concepção estrutural na qual os Estados têm que obter por sua própria conta os meios necessários para a sua segurança, sem depender de ninguém.

Neste dilema, entre as três característica acima ditas, uma está vigente e duas outras não são possíveis. Há sem dúvida que os direitos humanos na Faixa de Gaza  são mais violados que na Líbia ou em outros lugares do mundo. Em uma pequena escala geográfica, 1,5 milhões de pessoas  estão diariamente sob ataques de artilharia pesada e a única chance de respirar trégua, são as várias horas que ocasionalmente anunciam cessar-fogo. Durante esse cessar-fogo geralmente ele evacuam os corpos das vitimas sob os escombros.

Mas na faixa de Gaza, o imperialismo humanitário não pode buscar nenhuma motivação de expansionismo.  Essencialmente, a principal ambição Imperial no mundo tem raízes nos mesmos agressores  que estão hoje na Faixa de Gaza violando os direitos humanos. Onde houver ambição  expansionista encontram-se vestígios e as pegadas do sionismo direta ou indiretamente.

Por outro lado, a maioria das instituições constituintes da arrogância no mundo de hoje, são as instituições sionistas.

O grande lobbys dos EUA e Europeus  ou no Congresso e até do governo dos Estados Unidos são os conceitos que formam o imperialismo mundial. O que eles ganham com uma intervenção militar contra o Israel ?

Resolver o enigma na opinião pública ocidental

Para resolver esta dilema  maçante, os imperialistas humanitários não têm outra escolha a não ser utilizar “o terrorismo”. Atrevidamente, chamam uma nação e sua resistência contra a ocupação  e  contra o bloqueio “terrorista” propagando esta idéia com uma variedade de tipos de técnicas mediáticas ao seus interlotores.

Claro que, este é apenas uma tentativa de resolver a dilema. O desenvolvimento de ferramentas  globais, tais como a influência de redes sociais e redução de predominação de notícias nas mídias ocidentais, diminuiu drasticamente o poderio de justificativas dos imperialistas. As redes sociais estão cheias de fotos e vídeos de crimes do regime sionista e não há como impedi-las. Os Slogans “Rezamos para Gaza” e ” Gaza sob ataque”, atualmente, são os temas mais populares no Twitter.

Hoje em dia não se ouve  a voz de Samantha Power e Susan Rice. Este tenebroso silêncio até o momento que novamente o imperialismo humanitário vem ajudar o Ocidente, causa embaraço e constrangimento  para os seus seguidores.

 

*Mehdi Agha Mohammad Zanjani- Conselheiro da Embaixada do Irã em Brasília



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