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Archive for agosto, 2013

Polícia Civil apreende 65 quilos de maconha

 Mais de sessenta quilos de maconha, acondicionada em diversas embalagens, pertencentes ao traficante Bruno Santana Silva, de 27 anos, foram apreendidos  durante operação do Departamento de Narcóticos (Denarc), na região do Centro Industrial de Aratu.  A droga estava escondida num sítio, utilizado como ponto de armazenamento e venda de drogas pela quadrilha liderada pelo traficante.

Bruno e os comparsas, identificados pelos apelidos de “Alisson”, “Mia”, “Coroa”, “Adelmo” e “Dunga”, este último foragido da localidade de Cacha Pregos, na Ilha de Itaparica, fugiram em direção a um matagal, ao perceber a aproximação dos policiais. Na fuga, Bruno deixou o RG para trás.

A maconha apreendida no local estava dividida em 15 sacos de aniagem e outros sacos plásticos menores. Além da droga, uma balança de precisão e frascos contendo fermento químico, utilizado no refino de cocaína, estavam no imóvel.

Todo material apreendido foi apresentado ao delegado Luis Marcelo, que instaurou inquérito para apurar a participação de Bruno e dos comparsas no tráfico de drogas, naquela região.

Corem diante desta negra, doutores

A Dra. Natasha: lição de solidariedade

“Somos médicos por vocação, não nos interessa um salário, fazemos por amor”, afirmou Nelson Rodrigues, 45.

“Nossa motivação é a solidariedade”, assegurou Milagros Cardenas Lopes, 61

“Viemos para ajudar, colaborar, complementar com os médicos brasileiros”, destacou Cardenas em resposta à suspeita de trabalho escravo. “O salário é suficiente”, complementou Natasha Romero Sanches, 44.

Poucas frases, mas que soam  como se estivessem sendo ditas por seres de outro planeta no Brasil que vivemos.

O que disseram os primeiros  médicos cubanos do grupo que vem para servir onde médicos brasileiros não querem ir deveria fazer certos dirigentes da medicina brasileira reduzirem à pequenez de seus sentimentos e à brutalidade de suas vidas, de onde se foi, há muito tempo, qualquer amor à igualdade essencial entre todos os seres humanos.

Porque gente que não se emociona com o sofrimento e a carência de seus semelhantes, gente que se formou, muitas vezes, em escolas de medicina pagas com o imposto que brasileiros miseráveis recolheram sobre sua farinha, seu feijão, sua rala ração, gente que já viu seus concidadãos madrugando em filas, no sereno, para obter um simples atendimento, gente assim    não é civilizada, não importa quão bem tratadas ejam suas unhas, penteados os seus cabelos e reluzentes seus carros.

Perto desta negra aí da foto, que para vocês só poderia servir para lavar suas roupas e pajear seus ricos filhinhos, criados para herdar o “negócio” dos pais, vocês nao passam de selvagens, de brutos.

Vocês podem saber quais são as mais recentes drogas, aprendidas nos congressos em locais turísticos, custeados por laboratórios que lhes dão as migalhas do lucro bilionário que têm ao vender remédios. Vocês podem conhecer o último e caro exame de medicina nuclear disponível na praça a quem pode pagar. Vocês podem ser ricos, ou acharem que são, porque de verdade não passam de uma subnobreza deplorável, que acha o máximo ir a Miami.

Mas vocês são lixo perto dessa negra, a Doutora – sim, Doutora, negra, negrinha assim!- Natasha é, eu lhes garanto.

Sabem por que? Por que ela é capaz de achar que o que faz é mais importante do que aquilo que ganha, desde que isso seja o suficiente para viver com dignidade material. Porque a dignidade moral ela a tem, em quantdade suficiente para saber que é uma médica, por cem, mil ou um milhão de dólares.

Isso, doutores, os senhores já perderam. E talvez nunca mais voltem a ter, porque isso não se compra, não se vende, não se aluga, como muitos dos senhores, para manter o status de pertenceram ao corpo clínico de um hospital, fazem com seus colegas, para que dêem o plantão em seus lugares.

Os senhores não são capazes de fazer um milésimo do que ela faz pelos seres humenos, desembarcando sob sua hostilidade num paìs estrangeiro, para tratar de gente pobre que os senhores nao se dispõem a cuidar nem querem deixar que se cuide.

Os senhores nao gritaram, não xingaram nem ameaçaram com polícia aos Roger Abdelmassih, o estuprador, nem contra o infleiz que extorquiu R$ 1.200 para fazer o parto de uma adolescente pobre, nem contra os doutores dos dedos de silicone, nem contra os espertalhóes da maternidade paulista cuja única atividade era bater o ponto.

Eles não os ameaçaram, ameaçaram apenas aos pobres do Brasil.

Estes aì, sim, estes os ameaçam. Ameaçam a aceitação do que vocês se tornaram, porque deixaram que a aspiração normal e justa de receber por seu trabalho se tornasse maior do que a finalidade deste próprio trabalho, porque o trabalho é um bem social e coletivo, ou então vira mero negócio mercantil.

É isto que estes médicos cubanos representam de ameaça: o colocar o egoísmo, o consumismo, o mercantilismo reduzidos ao seu tamenho, a algo que não é e nem pode ser o tamanho da civilização humana.

Aliás, é isso que Cuba, há quase 55 anos, representa.

Um país minùsculo, cheio de carências, que é capaz de dar a mão dos médicos a este gigante brasileiro.

E daí que eles exportem médicos como fonte de receita? Nós não exportamos nossos meninos para jogar futebol? O que deu mais trabalho, mais investimento, o que agregou mais valor a um país: escolas de medicina ou esteiras rolantes para exportar seus minérios?

É por isso que o velhissimo Fidel Castro encarna muito mais a  juventude que estes yuppiescoxinhas, cuja vida sem causa  cabe toda dentro de um cartão de crédito.

Eu agradeço à Doutora Natasha.

Ela me lembrou, singelamente, que coração é algo muito maior  do que aquele volume que aparece, sombrio, nas tantas ressonâncias, tomografias e cateterismos porque passei nos últimos meses.

Ele é o centro do progresso humano, mais do que o cérebro, porque é ele quem dá o norte, o sentido, o rumo dos pensamentos e da vida.

Porque, do contrário, o saber vira arrogância e os sentimentos, indiferença.

E o coração, como na música de Mercedes Sosa, una mala palabra.

                                                                                                             Por: Fernando Brito

Créeme, Vicente Feliu

A Mídia Pistoleira e a ´cegueira seletiva´

Tucano com o bicho cheio de dólares? Onde? Quando? Cadê?”

A revista Istoé dessa semana traz uma revelação bombástica, amparada em documentos: a existência de uma conta bancária na Suiça, por onde  circularam o equivalente a R$ 64 milhões entre 1998 e 2002. A conta movimentou recursos ligados ao escândalo das propinas pagas pela Siemens e pela Alstom a governos tucanos de São Paulo.

Apesar da gravidade da denuncia, nada do que foi revelado por Istoé ecoou no Jornal Nacional ou nas edições dominicais da Folha e do Estadão.

Que venham os cubanos

Leonardo Atuch

Médicos, entidades de classe e o próprio Conselho Federal de Medicina (CFM) estão inconformados. Fizeram todo tipo de oposição ao programa Mais Médicos e, agora, foram surpreendidos novamente com a notícia de que o governo federal trará quatro mil profissionais formados em Cuba, que atuarão em 701 municípios. Com essa importação, cidadãos brasileiros de áreas remotas que jamais viram um médico – e que jamais veriam, no que dependesse do corporativismo médico – poderão prolongar suas expectativas de vida, sendo diagnosticados e acompanhados no tratamento de patologias controláveis, como uma simples hipertensão.

Se o programa vier a ser efetivamente implementado, o Brasil poderá caminhar para ter, a médio prazo, uma expectativa de vida semelhante à de Cuba. Sim, os cubanos vivem mais: 79,3 anos, um padrão semelhante ao de alguns países europeus e bem superior ao brasileiro, que ainda é de 73,8 anos. Lá, um dos fatores que explicam o sucesso é o alto investimento em saúde – 9,7% do PIB, contra 4,2% no Brasil. Outro é a disseminação de programas de saúde da família.

De acordo com uma nota do Conselho Federal de Medicina, a decisão anunciada na semana passada é “eleitoreira” e coloca em risco a saúde da população. Ora, mas o que é pior? Ser atendido pelos profissionais cubanos ou continuar sem assistência alguma? Vale registrar que os 701 municípios que receberão os cubanos não atraíram o interesse de nenhum dos profissionais brasileiros, que tiveram prioridade nas inscrições do Mais Médicos.

Na prática, o que o Brasil assiste hoje é à quebra de um monopólio – e, por isso mesmo, a gritaria é tão forte. Às entidades de classe interessa regular a oferta de profissionais no mercado e, assim, preservar uma situação que gera altos rendimentos a profissionais escassos. Aliás, exatamente por estarem altamente demandados nos grandes centros urbanos, onde a vida é mais agradável do que nas periferias e nos rincões, os médicos brasileiros desprezaram a grande maioria das bolsas oferecidas pelo Mais Médicos.

A crítica conservadora dirá que o caso da saúde é diferente e não pode ser tratado como mercadoria ou qualquer outra atividade. Ocorre que a experiência cubana já aconteceu em vários países – e deu certo. Em Portugal, por exemplo, a população aprova a atuação dos profissionais.

De acordo com nota do Ministério da Saúde, os médicos que virão ao País têm, em média, 15 anos de experiência. Certamente irão contribuir para resultados que, no futuro, farão com que a crítica atual seja lembrada apenas como um grito corporativo diante do fim de um monopólio.

Leonardo Atuch é colunista da revista  Istoé

Vai ver que o arroz, o feijão e o jabá ficaram doentes…

será que tem vaga pro feijão na UTI?

Uma ambulância da Prefeitura de Iguaí, no Sul da Bahia,  foi flagrada servindo de táxi na entrada do hipermercado Atacadão, em Ilhéus.

A ambulância ficou pelo menos uma hora no estacionamento do Atacadão, até que dois homens encheram o espaço destinado ao transporte de pacientes com sacolas cheias de produtos. (do Ilhéus 24 horas).

Moradores queimam casas de tupinambás em Buerarema. Correios é depredado e Cesta do Povo saqueada

móveis foram incendiados na rua (fotos Gilvan Martins)

O clima envolvendo produtores, população e indígenas voltou a ficar tenso nesta tarde de sábado (24)  em Buerarema. Moradores da sede do município sul-baiano depredaram casas e atearam fogo em móveis, após um indígena identificado como Gil, irmão de Rosivaldo Ferreira, o Cacique Babau, circular pela cidade, supostamente, exibindo fuzil.

De acordo com informações, os moradores decidiram “revidar” por terem considerado “afronta” Gil circular pela cidade em uma picape oficial com outros quatro tupinambás. No município, haveria orientação oficial aos indígenas para que não circulem pela área urbana para evitar novos conflitos, o que teria sido ignorado.

Foram cinco casas depredadas neste sábado, todas de pessoas que se autodeclaram tupinambás. Os manifestantes retiraram os móveis das casas e depois atearam fogo. Uma viatura do Corpo de Bombeiros e guarnição da Força Nacional de Segurança foram acionados e chegaram ao local a tempo de evitar a queima total de móveis. A intenção era atear fogo nas casas. Desistiram para não afetar a vizinhança não indígena.

Pelotões especiais e guarnições da Companhia Especializada (Caerc) da Polícia Militar serão deslocados ainda nesta tarde para reforçar a segurança na sede do município.

No final da tarde, mais violência: manifestantes depredaram a sede dos Correios e saquearam, pela segunda vez em uma semana, a Cesta do Povo. (do Pimenta na Muqueca).

Como disse Che…

Médicos cubanos chegam à Bahia

50 médicos cubanos, contratados  através do programa Mais Médicos, chegam amanhã (25) à Bahia, para atuar em cidades do interior do estado.

Eles desembarcam às 18 horas no aeroporto de Salvador e serão recebidos pelo governador Jaques Wagner e pelo secretário de Saúde Jorge Solla.

Os médicos cubanos, que vem suprir a ausência de profissionais brasileiros nas pequenas cidades, tem larga experiência em saúde pública.

 

Ibope: aprovação de Dilma volta a subir

Dilma, com Lula, já tem motivos pra sorrir…

Pesquisa Ibope em parceria com o jornal O Estado de São Paulo concluída na segunda-feira, 19, mostra que a taxa de ótimo/bom do governo cresceu de 31% para 38% desde 12 de julho. Ao mesmo tempo, as opiniões de que o governo é ruim ou péssimo caíram de 31% para 24%.

A avaliação de que o governo é “regular” permaneceu em 37%. Apenas 1% não soube ou não quis responder. A recuperação ocorreu principalmente no Sul e no Sudeste, onde as taxas de aprovação cresceram 12 e 11 pontos porcentuais, respectivamente.

Hoje é dia de vacinar!

Começa neste sábado (24) a campanha de atualização das vacinas para crianças em todo o Brasil. Crianças menores de 5 anos de idade devem ser levadas aos postos de vacinação para que a caderneta seja avaliada e as vacinas atualizadas de acordo com a situação de cada uma. Serão oferecidas todas as vacinas do calendário básico infantil, que são a BCG, hepatite B, penta, inativada poliomielite (VIP), oral poliomielite (VOP), rotavírus, pneumocócica 10 valente, meningocócica C conjugada, febre amarela, tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba) e DTP (difteria, tétano e coqueluche).

Segundo o Ministério da Saúde, o público nesta faixa etária é estimado em 14,4 milhões de crianças. A campanha será realizada até o dia 30 deste mês, em conjunto com estados e municípios. É o segundo ano que vai ser realizada uma campanha “multivacinal”. Campanha semelhante foi realizada em 2012. Este sábado vai ser o “Dia D”, em que todos os postos de saúde da campanha vão estar abertos no país. São cerca de 35 mil postos em todo o Brasil e mais de 350 mil profissionais envolvidos na campanha.

 

Fundação Nacional dos Insensatos

A culpa maior pelo conflito entre supostos índios tupinambás e pequenos produtores rurais,  que incendiou Buerarema e São José da Vitória, no Sul da Bahia e ameaça se estender a outras cidades,  como Ilhéus e Una pode ser debitada única e exclusivamente na conta da FUNAI, a Fundação Nacional do Índio.

Que, no caso em questão, pode ser chamada da Fundação Nacional dos Insensatos.

A partir de um inacreditável relatório elaborado por técnicos da FUNAI, conferindo aos tupinambás uma extensa área de 47 mil hectares nos três municípios sulbaianos, o que era apenas reivindicação se transformou numa espécie de lei, pelo menos para os supostos índios;

O relatório não tem poderes para tanto, é passível de contestação e ainda precisa ser sancionado pela presidenta Dilma Rousseff, mas serviu como salvo-conduto para que propriedades rurais sejam invadidas, saqueadas, destruídas e que seus moradores, a esmagadora maioria composta por agricultores familiares, sejam  ameaçados e agredidos.

Para os tupinambás (ou os que dizem pertencer a essa etnia, já que existem denuncias de cadastramento de índios em Buerarema e cidades vizinhas), a área de 47 mil hectares lhes pertence e ponto final.

E, em sendo assim, se a área lhes pertence, os atuais ocupantes que tratem de escafeder-se, caso contrário serão expulsos, se necessário com o uso da pressão, como vêm ocorrendo na zona rural de Ilhéus/Olivença e Buerarema.

A barafunda criada pela FUNAI, além da dimensão da área que ela sugere ser demarcada, não levou em conta que os pequenos produtores ocupam essas terras há várias gerações e de lá tiram o seu sustento. Não podem ser simplesmente arrancados de lá, como quem arranca uma erva daninha ou como se fossem usurpadores, o que efetivamente não são.

Nada disso foi considerado em conta pelos burocratas insensatos da FUNAI, que de seus gabinetes refrigerados em Brasília, assistem à distância as consequências do relatório que perpetraram.

Que os indígenas, pilhados e explorados desde que Pedro Álvares Cabral descobriu nos trópicos um porto seguro, precisam ter seus direitos preservados é fora de discussão. Isso vale também para os legítimos descentes dos tupinambás. A reparação, portanto, é justa e necessária.

Mas, o que não se pode é, em nome de se fazer justiça com algumas centenas de índios, se cometer uma injustiça com milhares de pequenos produtores rurais.

O bom senso que faltou à FUNAI deve prevalecer entre as autoridades responsáveis pela manutenção da ordem, antes que o que ainda era escaramuça de parte a parte se transforme numa guerra sangrenta.

Uma guerra que infelizmente já começou e que precisa parar imediatamente.

Porque, se ela se intensificar, as consequências são mais do que previsíveis.

Violentamente previsíveis, como se vê pelas cenas verificadas nos últimos dias em Buerarema e São José da Vitória e se depreende pelo estado de ânimo (ou de desânimo) de produtores, que vem tendo suas terras sistematicamente invadidas e saqueadas, por supostos índios que agem como se vivessem à margem da lei.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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