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Archive for agosto 17th, 2013

1a. fase do exame da OAB será no domingo

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) realiza neste domingo (18), a partir das 13h, a primeira fase do 11º Exame de Ordem. A duração da prova é de cinco horas para resolver as 80 perguntas objetivas. A orientação é que os candidatos cheguem aos locais de prova com uma hora de antecedência, munidos, apenas, de caneta esferográfica de tinta azul ou preta (fabricada em material transparente), e de um documento de identidade original com foto. Equipamentos eletrônicos e celulares serão depositados em envelopes de segurança durante a aplicação do exame.

Para ser aprovado na primeira etapa, o candidato precisa acertar, no mínimo, 40 questões. A segunda fase, que compreende a prova prático-profissional (com quatro questões discursivas e uma peça profissional), será feita no dia 6 de outubro. O Exame de Ordem pode ser prestado também por bacharel em Direito (ainda que a sua colação de grau esteja pendente) formado em instituição regularmente credenciada, e estudantes no último ano de cursos de direito também podem fazer o exame. A aprovação no último ano foi de 1%. A lista com os locais de prova está disponível no site da OAB.  Informações do Terra.

Força Nacional de Segurança e reforço da PM para conter conflitos em Buerarema

O governador Jaques Wagner solicitou  ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, o apoio da Força Nacional de Segurança para a região de Buerarema, no Sul da Bahia. O ministro garantiu o envio das tropas, que devem começar a chegar a partir deste domingo (18), e determinou também o reforço de pessoal da Polícia Federal lá. Além disso, a Polícia Militar também terá seu efetivo reforçado na região.

Durante a semana, produtores rurais protestaram, reivindicando a devolução de terras que teriam sido invadidas por indígenas. Nas manifestações, carros foram incendiados e equipamentos públicos depredados. Cerca de 300 índios Tupinambás participam da ocupação de fazendas na região.

Diante de crises, surgem oportunidades.

 

Caroline Chaves

Um nova gestor, o médico Plinio Adry, assumiu o comando da Secretaria de Saúde de Itabuna, um dos pontos nevrálgicos da atual administração municipal. A Plinio Adry, atribui-se  capacidade de organização, administração e lisura.

É sabida sua árdua missão, da qual não podem, mais uma vez ausentarem-se de participação os cidadãos. São os mesmos que devem exigir, fiscalizar e regular as ações da Secretaria de Sapude e do governo  municipal como um todo.  A corrupção e falta  de compromisso com a sociedade não poderão macular a gestão deste novo secretário. É necessária uma prestação de serviços de saúde humanizada, sem colocar os cidadãos em situações vexatórias, humilhantes e constrangedoras.

Necessita-se de trabalho concreto, assertivo e consistente, que não vislumbre desvios, tente atingir o nível de excelência e beneficiar a população de mais necessita dos serviços básicos de saúde. Espera-se deste novo gestor que saiba usar da sua medicina para curar não só os males estruturais, mas que com suas investidas, quem sabe acertadas, diminua o sofrimento dos que esperam em corredores e macas frias de hospitais em frangalhos. Que  a Secretaria de Saúde não seja mais um “braço” de desvios do erário, mas a possibilidade de realizações em prol de um povo sofrido e desprovido.

Os itabuneses esperam de Plinio Adry a solução para sofrimento e resolução dos entraves para se atingir o prometido na Constituição Federal, que é o acesso à saúde como um dos substratos da dignidade da pessoa humana. É impossível que a população ature mais desaforos e desmandos por parte do Poder Público. Há de se ressaltar, no presente caso, que como fiscal da lei o Ministério Público também deve ajudar nesta nova demanda.

Que este novo secretário saiba usar de coerência, transparência e legalidade. Que não se beneficie do cargo que ocupa,  vez que não é seu, que não use da verba de forma obliqua, vez que esta é do povo e que tenha a capacidade de colocar-se como destinatário dos serviços que presta.

Oxalá que o médico atue como administrador afim de reduzir as mazelas em que se encontra o precário sistema de saúde, que não se furte de fechar os olhos para a precariedade dos hospitais e postos de saúde. Que se compadeça do povo no sereno da madrugada para conseguir uma consulta, que tenha piedade dos que aguardam por socorro, que não haja como um burocrata atrás de uma mesa. Que ponha seu coração no que pretende fazer, pois estará mais próximo do povo que qualquer outro gestor, estará na expectativa de aliviar dores!

 

(*) Caroline Chaves é advogada, doutoranda em Direito pela Universidade Nacional de Buenos Aires (Lomas de Zamora), com ênfase em Direitos Humanos; pós graduada em Direito Processual Civil pelo Instituto de Direito Romeu Felipe Bacellar

Investidores franceses apostam em potencial da Chapada Diamantina para produzir uvas viníferas

Além de apresentar condições ideais para o plantio de uvas viníferas, na Chapada Diamantina, a exemplo do município de Mucugê, o custo de produção de um hectare de uva custa, em média, R$ 100 mil, enquanto que na região produtora de Champagne, na França, além de não haver áreas para expansão, o hectare plantado custa 1 milhão de euros, equivalente a cerca de R$ 3 milhões. “A Chapada Diamantina tem condições de cultivar qualquer fruta e verdura, as condições são muito boas, então por que não cultivar uvas para produzirmos um vinho característico desta região, com altíssima qualidade?”, questionou o presidente da Cave Coopérative des Riceys, na França, Christian Jojot, destacando que estes diferenciais atraem e despertam o desejo dos empresários investirem na Bahia.

 As declarações de Christian Jojot foram feitas na tarde desta quarta-feira (14), quando, em companhia do secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, e chefiando uma delegação de sete produtores franceses de vinho, participou da primeira colheita no Projeto de Avaliação Técnica e Econômica de Videiras Vinícolas de Mucugê, localizado na Fazenda Progresso II.  Esta propriedade tem 30 mil hectares, mesmo tamanho da área plantada da região de Champagne.

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A Mídia Pistoleira não quer mais brincar de Praça Tahir

(Brasil 247)Depois de exaltar e estimular as manifestações de junho, que contribuíram para a queda da popularidade da presidente Dilma Rousseff, os meios de comunicação conservadores já demonstram incômodo com as violentas manifestações de rua; capa de Veja desta semana de Veja é emblemática: em vez de uma bela jovem enrolada à bandeira nacional, há uma “cara-tapada”; como a própria mídia se tornou alvo de anarquistas e Black Blocs, a brincadeira perdeu a graça; o “sonho” acabou

A Praça Tahir não é mais aqui. Depois dos protestos de junho, que levaram alguns analistas a exaltar o chamado “outono brasileiro”, que derrubou a popularidade da presidente Dilma Rousseff e poderia até abreviar o ciclo do PT no poder, a mídia brasileira não quer mais brincar de revolução.

O primeiro sinal veio do jornal O Globo, na edição de ontem, quando a manchete principal destacou que apenas 200 pessoas causaram transtorno a milhares de cidadãos, fechando a Avenida Rio Branco, no centro do Rio. A virada definitiva, no entanto, vem da Editora Abril, onde a revista Veja que, há três meses, dedicava uma “edição histórica” às manifestações e colocava uma bela jovem na capa enrolada à bandeira nacional, neste fim de semana fala em sua capa dos “caras-tapadas”, os jovens que pregam a anarquia e empregam a violência em seus atos de protesto.

Veja demonstra preocupação com o 7 de setembro, quando os black blocs, um dos grupos mais violentos da leva recente de manifestações, planejam um “badernaço”. Se esse cenário se confirmar, em breve, os mesmos veículos que estimularam a onda de protestos de junho estarão pedindo mais repressão policial. E o eixo das coberturas no bordão de “mais uma manifestação pacífica que terminou em violência, quando um pequeno grupo de vândalos…” terá que ser alterado.

Globo, Veja & companhia estão perdendo a paciência. Especialmente porque também são alvos da indignação de parte dos manifestantes.

No mundo ideal da mídia conservadora, haveria apenas anjos rebeldes – de preferência, bem bonitinhos – protestando contra a ditadura do PT, pedindo a aprovação da PEC 37 e a prisão dos chamados mensaleiros. No entanto, a realidade não se adequou ao roteiro dos sonhos dos Civita e dos Marinho.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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