Produção de chocolate no Brasil cresce 4% no primeiro semestre
A produção de chocolate no Brasil no primeiro semestre de 2012 foi de 228.212 toneladas, 4,2 % a mais do que o mesmo período do ano passado, de acordo com o último balanço da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (ABICAB).
Com a crise internacional, o chocolate é um dos produtos brasileiros que estão mantendo o mercado interno aquecido. Reflexo disso, foi o consumo em 2011 de 631 mil toneladas, 12,2% maior que no ano anterior (2010 – 562 mil toneladas).
O Brasil é o terceiro maior em consumo do mundo, sendo que cada brasileiro ingere, em média, pouco mais de 2,2 quilos de chocolate ao ano. Em 2011, isto resultou na venda de 390 mil toneladas de chocolate no País. Segundo a consultoria internacional Euromonitor, o mercado nacional de chocolates registra uma taxa de crescimento de 3,6% ao ano, contra uma média mundial de apenas 2%.
E o que o Sul da Bahia ganha com isso?
Nada, já que continuamos produzindo basicamente matéria prima, o cacau.
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Caro Thame!
Recursos existem, em várias fontes. Faltam-nos empreendedores profissionais!
Há financiamentos para Associações, Cooperativas, etc.
Sabemos que o mercado de chocolates, balas e derivados é enorme e sempre crescente, a qualidade de nosso cacau é ótima e há tecnologias para melhorá-lo.
Tá nos faltando cultura empresarial.
O dono de roça aqui já foi chamado de “gigolô do cacau”, vivia no bem bom na “capitá” e vendia o cacau na “flor”.
Estamos em novo tempo, contudo ainda perdura um ranço de provincialismo e letargia.
Nossas fazendas de cacau tem que mudar de dono. Vejamos o exemplo do sudoeste da Bahia.
Hoje, o Estado Brasileiro representado pela Ceplac, BNB e Banco do Brasil possuem Tecnologia e Recursos respectivamente para qualquer negócio a ser implantado!
Há enormes pespectivas de investimento na região em Logística e em Serviços: exemplifiquemos: Complexo Modal Porto Sul (aeroporto, rodovia e ferrovia); duplicação da Rod./Ilhéus/Itabuna; criação da Zona Metropolitana; Fórum do Tribunal de Justiça/Centro de Convenções/Barragem do Cachoeira/Universidade Federal em Itabuna, etc…
Há todo um contexto de mudança na região, e ficamos discutindo pincuinhas políticas interioranas.
Temos que pensar alto, e eleger políticos alinhados com o Estado e a Federação. É o momento de sermos pragmáticos!
Do leitor atento,
Antonio Carvalho
Itabuna-Ba