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Archive for maio 12th, 2012

O PLANETA TERRA, EM ALTA DEFINIÇÃO

A Agência Espacial da Rússia (Roscosmos) divulgou o que afirma ser a imagem de mais alta resolução já feita da Terra. Com 121 megapixels, a foto foi captada pelo satélite metereológico Electro-L, com cada ponto (pixel) correspondendo a uma área de aproximadamente um quilômetro quadrado.

Lançado em janeiro do ano passado, o satélite russo captura imagens em alta resolução do planeta a cada 30 minutos em quatro diferentes comprimentos de onda, três visíveis e uma no infravermelho. Por isso, as áreas de vegetação, normalmente verdes, aparecem em vermelho.

 

 

LIMPA, COMO UMA REDE DE ESGOTOS

De Reinaldo Azevedo, em seu blog na Veja.

 

“Collor não vai conseguir o “impeachment” jornalístico da VEJA porque a revista é limpa! Ponto”

Ô…

 

 

BURGOS CONVIDA MARTINELLI PARA VICE DE AZEVEDO

o que é isso, companheiro?

A sondagem para a escolha do candidato a vice de Azevedo na disputa para a reeleição de prefeito em Itabuna não se limitou ao presidente do PSDB, o jornalista José Adervan.

Quem também recebeu um convite, ainda extra-oficial, foi o empresário do setor de construção civil Nérope Martinelli. Ele foi procurado pelo secretário Carlos Burgos, homem forte do governo Azevedo.

 Se Martinelli ficou surpreso com a sondagem, Burgos ficou mais surpreso ainda.

 É que Martinelli é filiado ao PT, partido que vai  tentar evitar a eleição de Azevedo e que tem como candidata Juçara Feitosa, detalhe que Burgos desconhecia.

 A temporada de caça a um vice para Azevedo continua aberta.

CANÇÃO DE SÁBADO, LUAR DO SERTÃO

JEAN WYLLYS É PATRONO DA TURMA DE JORNALISMO DA UFRB

Claudio Rodrigues, da Formandu´s, e Jean Wyllys

O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) foi o patrono da terceira turma de jornalismo da Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB). A cerimônia de formatura ocorreu ontem, 11, nocampus da universidade na histórica Cachoeira, no recôncavo.

O parlamentar eleito pelo Rio de Janeiro é baiano de Alagoinhas e tornou-se famoso nacionalmente ao vencer a quinta edição doreality Big Brother Brasil, da Rede Globo, mas já atuava na defesa das liberdades civis e justiça social.

“O jornalista tem a responsabilidade de ser os olhos, ouvidos e voz da sociedade”, disse ele aos 24 diplomados pela UFRB. “Vocês devem focar essa missão [profissional]“.
O deputado afirmou que se sentia emocionado com o convite da turma que teve como tema os 200 anos de imprensa no Brasil. Wyllys também elogiou o cerimonial da formatura, executado pela Formandu´s Eventos e Formaturas, de Itabuna.

UM COMERCIAL PARA O VASCO DA GAMA

BARES QUE MORREM, BARES QUE VIVEM

Itabuna é pródiga em bares e botecos decentes que abrem e fecham as portas sem que dê tempo de pedir a próxima dose. Ou que definham lentamente até que a gente mude de mesa e de bar pra não ter que ir ao funeral.

Existem bares que escapam da morte súbita e resistem ao tempo. Casos notórios do Parlamento e do Katiquero, que viraram o século e o milênio, e o Codornas. São estabelecimentos respeitáveis, onde conta muito a presença dos donos, sempre solícitos para agradar os clientes e garantir a qualidade do atendimento.

Já que o assunto é velório de boteco, faço aqui duas merecidas homenagens póstumas.

Uma ao Latin Bar, que lá pelos idos de 1995/1996 ocupava o espaço onde hoje é uma loja de bijouterias na rua Adolfo Maron, centro de Itabuna. O dono se chamava Jorge (que a depender dos hectolitros bebidos a gente chamava ora de Chileno ora de Cubano), sujeito meio mal humorado, mas que vendia um chopp digno de se beber de joelhos. O melhor que já bebi nesse meu quarto de século em Itabuna.

Outra homenagem póstuma é ao bar do “seu” Pedra, uma portinhola na entrada no Pontalzinho, que nem nome (e nem banheiro) tinha. “Seu Pedra”, que já fechou as portas da existência (que maneira poética de dizer que o sujeito morreu!), era igualmente mal humorado, mas servia uma batatinha em conserva divina e uma cerveja gelada que fazia a gente esgotar o estoque de Skol, Brahma, Antarctica e o que aparecesse pela frente. De vez em quando rolava uma cachacinha honesta. Mas só de vez em quando, porque “seu” Pedra achava, com razão, que quem bebe cachaça demais, bebe cerveja de menos.

Bares que morrem, bares que sobrevivem.

Bebamos, pois (moderamente, concedo!) enquanto vivos estamos.

-0-0-0-

PS- Antes que Luiz Conceição, Marival Guedes e Walmir Rosário, companheiros de copo e de aventuras e desventuras no jornalismo, além de importais da gloriosa ALAMBIQUE, me cobrem, faço a devida correção: entre os bares e botecos longevos há que se incluir obrigatoriamente o ABC da Noite, do legendário Caboclo Alencar.
Ao imperdoável lapso  dê-se o desconto de que o ABC da Noite, com suas batidas de antologia, não é propriamente um bar, mas uma verdadeira Instituição.

 

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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